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segunda-feira, 13 de junho de 2022

ICL NOTÍCIAS COM PEDRO SERRANO, JESSÉ SOUSA, TEREZA CAMPELLO, JUCA KFOURI e IVAN VALENTE: TRAIDOR DA PÁTRIA: BOLSONARO PEDE INTERVENÇÃO DOS EUA NAS ELEIÇÕES BRASILEIRAS PARA SE MANTER NO PODER

 

Do Canal de Eduardo Moreira:



Pedro Serrano é bacharel, Mestre e Doutor em Direito do Estado pela PUC/SP com Pós-Doutoramento em Teoria Geral do Direito, em Ciência Política pelo Institut Catholique de Paris e em Direito Público pela Université Paris Nanterre; Professor de Direito Constitucional e Teoria Geral do Direito na graduação, mestrado e doutorado da PUC/SP. Ivan Valente é um engenheiro, professor e político brasileiro filiado ao Partido Socialismo e Liberdade. Exerceu o cargo de presidente nacional do PSOL, partido pelo qual é deputado federal no Estado de São Paulo. Tereza Campello é economista, titular da Cátedra Josué de Castro de Sistemas Alimentares Saudáveis e Sustentáveis/USP, professora visitante da Faculdade de Saúde Pública/USP, e do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas em Saúde da Escola Fiocruz de Governo.

domingo, 9 de maio de 2021

Fuga de Pazuello, que agora também se esconde atrás da patente, é ‘covardia’, diz Jânio de Freitas em sua coluna na Folha

 


Jornal GGN A se julgar pelas primeiras sessões da CPI da Covid-19, tudo indica que a investigação pode trazer resultados importantes, e a cobrança por resultados também pode ser vista no medo e na fragilidade dos bolsonaristas.

Contudo, a postura de ‘não me toques’ que protege os militares não deve ser a mesma a recair no ex-ministro Eduardo Pazuello, como explica o jornalista Jânio de Freitas em sua coluna no jornal Folha de São Paulo.

O articulista ressalta as recentes atitudes de Pazuello para evitar depor à CPI – como afirmar que teve contato com pessoas contaminadas com covid-19, mesmo que tenha recebido o ministro Onyx Lorenzoni em sua casa pouco tempo depois de ter seu depoimento remarcado.

“Militares valendo-se do Exército para fugir da responsabilidade por seus atos, convenhamos, até parece parte da concepção de ética militar”, pontua o articulista, lembrando que tal praxe foi construída pelos generais ao longo dos anos. “A fuga de Eduardo Pazuello vai além: não vem da arrogância infundada, ou de uso do Exército para se imaginar acobertado por conveniência da instituição. É covardia, a mesma covardia que o impediu de repelir ordens contrárias ao bom senso, ao dever do cargo e à vida de milhares”.