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terça-feira, 13 de setembro de 2022

Corrupção bolsonarista, capítulo 10. Com pandemia, com corrupção e sem Deus no coração. A destruição do Brasil

 

Do Canal de Bob Fernandes:



Confira a série completa: https://www.youtube.com/playlist?list... CRÉDITOS Direção Geral: Bob Fernandes Direção Executiva: Antonio Prada Produção: Eliano Jorge Edição: Mikhael Theodoro Arte e Vinhetas: Lorota Música de abertura e encerramento: Gabriel Edé Este é um vídeo do canal de Bob Fernandes. Vídeos novos todas terças e quintas, sempre, e demais postagens a qualquer momento necessário.

terça-feira, 7 de setembro de 2021

Bolsonaro depende de golpe de Estado para permanecer no poder (e não ir preso), diz Kennedy Alencar

 

Para o jornalista, é caso de se pensar se há espaço para terceira via ou se a frente ampla contra o fascismo poderia se dar em torno de Lula

Jornal GGN Jair Bolsonaro depende de um golpe de Estado para permanecer no poder, avalia o jornalista Kennedy Alencar em sua coluna no UOL desta segunda (6).

Sem competência para gerir a crise econômica, com a família mergulhadas em suspeitas de corrupção, uma pandemia sem previsão para acabar e pesquisas de opinião indicando a vitória de Lula em 2022, não há outra saída para o extremista de direita que não passe por aumentar o tom das ameaças contra as instituições.

Os filhos “têm uma vida patrimonial inexplicável” perante as autoridades e “há farta munição para a Justiça mandar Bolsonaro à prisão”. O medo do cárcere é o que move o presidente, segundo noticia a imprensa há algumas semanas.

Bolsonaro fará de tudo para se manter no poder com um segundo mandato. Mas, na visão de Alencar, o plano autoritário “também tende a fracassar. No Brasil, não há condições objetivas de sucesso devido ao desastre na economia, na política, na área social, no meio ambiente e na pandemia.”

Isso não significa que a parcela da sociedade que defende a democracia pode cochilar ou esperar um refresco após os atos de 7 de setembro. Depois da marcha, “o Brasil viverá em clima de confronto até as eleições de outubro do ano que vem. (…) Nesse cenário, os democratas terão de disputar a política, as redes sociais e as ruas com Bolsonaro e seus fascistas. Não haverá outra forma de salvar a democracia”, sugeriu o jornalista.

Para ele, inclusive, é caso de se pensar se há espaço para terceira via ou se a aliança ampla contra o fascismo poderia se dar em torno de Lula. “Uma união de todos os democratas contra a ameaça autoritária parece ser mais realista.”

Xadrez de Bolsonaro e dos preparativos finais para o golpe, por Luis Nassif

domingo, 22 de agosto de 2021

Talibãsonaro, o gosto amargo na boca dos vitoriosos do golpe de 2016

 

Bolsonaro continua recuando em grande velocidade enquanto espalha cortinas de fumaça para dar a impressão de que pretende avançar

Foto: Carolina Antunes/PR

Por Fabio de Oliveira Ribeiro

Em seu magnífico Ab Urbe Condita Libri, Tito Lívio narra a história da construção e expansão de Roma referindo-se predominantemente aos aspectos militares e políticos dessa façanha. Em certo momento, ele diz que os generais romanos tinham por hábito colocar os soldados entre dois medos. O medo do inimigo deveria, porém, ser sempre menor do que o medo que os próprios generais romanos infundiam nos seus subordinados. Todavia, os soldados também deveriam ser premiados pelo seu esforço e destemor.

Os comandantes militares romanos não desumanizavam apenas seus inimigos chamando-os de bárbaros. Eles desumanizavam seus próprios soldados, reduzindo-os a animais violentos tangidos por dois sentimentos primitivos: temor e ganância. Esses são os dois sentimentos que o presidente brasileiro conhece bem e tem tentado explorar. Assim como premiou os oficiais militares que aderiram ao seu projeto de poder absoluto com aumentos salariais e fatias do Estado que podem ser economicamente explorados mediante corrupção, o Führer bananeiro tenta infundir terror nos seus inimigos.

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A falha na estratégia do Talibãsonaro é evidente. Os militares não tem medo dele. Além disso, ninguém ficou realmente assustado com o desfile de relíquias militares ou com o pedido de Impeachment que ele protocolou no Senado contra um Ministro do STF. Por fim, o que ele oferece ao povo é arroz quebrado e osso para a sopa que será cosida num fogão a lenha, pois o dinheiro do gás foi usado para pagar a “nova” conta de luz.

Bolsonaro continua recuando em grande velocidade enquanto espalha cortinas de fumaça para dar a impressão de que pretende avançar. A irracionalidade da conduta dele é evidente. Num dia ele diz “Eu sou a constituição”, no outro maneja princípios da Constituição Cidadã que revogou ao anunciar ao mundo que a vontade soberana dele é o fundamento único do Estado.

Do ponto de vista estritamente jurídico, o pedido de Impeachment contra o Ministro Alexandre de Morais é risível. O Führrer bananeiro quer punir um magistrado que se recusou a deixar de ser um guardião do sistema constitucional. Um Ministro cujas decisões contra o Talibãsonaro têm sido respaldadas pela maioria da Suprema Corte. Na prática, o requerimento protocolado no Senado só tem valor como prova de mais um crime de responsabilidade presidencial, pois o que ele pretende é impedir o STF de exercer com liberdade a fatia de poder que lhe compete.

O Fake Impeachment é uma encenação dentro de uma encenação dentro de uma encenação. Ele será rapidamente descartado pelo presidente do Senado, que aliás já decidiu frear o Talibãsonaro interrompendo o processo de nomeação do novo Ministro do STF indicado pelo presidente brasileiro. 

Esse é apenas mais um capítulo da Ópera Bufa de Erros em curso: Bolsonaro exige uma submissão total que não pode obter; o STF se recusa a interromper a marcha da insanidade dando andamento nas denúncias de genocídio feitas contra o presidente brasileiro; o Senado certamente não tratará esse novo ataque contra o STF como um crime de responsabilidade e; o Exército esqueceu que foi obrigado a expulsar um capitão nos anos 1980.

“Tocata e Fuga da Realidade”, essa foi a abertura magistral da Ópera Bufa de Erros: liderando um grupo de empresas de comunicação, a Rede Globo derrubou Dilma Rousseff criando o vácuo político que sugou Bolsonaro para a presidência; durante a campanha, o Estadão disse que um fascista ladrão era igual a Fernando Haddad; o TSE não cassou rapidamente a chapa presidencial que se elegeu propagando Fake News; Itaú, Bradesco e Santander resolveram incrementar seus lucros mediante a destruição do país.

O ato final da Ópera Bufa de Erros será “O Triunfo da Tragédia”: Bolsonaro deseja um fim cataclísmico com prisões e torturas em massa, tempestades de mísseis e de tiros de canhão nos seus inimigos, mas terminará sendo internado num Hospício; o Mercado queria lucros fabulosos e afundou o Brasil numa depressão econômica inflacionária; os evangélicos sonhavam com o poder e ficarão impotentes. Não há vencedores numa situação de perda/perda. Todos seremos perdedores.

Perderam os brasileiros que ficaram mais pobres. Perderam os militares que se tornaram mais odiáveis e menos confiáveis. Perderam as empresas de comunicação que lutam para não falir durante uma crise que elas mesmas plantaram ao forçar o país a derrubar uma presidente honesta para colocá-lo nas mãos de um insano semi-analfabeto. Perderam os evangélicos, cujos templos arrecadam menos dinheiro em decorrência do fracasso neoliberal. Perderam os industriais cujas indústrias foram fechadas. Perderam os comerciantes cujos lucros declinaram. Perderam, enfim, os membros do sistema de justiça que serão eternamente vistos como coautores de uma Ópera Bufa de Erros ou como incapazes de agir para impedir o colapso da sanidade mental de uma nação.

Só não perderam os humoristas. Eles terão material de sobra para crias piadas, escrever peças, produzir esquetes engraçados para nos fazer rir. Porque rir é sempre melhor do que chorar. E algumas vezes, as lágrimas são provas inúteis de emoções que podem ser fingidas (como aquelas da atriz que se dizia aterrorizada com o comunismo do PT e que perdeu 500 mil reais tentando ganhar mais dinheiro de maneira rápida sem qualquer risco).

No Brasil, o neoliberalismo pós-Lula/Dilma é uma grande pirâmide que somente causou prejuízo. Não por acaso seu principal beneficiário (o Ministro Paulo Guedes certamente ficou mais rico nos últimos anos) tem dito que o fracasso dele é culpa de Lula. Suponho que após o gran finale da nossa Ópera Bufa de Erros os principais atores políticos/militares/financeiros/corporativos implorarão por uma nova Anistia, ampla geral e não restrita ao centro duro do Talibãsonaro. Como se nós pudéssemos esquecer 600 mil mortos ou perdoar os prejuízos democráticos que tivemos que experimentar desde 2016. Se estivesse vivo Tito Lívio ficaria aliviado ao ser contratado para escrever a História do Fracasso da última flor do Lácio.

Fábio de Oliveira Ribeiro, 22/11/1964, advogado desde 1990. Inimigo do fascismo e do fundamentalismo religioso. Defensor das causas perdidas. Estudioso incansável de tudo aquilo que nos transforma em seres realmente humanos.

Este texto não expressa necessariamente a opinião do Jornal GGN

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sexta-feira, 18 de setembro de 2020

PF investiga "governo" Bolsonaro por financiar sites que pedem ditadura

 

Investigação da Polícia Federal apontou pela primeira vez indícios de que o governo Jair Bolsonaro teria financiado pessoas e páginas na internet para estimular ataques contra a democracia e instituições, como o STF e o Congresso

Bolsonaro discursa em ato, em Brasília, em que manifestantes pediam intervenção militar

Bolsonaro discursa em ato, em Brasília, em que manifestantes pediam intervenção militar (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino | Reprodução)

247A investigação da Polícia Federal no âmbito do inquérito sobre a realização de manifestações e atos antidemocráticos apontou pela primeira vez indícios de que o governo Jair Bolsonaro teria financiado pessoas e páginas na internet que estimularam o ataque contra instituições, como o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional. Segundo reportagem do jornal O Globo, a investigação agora caminha para apurar se verbas da publicidade oficial teriam sido empregadas para estimular os ataques. 

A CPMI das Fake News descobriu os indícios e remeteu à PF informações de que a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) utilizou parte da verba da publicidade oficial em sites e páginas da internet ligadas à extrema direita responsáveis por estimular os atos contra a democracia.

No relatório sobre o caso, a delegada Denisse Dias Ribeiro ressalta que o objetivo da investigação é descobrir se integrantes do governo teriam atuado de forma deliberada ou por omissão no financiamento das páginas investigadas. 

“A investigação tem o objetivo de checar se essa ocorrência se deu por culpa ou por ação ou omissão deliberada de permitir a adesão da publicidade do governo federal, e a consequente monetização, ao conteúdo propagado”, destaca a delegada no relatório. “Outro ponto a ser elucidado (e que complementarão a análise do material já em curso) é se essa conduta ocorreu por vínculos pessoais/ideológicos entre agentes públicos e os produtores de conteúdo ou mesmo por articulação entre ambos”, completa.

Ainda conforme o relatório da PF, foram descobertos “vínculos, ainda não totalmente esclarecidos”, ligando os grupos investigados ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, comandado por Damares Alves. 

O documento ressalta que uma das líderes do grupo de extrema direita autointitulado “300 do Brasil”, Sara Giromini, conhecida como Sara Winter,  ocupou um cargo ministério e foi  exonerada “apenas em 15 de outubro de 2019”. Além dela, a investigação também cita o nome de Sandra Mara Volf Pedro Eustáquio, mulher do blogueiro Oswaldo Eustáquio, que ocupa uma cargo na Secretaria Nacional de Políticas de Promoção de Igualdade. Um ex-funcionário terceirizado, Renan Sena, também é alvo da investigação. 


terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Suástica no boteco e a PM não incomoda o nazifascista fazendeiro. Cartaz antifacista em jogos e a PM exige a retirada do mesmo para não ofender bolsonaristas. Galinhas verdes do integralismo retornam das trevas, ONU diz que Brasil viola tratado contra a tortura. Estes e outros temas correlatos na análise de Bob Fernandes



Do Canal do analista político Bob Fernandes:

Vídeos: Integralistas em SP (Reprodução/Estadão) Posse de Ernesto Araújo (Reprodução/Ministério das Relações Exteriores) Botafogo Antifascista (Reprodução/Botafogo Antifascista)
CRÉDITOS Direção Geral: Bob Fernandes Direção Executiva: Antonio Prada Produção: Pletora Edição: Gabriel Edé Sonoplastia: Gabriel Edé Câmera: Miguel Breyton Som: Miguel Breyton Arte e Vinhetas: Lorota Música de abertura e encerramento: Gabriel Edé Este é o canal de Bob Fernandes. Vídeos novos todas terças e quintas, sempre, e demais postagens a qualquer momento necessário.