Mostrando postagens com marcador fascismo e golpismo bolsonarista. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fascismo e golpismo bolsonarista. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 24 de abril de 2023

Ricardo Noblat: O bando dos 7 agentes (militares indicados por Heleno ao GSI e, portanto, eminentemente bolsonaristas) do GSI que recepcionou os golpistas de 8/1

 

Foram 9 os militares do Gabinete de Segurança Institucional da presidência filmados pelo circuito interno de câmeras do palácio; desses, 7, pelo menos, eram da total confiança de Bolsonaro.

Do Portal Metrópoles:

O bando dos 7 agentes do GSI que recepcionou os golpistas de 8/1

Para não arriscar a vida, limitaram-se a administrar a crise

 atualizado 24/04/2023 6:00


Reprodução
Se foram escolhidos a dedo para cuidar da tarefa, não se sabe. Mas talvez não houvesse pessoas mais indicadas para recepcionar os golpistas que invadiram em 8 de janeiro o Palácio do Planalto.

Foram 9 os militares do Gabinete de Segurança Institucional da presidência filmados pelo circuito interno de câmeras do palácio; desses, 7, pelo menos, eram da total confiança de Bolsonaro.

O capitão José Eduardo Natale, por exemplo, “o camisa branca” que deu de beber água aos golpistas que tinham sede, viajou com Bolsonaro à Rússia em fevereiro do ano passado.

O general Carlos Feitosa Rodrigues também viajou a Moscou. Foi dele o informe emitido na véspera do golpe que reduziu o contingente de agentes de plantão no domingo.

Natale esteve em agosto com Bolsonaro em Juiz de Fora, no lançamento de sua candidatura à reeleição. Foi ali, em 2018, que Bolsonaro levou uma facada e disparou nas pesquisas eleitorais.

O coronel Wanderli Baptista da Silva Jr viajou com Bolsonaro em outubro para a abertura de mais uma Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova Iorque.

Foi a ele que o general Gonçalves Dias, ministro do GSI, deu ordem para que prendesse os invasores do palácio. Outros que acompanharam Bolsonaro em viagens:


* Alexandre Amorim;

* André Luiz Garcia Furtado;

* Alex Marcos Barbosa Santos; e

* Laércio da Costa Jr.


Todos disseram em depoimento à Polícia Federal que não reagiram à invasão para não arriscar a vida. Estavam em desvantagem diante dos golpistas.

Então, optaram apenas por “administrar a crise”.



terça-feira, 2 de agosto de 2022

Fachin: Ataque às urnas só interessa a quem não tem o voto da maioria

 

"Quem vocifera não aceitar resultado diverso da vitória não está defendendo auditoria das urnas, está defendendo interesse próprio"

O presidente do TSE, Edson Fachin. Foto: Agência Brasil
O presidente do TSE, Edson Fachin. Foto: Agência Brasil


GGN. - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Edson Fachin, abriu a retomada dos trabalhos na corte eleitoral nesta segunda, 1º de agosto, com um discurso voltado à defesa do sistema eleitoral e em resposta aos ataques de Jair Bolsonaro à segurança das urnas.

Sem citar Bolsonaro nominalmente, Fachin disse que “desqualificar a segurança das urnas eletrônicas tem, a rigor, um único objetivo: tirar dos brasileiros a certeza que seu voto é válido e sua vontade foi respeitada.”

Além disso, “quem vocifera não aceitar resultado diverso da vitória não está defendendo auditoria das urnas, está defendendo interesse próprio de não ser responsabilizado pela inaptidão de não ser votado pela maioria da população.”

Fachin fez questão de frisar que o sistema eleitoral brasileiro é “seguro e confiável” e que todos os políticos em mandato, incluindo o presidente da República, “auferiram os votos recebidos nas urnas”.

O presidente do TSE disse que não economizará esforços para defender a democracia. Ele informou que, hoje, 84 entidades fiscalizadoras participaram de um encontro para debater a transparência das eleições.

No final, Fachin fez um apelo ao eleitorado brasileiro: “Projetam seu direito constitucional de votar em quem quiser e pelo motivo que achar justo. Não cedam aos discursos que apenas querem espalhar notícias falsas e violência. O Brasil é maior que a intolerância e violência. A função do TSE é garantir a liberdade de voto e que ele será computado. (…) Paz e segurança, é o que almejamos.”

Mais cedo, o ministro Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal, reabriu o ano judiciário após o recesso de julho com um discurso sobre civilidade e respeito nas eleições, para terminar 2022 “sem incidentes”.

Leia também: Fux defende as urnas e apela por “civilidade” nas eleições, para encerrar 2022 “sem incidentes”