Mostrando postagens com marcador Bolsonaro e a morte de Adriano da Nóbrega. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bolsonaro e a morte de Adriano da Nóbrega. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 8 de abril de 2022

Declaração de Júlia Lotufo se soma a feita pela irmã do miliciano de que o Palácio do Planalto teria oferecido cargos comissionados em troca da morte de Adriano

"O que está f@* o Adriano é o presidente", diz ex-mulher de Adriano da Nóbrega em escuta gravada pela polícia (ouça)

www.brasil247.com - Jair Bolsonaro e Adriano Magalhães da Nóbrega

Jair Bolsonaro e Adriano Magalhães da Nóbrega (Foto: Alan Santos/PR | Reprodução)

 247 - Júlia Lotufo, ex-mulher de Adriano da Nóbrega, afirma, em uma conversa telefônica gravada por meio de uma escuta policial autorizada pela Justiça, que o que estaria "fodendo" a vida do ex-capitão do Bope seria "o presidente”, em referência a Jair Bolsonaro.

"A verdade é a seguinte: o que hoje está fodendo o Adriano é o presidente, mais nada", diz ela a uma amiga que responde: "só o Bolsonaro". Em seguida, Júlia diz que se não fosse ele [Bolsonaro] ninguém mais falaria dele [Adriano]". O áudio foi gravado há três anos durante a Operação Gárgula e divulgado nesta sexta-feira (8) pela Folha de S. Paulo. 

Daniela Magalhães da Nóbrega, irmã do miliciano morto durante um suposto tiroteio em operação policial na Bahia, também foi flagrada em uma escuta telefônica afirmando que o Palácio do Planalto teria oferecido cargos comissionados em troca da morte do ex-capitão do Bope do Rio de Janeiro. No telefonema divulgado nesta sexta-feira,  

Júlia também relata que a ex-esposa de Adriano ganhava R$ 10 mil como funcionária fantasma no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por meio do esquema de rachadinha comandado por Fabrício Queiroz.

"Ela foi nomeada por 11 anos. Onze anos levando dinheiro, R$ 10 mil por mês para o bolso dela. E agora ela não quer que ninguém fale no nome dela? [...] Bateram na casa dela porque a funcionária fantasma era ela, não era eu", diz Júlia no telefonema. 

A ex-mulher e a mãe do miliciano são apontadas como funcionárias fantasmas do então deputado estadual. Segundo as investigações, bancárias controladas por ele foram usadas no esquema de rachadinha. 

Adriano da Nóbrega, que era ligado ao Clã Bolsonaro, foi morto em 9 de fevereiro de 2020 durante uma suposta troca de tiros ao tentar escapar de  um cerco feito por policiais militares na Bahia.

Viúva de Adriano da Nóbrega: Flávio Bolsonaro manteve ex-mulher do capitão assassinado como funcionária fantasma

 

"Ela foi nomeada por 11 anos. Onze anos levando dinheiro, R$ 10 mil por mês para o bolso dela", afirmou a viúva do ex-PM

www.brasil247.com - Flávio Bolsonaro e Adriano Mendonça da Nóbrega

Flávio Bolsonaro e Adriano Mendonça da Nóbrega (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado | Reprodução)

247 - Júlia Lotufo, viúva do ex-policial militar Adriano da Nóbrega, afirmou numa conversa telefônica gravada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro há quase três anos que o hoje senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) manteve em seu gabinete como funcionária fantasma a ex-mulher de seu marido, informa a Folha de S.Paulo.

Em conversa com uma amiga em julho de 2019, quando Adriano ainda estava foragido, Júlia se queixa das reclamações de Danielle Mendonça da Nóbrega, ex-mulher do ex-PM, sobre as investigações do caso da "rachadinha" no antigo gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.


"Ela foi nomeada por 11 anos. Onze anos levando dinheiro, R$ 10 mil por mês para o bolso dela. E agora ela não quer que ninguém fale no nome dela? [...] Bateram na casa dela porque a funcionária fantasma era ela, não era eu", disse Júlia.

O ex-PM ficou foragido entre janeiro de 2019 e fevereiro de 2020, quando foi morto num suposto confronto durante uma operação policial na Bahia, onde estava escondido. Ele era acusado de comandar a principal milícia da zona oeste do Rio de Janeiro.

Adriano também era investigado na ocasião sob suspeita de envolvimento no suposto esquema de "rachadinha'' no antigo gabinete de Flávio. A ex-mulher e a mãe do ex-PM eram apontadas como funcionárias fantasmas do então deputado estadual. As investigações mostraram que contas bancárias controladas por ele foram usadas no esquema.

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

quarta-feira, 6 de abril de 2022

Ronny Teles sobre o áudio-bomba que sugere que o governo Bolsonaro ofereceu incentivo e recompensa pela morte de Adriano da Nóbrega

 

Do Canal de Ronny Teles:

Uma escuta telefônica feita pela Polícia Civil do Rio de Janeiro há dois anos mostra uma irmã do ex-policial militar Adriano Magalhães da Nóbrega acusando o Palácio do Planalto de oferecer cargos comissionados em troca da morte do ex-capitão miliciano





Aquias Santarém sobre o áudio que liga Bolsonaro com a morte do miliciano Adriano da Nóbrega

 

Do Canal Critica Brasil:




Indícios de Queima de Arquivo: Planalto ofereceu cargos comissionados pela morte de Adriano da Nóbrega, diz jornal

 

Acusação foi feita por irmã de ex-PM morto em 2020, e consta de escuta telefônica gravada pela Polícia Civil e autorizada pela Justiça

Uma irmã do ex-policial Adriano da Nóbrega acusa o Palácio do Planalto de oferecer cargos comissionados pela morte do miliciano, segundo escuta telefônica gravada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro com autorização da Justiça.

A gravação foi obtida pelo jornal Folha de São Paulo e integra as escutas realizadas dentro da Operação Gárgula, que busca investigar tanto a estrutura por trás da fuga de Adriano como o esquema de lavagem de dinheiro.

Em conversa com uma tia, Daniela Magalhães da Nóbrega afirma que seu irmão soube de uma reunião ocorrida em Brasília envolvendo seu nome, e que existia o desejo de que ele se tornasse um “arquivo morto”.

“Ele já sabia da ordem que saiu para que ele fosse um arquivo morto. Ele já era um arquivo morto. Já tinham dado cargos comissionados no Planalto pela vida dele, já. Fizeram uma reunião com o nome do Adriano no Planalto. Entendeu, tia? Ele já sabia disso, já. Foi um complô mesmo”, disse Daniela na gravação.

Adriano foi morto em 09 de fevereiro de 2020 em operação policial no interior da Bahia. Além das acusações de chefiar a maior milícia do Rio de Janeiro, ele era suspeito de envolvimento com esquema de “rachadinha” no gabinete do então deputado Flávio Bolsonaro (PL) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Leia Também

Viúva de Adriano da Nóbrega revela quem mandou matar Marielle, diz revista

Viúva de Adriano da Nóbrega está prestes a fechar delação premiada, diz colunista

Jair Bolsonaro foi procurado por comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega, diz Intercept

Bolsonaristas na PM da Bahia executaram Adriano da Nóbrega, diz colunista

A fortuna de Adriano da Nóbrega, o miliciano ligado aos Bolsonaro

Adriano da Nóbrega fazia parte de núcleo executivo das rachadinhas de Flávio Bolsonaro, diz MP

Valeixo admite que PF foi consultada “por canal não apropriado” na captura de Adriano da Nóbrega

0 Comentário