Aldous Huxley (1894-1963) e George Orwell (1903-1950) foram dois geniais escritores que, observando a evolução de seu tempo (o século XX) e o uso massivo pelos governos, empresários e polpiticos dos meios midiáticos, preocuparam-se com o futuro da democracia. Um e outro viram aspectos negativos do uso dos meios de comunicação de massa para manipular a opinião pública de modo a torná-la passiva, submissa e apática. Se vermos o exemplo da grande mídia brasileira e suas seis poderosas famílias e seus sistemas afiliados nas mãos de outras famílias de políticos, todos da mais profunda ligação com a Direita, veremos que ambos acertaram em cheio... Assistam o vídeo abaixo, onde esta conclusão ficará mais clara e boas reflexões. - Carlos Antonio Fragoso Guimarães
Mostrando postagens com marcador atualidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador atualidade. Mostrar todas as postagens
sábado, 16 de julho de 2016
Aldous Huxley e George Orwell sobre Golpes, Políticos, Poder e Manipulação Midiática em um vídeo didático
Marcadores:
1984,
Admirável Mundo Novo,
Aldous Huxley,
alienação,
atualidade,
classe dominante,
George Orwell,
golpismo,
manipuação,
Mídia,
pão e circo,
pensamentos,
Rede Globo,
submissão,
televisão,
vídeo
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
sábado, 4 de abril de 2015
Jesus, o perigoso Subversivo
texto de
Carlos Antonio Fragoso Guimarães
Sua pregação e, mais ainda, seu modo de vida foram interpretados como subversivos e sua mensagem e exemplos, como questionamentos do status quo das elites de seu tempo e, portanto, um perigo às forças de ocupação romanas e à burocracia judaica do Templo de Jerusalém, associadas aos primeiros.
Por sua mensagem ter repercutido em meio aos excluídos, aos marginalizados e ao povo, seu movimento de renovação das mentalidades tornou-se um verdadeiro escândalo para às forças opressoras e, assim, Jesus de Nazaré foi condenado publicamente à uma dolorosa e vergonhosa morte, sob duplo julgamento das elites da judeia e das forças do imperialismo dominante de então: Roma. Tudo isto simplesmente porque este homem pregava o amor, a fraternidade, a igualdade e a dignidade dos excluídos, dos pobres, dos que sofrem como consequencia de uma sociedade doente. Desde então, todos os que lutam pela igualdade, pela paz, pela renovação social são igualmente atacados, a maior parte sendo assassinada, tendo, depois, as suas memórias apossadas e deturpadas pelas mesmas forças que os perseguiram e mataram, fazendo-se muitas vezes, intérpretes e representantes das mensagens originais, distorcendo-as em proveito próprio...
Por pregar e exemplificar a fraternidade e o reconhecimento da importância humana, sem fazer distinções de classe, credo ou nível social, nem cobrar dízimos ou reconhecimento, Jesus se tornou o exemplo paradigmático do pacifista que é assassinado pelos grupos dominantes ou poderosos, como ocorreria mais tarde com tantos outros, como Jan Huss, Giordano Bruno, Gandhi, Martin Luther King, etc. e ainda teve sua vida e exemplos manipulados pelos mesmos poderosos grupos, posteriormente, para a manipulação de consciências em proveito próprio, num histórico que vai do Imperador Constantino aos atuais pastores midiáticos.
Hoje sua vida, nascimento e morte transformaram-se em pretextos secundários para um imenso comércio, em grande parte pela ação de muitos dos que se dizem "cristãos" e se julgam "salvos".
Porém, em sua sabedoria e conhecimento das limitações humanas, o próprio Jesus já havia alertado de que ninguém é mais especial ou tem mais vantagens diante de Deus por gritar "Senhor, Senhor", mas tão somente aqueles que fizerem boas obras em favor de seu semelhante, tornando-se expressão e ação do amor, sejam ou não cristãos (confira em Mateus 25: 41-45).
Marcadores:
atualidade,
Carlos Antonio Fragoso Guimarães,
conservadores,
Cristo,
crítica,
elites,
exemplo,
fariseus,
Jesus,
Justiça Social,
morte violenta,
política,
quem luta pela Paz,
Revista Veja,
socialismo
Assinar:
Postagens (Atom)



