sábado, 20 de junho de 2026

O 2º tempo da Lava Jato 2: a orientação do mercado, grande mídia e André Mendonça no caso Jaques Wagner em artigo de Luís Nassif

 

Entre a cautela jornalística e o método Lava Jato, a diferença está no respeito ao julgamento dos fatos.

Do Jornal GGN:

O 2º tempo da Lava Jato 2: o caso Jaques Wagner, por Luís Nassif


    Jaques Wagner em foto de Edilson Rodrigues - Agência Senado



É alto o preço da ingenuidade política das chamadas forças progressistas ou democráticas. Até hoje não entenderam que a escandalização é uma arma usada historicamente pela direita e pelo Departamento de Estado norte-americano.

Os mais velhos hão de lembrar da Cruzada contra a Corrupção de um tal padre Peyton, que percorria o Brasil financiado pela Grace — empresa de dois irmãos irlandeses, católicos, radicados nos Estados Unidos e representantes da Caterpillar no país. Ou, mais recentemente, da Lava Jato.

Independentemente do que é fato, do que é narrativa, não se pode perder de vista o objetivo político final das campanhas moralistas. Sem identificar esses interesses, seremos apenas patos na Lagoa, à mercê dos tiros e vazamentos.

Peça 1 — o primeiro tempo da Lava Jato 2

Quando o caso Master explodiu, a relatoria no Supremo Tribunal Federal coube a Dias Toffoli. De imediato, ele foi bombardeado por vazamentos que apontavam ligações de fundos do Master com um empreendimento do qual participava.

Caiu todo mundo de pau sobre ele — inclusive veículos da imprensa alternativa. Afinal, não se pode compactuar com a corrupção, não é mesmo?

O detalhe que se omitia: na relatoria, Toffoli atuava corretamente. Percebeu o vazamento de informações na perícia dos celulares e tentou trazer a perícia para o STF, indicando peritos da própria PF — tecnicamente respeitados e sem vínculo com a Lava Jato. Foi esmagado pela campanha anticorrupção.

Diariamente, O Globo atacava Toffoli e insinuava interferências dele nas investigações, em matérias de uma falta de objetividade ímpar. Se demorava a agir, “a PF está incomodada com a demora”. Se acionava o inquérito em regime de urgência, “a PF está incomodada com a pressa”.

Era nítido que as denúncias funcionavam como mero instrumento para retirar a relatoria de Toffoli, enfraquecer o STF e entregar as rédeas da operação ao grupo lava-Batista da PF. Jogo pesado, cuja arma principal foi o contrato da esposa de Alexandre de Moraes com o Master. O contrato existe, de fato — mas sua origem foi falsificada: atribuiu-se o documento à perícia nos celulares de Daniel Vorcaro e, depois, jamais se confirmou essa perícia específica. Ou seja, o contrato chegou por outras fontes, e a jornalista mentiu ao atribuí-lo à perícia.

Bastou Toffoli renunciar à relatoria, e o caso caiu para o ministro André Mendonça, que incontinente ordenou a quebra do sigilo bancário de Fábio Luís Lula da Silva e proibiu o acesso do delegado-geral da PF à operação. Seguiu-se a mais explícita manipulação: a banda lava-Batista da PF divulgou a movimentação da conta ao longo de quatro anos. Era óbvio o objetivo — produzir um número altissonante para alimentar as manchetes.

Nada de ilegal se comprovou nas movimentações. Não estivesse o STF na defensiva, certamente Mendonça responderia por abuso de autoridade. O caso morreu, mas continuou vivo no imaginário popular.

Esses fatos — a insistência em repetir as denúncias diariamente, enquanto os principais envolvidos com o Master eram poupados — explicitaram o viés político da operação e obrigaram a um recuo.

Peça 2 — o intervalo para reorganizar a estratégia

Preparou-se, então, o segundo tempo: avançar sobre personagens centrais do caso Master que não pertencessem à frente bolsonarista.

Foi aí que surgiu o senador Ciro Nogueira, político que se blinda de denúncias oferecendo furos e futricas a jornalistas da cobertura política. Esqueceram Fábio Luís, passaram a citar Toffoli e Mendonça apenas de passagem e seguiram poupando Ibaneis Rocha. Nenhuma figura central do bolsonarismo apareceu — até explodir o áudio da conversa de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro.

Pessoal, um mínimo de raciocínio político! Onde o áudio foi encontrado? Obviamente, no celular de Daniel Vorcaro. Quem controlava os celulares? A perícia da PF. E por que o vazamento se deu por um veículo da imprensa alternativa, o The Intercept, e não por O Globo e demais parceiros de sempre?

O episódio dispersou energias e obrigou a concentrar fogo no filme de Bolsonaro enquanto se preparava o segundo tempo.

Peça 3 — o segundo tempo da Lava Jato 2

Jaques Wagner estava no foco da operação desde o primeiro momento, já que o Credcesta — empresa que o Master usou para explodir seu crédito consignado — resultou de uma privatização do governo baiano.

Mas, depois de deixar os rastros da politização na investida sobre Fábio Luís, os vazamentos estavam desmoralizados. A operação concentrou-se, então,  nos personagens do Centrão e esperou esvaziar a repercussão do caso Flávio Bolsonaro. O caso Wagner ficou na prateleira, à espera do segundo tempo.

A essa altura, a Operação Master já era um chuveiro de vazamentos — a ponto de procuradores ligados à Procuradoria-Geral da República alertarem para a imprudência de Mendonça ao autorizar a divulgação de investigações em andamento, com risco de prejudicar a própria apuração.

Com a legitimidade supostamente restaurada pelas incursões contra o Centrão — embora sem nenhum movimento em relação a Eduardo e Flávio Bolsonaro ou outras figuras centrais do bolsonarismo —, a Lava Jato 2 inaugura o segundo tempo tirando a prateleira  as denúncias contra Jaques Wagner, personagem relevante no universo petista e no governo Lula.

Peça 4 — as denúncias contra Jaques Wagner

Não cometerei a leviandade de afirmar que Wagner é culpado ou inocente. Jornalismo sério publicaria os vazamentos com todas as ressalvas necessárias, daria a palavra ao acusado e aguardaria o julgamento antes de formular juízo de valor. O padrão Lava Jato, ao contrário, consiste em inundar o noticiário com denúncias, insinuações e suposições, até consolidar a convicção.

Vale, então, separar o que é fato do que é tese.

O que há de objetivo (fato processual, apreensão ou prova material)

O que está materialmente estabelecido é, em boa parte, processual e probatório — não conclusivo quanto ao crime:

  • A 9ª fase foi deflagrada em 18 de junho, com 18 mandados de busca e apreensão na Bahia, em São Paulo e no Distrito Federal, autorizados pelo STF.
  • Houve apreensão física: US$ 49 mil e 13 relógios em endereços ligados a Wagner.
  • Existe uma mensagem interceptada no aparelho de Augusto Ferreira Lima em que o parlamentar envia o contato do gerente da construtora e informa a unidade e o preço do imóvel: “a unidade é a 1702 e o preço é 2,45 mi”.
  • A base probatória citada por Mendonça é objetivamente listada: mensagens eletrônicas, áudios, registros de chamadas, documentos contratuais, comprovantes de transferência, registros societários e planilhas de pagamentos obtidos em aparelhos apreendidos nas fases anteriores.

A versão de Wagner

Como manda o ofício, a palavra ao acusado: Wagner sustenta que a intervenção de Augusto Lima serviu apenas para reservar o apartamento à sua filha, enquanto ele providenciava a venda de um imóvel para assumir o contrato. É a sua explicação — não prova material, mas tampouco pode ser suprimida do noticiário.

O que é suposição, imputação “em tese” ou inferência

Aqui está o grosso da narrativa acusatória — ainda não comprovada:

  • A qualificação central é explicitamente hipotética: Wagner é “apontado pela Polícia Federal como suposto beneficiário central das vantagens econômicas investigadas”. “Suposto beneficiário” é tese, não fato provado.
  • O valor de R$ 8,35 milhões em suposto recebimento é estimativa da PF, não montante comprovadamente recebido por ele.
  • O nexo de contrapartida — a ideia de que a atuação parlamentar (consignado/Lei 14.431, PEC 65 sobre o FGC, operação Master/BRB) foi troca por vantagem — permanece hipótese: os investigadores “tentam esclarecer” se o senador atuou em favor das pautas de interesse do Master. O próprio verbo denuncia que o vínculo causal não está fechado.
  • A tipificação penal é condicional: apura-se, “em tese”, corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
  • A “relação antiga e de confiança” é inferência interpretativa: Mendonça diz que os autos apontam relação próxima e de elevado grau de confiança, “circunstância que poderia ter facilitado tratativas”. “Poderia ter facilitado” é construção probabilística.

O eixo decisivo, portanto, não é a existência dos repasses — que aparecem documentados —, mas o nexo de imputação a Wagner pessoalmente e a causalidade entre dinheiro e atuação parlamentar. E é exatamente nesses dois pontos que o material divulgado segue operando no campo do “em tese”.

É desmoralizador para toda a corporação da PF, que se utilizem vazamentos e se façam imputações baseadas em teses, suposições.

Mas a ofensiva do PADPF (Partido da Associação dos Delegados da Polícia Federal) foi eficiente no trabalho de enfraquecer o Supremo. Com as facilidades, aliás, proporcionadas pela atuação de Dias Toffoli e Alexandre Moraes.

LEIA TAMBÉM:


Portal do José: A estranha orientação do terrivelmente evangélico André Mendonça no direcionamento da PF no caso Master: o objetivo principal é o desviar, com a ajuda da "grande mídia" empresarial, a atenção de Flávio Bolsonaro para Jacques Wagner visando atingir Lula...

 

Do Portal do José:




sexta-feira, 19 de junho de 2026

Canadá Diário: LULA ENQUADRA TRUMP APÓS FALA BIZARRA SOBRE “BOLSONARO JR.”: O BRASIL VIROU ALVO? 😱 🇧🇷 🇺🇸

 

   Durante o G7, Donald Trump protagonizou uma das falas mais bizarras, perigosas e constrangedoras envolvendo o Brasil. O presidente dos Estados Unidos falou sobre “Bolsonaro Jr.”, confundiu Eduardo Bolsonaro com Flávio Bolsonaro, misturou condenação judicial com disputa eleitoral, falou de uma prisão que não aconteceu e ainda tentou pintar o Brasil como um país “perigoso politicamente”.

    Mas isso foi apenas ignorância? Foi uma gafe absurda de Trump? Ou existe uma estratégia mais profunda por trás dessa confusão?





Neste vídeo, analisamos o que Trump disse no G7, como Lula reagiu, o que a imprensa internacional publicou sobre o caso e por que essa fala interessa tanto ao bolsonarismo. A Reuters registrou Lula dizendo que Trump deve ficar fora das eleições brasileiras. A Associated Press destacou a confusão de Trump entre Eduardo Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e o tal “Bolsonaro Jr.”. A Al Jazeera também repercutiu a reação de Lula contra qualquer tentativa de interferência estrangeira no Brasil.

O caso é muito maior do que uma frase maluca. Trump falou do Brasil como se estivesse repetindo propaganda bolsonarista mal decorada. Ele transformou um processo judicial em narrativa de perseguição, confundiu nomes, distorceu fatos e entregou para a extrema direita brasileira exatamente o que ela queria: uma fala internacional para alimentar a tese de que a família Bolsonaro estaria sendo perseguida.

Neste vídeo, você vai entender:

O que Trump realmente falou no G7 sobre o Brasil
Por que a fala sobre “Bolsonaro Jr.” é tão absurda
Como Trump confundiu Eduardo Bolsonaro e Flávio Bolsonaro
Qual foi a reação de Lula
O que a imprensa internacional publicou sobre o caso
Por que isso ajuda a narrativa bolsonarista
Como a extrema direita usa desinformação para transformar processos judiciais em perseguição política
Por que essa fala pode ser vista como uma tentativa de interferência no debate eleitoral brasileiro.

A pergunta central é: Trump é apenas um completo ignorante falando sobre um país que não entende, ou essa confusão faz parte de um método político muito mais sombrio?

Porque quando o presidente dos Estados Unidos inventa uma prisão, distorce um caso judicial, fala de eleição brasileira e repete a narrativa de uma família acusada de golpismo, o problema deixa de ser apenas uma gafe. Vira um alerta.

O Brasil não é quintal eleitoral de Trump. A eleição brasileira se decide no Brasil. O Judiciário brasileiro não pode virar alvo de propaganda da extrema direita internacional. E a soberania brasileira não pode ser tratada como detalhe descartável por um presidente estadunidense que fala muito, ouve pouco e age como imperador.

Assista até o fim e comente: Trump apenas se confundiu ou estava ajudando a extrema direita brasileira?


Portal do José: ESTRANHO! PF E A GRANA VIVA: OPERAÇÃO ATINGE SENADOR! ALERTA! MORAES: BOLSONARO RETORNARÁ A PAPUDA

 

Do Portal do José:




César Calejon entrevista o professor LEONARDO TREVISAN sobre LULA NO G7 + A ESTRATÉGIA DO IRÃ

 

Do Canal de Cesar Calejon:



Reinaldo Azevedo – Trump ameaça o Brasil, e Flávio, o “moderado”, sugere que pode metralhar o PT

 

Da Rádio BandNews FM:




Canadá Diário: O que a imprensa internacional revela: EDUARDO BOLSONARO CONDENADO VIROU CASO DE ATENÇÃO GLOBAL! 😱 🇧🇷

 A imprensa internacional olhou para a condenação de Eduardo Bolsonaro e enxergou algo muito maior do que mais um problema jurídico da família Bolsonaro.

Do Canal Canadá Diário:


Jornais e agências de vários países trataram o caso como um símbolo da nova ultradireita global: políticos que falam em patriotismo, mas buscam apoio fora do país quando as instituições nacionais começam a cobrar responsabilidade.

Neste vídeo, analisamos como veículos internacionais como Reuters, Associated Press, The Guardian, The Times, Deutsche Welle, El País, Huffington Post Espanha, Al Jazeera e outros meios estrangeiros retrataram o julgamento e a condenação de Eduardo Bolsonaro.

O ponto central é explosivo: segundo a cobertura internacional, Eduardo Bolsonaro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal por sua atuação nos Estados Unidos para tentar pressionar o julgamento de Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe. A imprensa estrangeira destacou o lobby em Washington, a aproximação com o entorno de Donald Trump, as sanções contra autoridades brasileiras, tarifas contra o Brasil e a acusação de coação no curso do processo.

O caso ganhou repercussão mundial porque revela uma contradição profunda do bolsonarismo. Durante anos, a extrema direita brasileira falou em soberania, patriotismo e defesa do Brasil. Agora, a imprensa estrangeira mostra um filho de Bolsonaro acusado de procurar pressão de uma potência estrangeira contra instituições brasileiras.

Este vídeo não é apenas sobre Eduardo Bolsonaro. É sobre o que a condenação dele revela sobre o projeto bolsonarista, sobre a ligação entre bolsonarismo e trumpismo, sobre a ultradireita internacional e sobre como o Brasil passou a ser observado pelo mundo depois da tentativa de golpe, da condenação de Jair Bolsonaro e da atuação de seus aliados fora do país. Aqui você vai ver um resumo crítico, investigativo e opinativo da reação da imprensa internacional, com foco no que foi publicado fora do Brasil. O objetivo é entender como o mundo está lendo esse momento político brasileiro e por que a imagem do bolsonarismo ficou ainda mais desgastada no exterior.

A pergunta que fica é simples: quando um político brasileiro busca apoio estrangeiro para pressionar a Justiça do próprio país, isso ainda pode ser chamado de patriotismo?

Comente sua opinião. Você acha que a condenação de Eduardo Bolsonaro enfraquece o bolsonarismo ou apenas radicaliza ainda mais sua base? Neste canal, analisamos política internacional, extrema direita, bolsonarismo, trumpismo, democracia, geopolítica, imprensa estrangeira e a imagem do Brasil no mundo, sempre com visão crítica e informação contextualizada.

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Canadá Diário: A COPA DE TRUMP COMEÇOU COM MEDO, CADEIRAS VAZIAS, VERGONHA MUNDIAL E VITRINE DE PODER! 😱 🇺🇸

 

Do Canal Canadá Diário:

A Copa do Mundo de 2026 começou, mas a imprensa internacional já está tratando o torneio como algo muito maior do que futebol. Donald Trump está no centro de uma enorme polêmica global envolvendo propaganda política, sportswashing, FIFA, imigração, vistos, segurança, preços abusivos, cadeiras vazias e o uso do esporte como vitrine de poder.


Neste vídeo, analisamos como Trump tenta transformar a Copa do Mundo em um palco político mundial. A Reuters publicou que Trump está usando grandes eventos esportivos, incluindo a Copa do Mundo, UFC na Casa Branca, corrida de IndyCar em Washington e a preparação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, como parte de uma estratégia de projeção de força, patriotismo e influência política. A Axios também mostrou que a Copa colide diretamente com a agenda America First, especialmente por causa das restrições de visto, medo de imigração e queda na demanda internacional por viagens aos Estados Unidos.
A questão ficou ainda mais grave com reportagens internacionais mostrando hotéis e companhias aéreas frustrados com a procura abaixo do esperado, torcedores assustados com preços altíssimos, críticas à FIFA, cadeiras vazias em jogos da Copa e uma operação gigantesca de segurança comandada pelo FBI. Enquanto isso, Trump aparece tentando ocupar o centro do espetáculo, misturando esporte, poder, bandeira, Casa Branca, UFC e propaganda política.
Também fazemos uma comparação histórica com os Jogos Olímpicos de Berlim de 1936, quando a Alemanha nazista usou o esporte para vender ao mundo uma imagem de força, ordem e unidade. A comparação não significa dizer que os contextos são iguais, mas mostra um alerta histórico importante: governos sempre entenderam que megaeventos esportivos podem ser usados para esconder crises, controlar narrativas e transformar multidões em cenário político.
Este vídeo mostra como a Copa de 2026 virou um símbolo da era Trump: uma festa global cercada por fronteiras, vigilância, medo migratório, elite financeira, preços abusivos e uma disputa internacional de imagem. O futebol continua sendo paixão popular, mas os bastidores revelam algo muito mais incômodo: a tentativa de transformar o maior evento esportivo do planeta em propaganda de poder.
Assista até o fim e deixe sua opinião nos comentários: Trump está usando a Copa como propaganda política? A imprensa internacional está exagerando? A FIFA se tornou cúmplice desse espetáculo? E a comparação com Berlim 1936 faz sentido como alerta histórico? Temas do vídeo: Trump, Copa do Mundo 2026, FIFA, imprensa internacional, sportswashing, propaganda política, UFC na Casa Branca, Casa Branca, imigração nos Estados Unidos, vistos negados, America First, FBI, segurança na Copa, cadeiras vazias, preços abusivos, Berlim 1936, Olimpíadas da Alemanha nazista, política internacional, geopolítica, extrema direita, Canadá Diário.


Reinaldo Azevedo – Um vice agressivo para Flávio, com Eduardo e Brecht: “Os Fuzis da Senhora Zanatta”

 

Da Rádio BandNews FM: