sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Do Congresso Exposto: Fantasmas, Laranjas e Chocolate: A trajetória de um criminoso (COM PROVAS!)

 

 

Do Canal Congresso Exposto:

O passado que tentaram esconder! Você sabia que as polêmicas começam muito antes do que a maioria imagina? Neste vídeo, nós abrimos a caixa-preta e mostramos todos os detalhes de um histórico chocante. Ele quer ser presidente, mas o que os documentos dizem? 🔍 O QUE VOCÊ VAI VER NESTE VÍDEO: 1️⃣ O Início de Tudo: Como ele foi nomeado funcionário fantasma no Congresso aos 19 anos de idade, recebendo dinheiro público sem sequer pisar lá. 2️⃣ O Esquema no Gabinete: Entenda passo a passo como funcionava o esquema das "rachadinhas" e a contratação de funcionários laranjas para desviar recursos públicos. 3️⃣ A Fantástica Fábrica de Dinheiro: O caso bizarro da loja de chocolates! Como uma simples franquia de shopping foi supostamente usada como máquina para lavar milhões em dinheiro vivo. Tudo isso com base em investigações, relatórios do COAF e dados que a grande mídia já expôs, mas que muita gente já esqueceu!



Qual Brasil surgiria com Flávio Bolsonaro? O alerta de Nassif sobre o perigo

 

Da TV GGN:

Que riscos um governo Flávio Bolsonaro poderia trazer às políticas sociais e à soberania brasileira? Luis Nassif apresenta sua análise sobre o futuro do SUS, das aposentadorias e das conquistas associadas à Constituição de 1988. Neste comentário, o jornalista relaciona juros elevados e ajuste fiscal à pressão sobre gastos sociais. Também discute instituições, regulação econômica e os riscos de enfraquecimento do Estado nacional. Ao projetar esse cenário, Nassif usa a expressão “terra arrasada”.



CAIO FÁBIO FAZ FORTE APELO SOBRE O QUE ESTÁ EM JOGO NO FUTURO DO BRASIL, AMEAÇADO PELOS ABSURDOS DA EXTREMA DIREITA BOLSONARISTA

 

Da Clapnews Brasil:






quinta-feira, 8 de outubro de 2026

A mescla do fascismo com o fanatismo e a hipocrisia na extrema-direita midiótica e néscia brasileira: Entre armas, comprimidos e Bíblia Sagrada: o medo e a confiança no opressor, por Luís Delcides

 

O parlamento e o empate entre Flávio Bolsonaro e presidente Lula é um reflexo do momento tão indefinido e medroso da população brasileira


 Do Jornal GGN:

Entre armas, comprimidos e Bíblia Sagrada: o medo e a confiança no opressor, por Luís Delcides

    Arte na Rua - Nina Pandolfo


por Luís Delcides

Horácio com toda a sua história complicada é o resultado da opressão, fragilidade e dos traumas religiosos. Em vez de autonomia, dependência. Talvez isso explique as escolhas dos mais jovens travestidos de camisas canarinho da seleção brasileira.

Bíblia, cartela de comprimidos para pressão alta e um 38 no coldre. Assim era Horácio, ou “Irmão Horácio”. De corpo volumoso, andar trôpego e com seus 60 anos, circulava pela avenida Satélite aos domingos em direção a penúltima parada da antiga Estrada de Rodagem São Paulo- Ouro fino ( atualmente avenida Sapopemba) para embarcar no falecido Expresso Santa Rita, que vinha do jardim Santo André  em direção a Estação Santo André e depois pegava outro ônibus em direção a São Caetano para chegar a Igreja Batista da Vila Barcelona, localizada à avenida Goiás.

Horácio fazia esse trajeto dominicalmente, sempre às manhãs e no final da tarde e final de noite. Era nos anos 1980 – na época as celebrações religiosas dominicais protestantes noturnas começavam às 19h30 e terminavam 21h30. O Irmão Horácio chegava por volta das 23h00 em sua casa, localizada à Rua Deinos, uma travessa da antiga Rua Altair (atualmente Rua Cadência, na Cidade Satélite Santa Bárbara).

Na época, a avenida Satélite tinha muitos terrenos baldios, e ao final, tinha um espaço abandonado, que era um supermercado que não prosperou no bairro e com a extinção de uma linha que saia da Rua Deinos em direção ao Parque D. Pedro e a transferência de local da segunda linha que saia da mencionada via em direção a Estação Tatuapé do metrô para a Rua Calixto, na parte mais alta do bairro.

Assim, Horácio fazia esse trajeto sempre aos domingos. Logo a sua saúde começou a deixa-lo mais debilitado e ao comprar um veículo, uma WV Brasília marrom resolveu mudar de igreja. Passou a frequentar uma igreja batista próximo a sua casa, pertinho do Largo de São Mateus e na primeira travessa da avenida Mateo Bei.

Os problemas de Horácio começaram a agravar até falecer de forma bastante trágica aos 73 anos por um ataque fulminante do coração e seu filho não sabia dirigir o carro e acabou o colidindo no muro da garagem. Essa história é um retrato da imagem de um sujeito religioso, tradicional, que sentia inseguro ao caminhar pelas ruas do bairro e tinha a necessidade da arma e da bíblia para se apegar a alguma crença.

Horácio é um retrato do bolsonarismo-evangélico, que está muito distante do evangelho. Uma gente reacionária, tradicional, trabalhada pelo ódio. O personagem deste texto, ao transpor para o momento atual, é um reflexo do atraso, machismo e da ignominía. É um dos momentos mais trágicos da política brasileira e da falta de interesse do brasileiro.

Sim, o brasileiro está machucado, dolorido. Os jovens estão sem perspectiva e sem referência. Os jovens não se divertem, não flertam, não saem, não transam. Apenas vão para as igrejas, ficam em casa e os pais apenas colocam medo para que eles fujam das drogas ilícitas. Ao mesmo tempo, os pastores não incentivam e trabalham a autonomia dos sujeitos.

Portanto, o parlamento e o empate técnico entre Flávio Bolsonaro e presidente Lula é um reflexo do momento tão indefinido e medroso da população brasileira, endividada, estragada e tão religiosa.  As expressões do domingo são as mais trágicas possíveis. Em vez da alegria, a tristeza e a dor; ao invés da leveza, peso.

O Brasil está adoecido. Muito adoecido. Talvez tão adoecido quanto o “irmão Horácio”. O brasileiro prefere andar com a bíblia debaixo do braço, arma e uma cartelinha de psicotrópicos. Por medo, votam nos opressores e prestam total confiança aos opressores como os membros do Partido Liberal e Flávio Bolsonaro.

Luís Delcides – advogado e jornalista


Diante da ameaça de retrocessos e perda de direito representada por Flávio B, milhares de estudantes às ruas contra Flávio Bolsonaro

 


Do ICL Notícias:

Medo de perder direitos leva milhares de estudantes às ruas contra Flávio Bolsonaro

Ato no Rio de Janeiro integra mobilização nacional que já reúne mais de 40 manifestações confirmadas em universidades de 14 estados e no Distrito Federal




Por Ana Clara Ferreira*

As ruas do Centro do Rio de Janeiro, na tarde desta quarta-feira (7), receberam milhares de estudantes que se mobilizaram para prestar apoio ao candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições. Reunindo diferentes frentes progressistas, a mobilização chamada de “Juventude na Rua pela Democracia”, se concentrou às 12h em frente à igreja da Candelária e partiu em direção a Cinelândia, às 13h30, com encerramento por volta das 16h.

Segundo os organizadores, o ato que esperava cerca de 4 mil pessoas e que pelas imagens aéreas mobilizou muito mais, uma vez que preencheu a avenida, teve como objetivo mostrar que os jovens estão mobilizados para defender a democracia. Os estudantes defendem que “há grande risco para o nosso futuro enquanto nação, com a perda de avanços em políticas públicas, educacionais e direitos sociais conquistados com muita luta”, caso o senador Flávio Bolsonaro (PL) ocupe o Planalto a partir de 2027.

Ao longo do percurso pela Avenida Rio Branco, uma das principais da cidade, trabalhadores acompanharam a manifestação das portas e janelas dos estabelecimentos comerciais. Alguns comércios, no entanto, abaixaram as portas durante a passagem dos estudantes.

Entre os gritos entoados, os estudantes convidavam os trabalhadores para a luta: “O movimento unificou, é estudante junto com trabalhador” e “trabalhador, olha pra cá, eu tô na rua pro seu filho estudar”. Os estudantes também protestaram contra uma eventual anistia a Jair Bolsonaro, repetindo palavras de ordem como “não tem anistia”.

A manifestação integra uma mobilização nacional que já reúne mais de 40 atos, assembleias e plenárias convocados em universidades de 14 estados e do Distrito Federal desde o resultado do primeiro turno, no último domingo (4).

“Nós não queremos que a ignorância e a censura se nacionalizem no nosso país, por isso, buscamos uma solução: que o povo brasileiro vá às urnas. Tivemos uma ausência de 30 milhões de brasileiros, que faria toda a diferença no resultado do último domingo”, disse o movimento estudantil em carta aberta.

Ato fora Bolsonaro. Por: Ana Clara Ferreira
Estudantes se reúnem no Centro do Rio nesta quarta-feira (7) em ato contra Flávio Bolsonaro. Foto: Ana Clara Ferreira

Para os estudantes, a mobilização vai além de uma demonstração de apoio eleitoral. O resultado do primeiro turno deixou entre os jovens um sentimento de medo e frustração, mas, ao mesmo tempo, trouxe à tona a disposição e a esperança para continuar lutando.

É o caso de Juan Carlos Messias, 21 anos, estudante de publicidade, cantor e compositor. Ele afirmou que saiu de casa para participar do ato movido por dois sentimentos: “coragem e vontade de mudar”, mas também pelo medo da perda de direitos já estabelecidos pela Constituição.

“Eu não vou negar, eu estou indo hoje pela coragem e vontade de mudar. Mas, no fundo, também tem um pouco de medo, porque eu sou bissexual. Então, eu temo muito por essa política da direita que não pensa nas minorias, que não pensa em quem precisa”, afirmou.

“Um governo que não pensa em justiça social, em diminuir as desigualdades sociais e econômicas, é um governo que não enxerga o Brasil”, completa.

O sentimento de Juan não é único. A estudante de Pedagogia da UNIRIO, Beatriz Coelho, de 24 anos, conta que o resultado do primeiro turno trouxe uma “desesperança” em relação ao país. Ela confessa até ter chorado com a vantagem do senador.

Os jovens levaram cartazes e bandeiras para a manifestação – Foto: Ana Clara Ferreira

“Eu sou bolsista, trabalho na escola pública, então eu acabo estudando as leis de educação e vejo o peso que é para a educação pública o plano do Flávio, que é cortar investimento”, disse. Beatriz afirma que a mobilização é necessária justamente para demonstrar insatisfação. “É um ato, por mais que seja pacífico, é um ato e precisa incomodar, precisa chamar atenção”, afirmou ao mencionar o horário e o dia escolhidos para o protesto.

Na manhã desta quarta-feira (7), em vídeo publicado em suas redes sociais, ao lado de jovens candidatos eleitos, Lula também convocou a população para ir às ruas. “Bora gente! Para as ruas. Vamos conversar com as pessoas! Você que gosta do Brasil, que gosta da educação, que gosta da democracia, que quer ter um emprego de qualidade […] Bora para a rua! Bora ganhar as eleições para não permitir que o retrocesso volte a esse país. Vamos lá gente! Tá na hora!”.

A convocação de Lula ocorre em meio à mudança na estratégia de comunicação da campanha para o segundo turno. O presidente passou a apostar em uma comunicação mais direta nas redes sociais, com vídeos em formato mais informal e maior participação pessoal.

Além dos estudantes, idosos, crianças e professores também participaram da passeata. A professora de História da UFF, Renata Vereza, acredita que a presença das novas gerações nas ruas  é uma forma de pressionar a sociedade diante do avanço da extrema direita.

“Se tem alguém que pode pressionar a nossa sociedade por algo novo, por alguma mudança, são os jovens. […] podem, de fato, gerar novas propostas, pressionar para a gente não cair numa situação de falta de democracia, de falta de direitos, porque são vocês que vão sair no mercado”, afirmou.

Reação da extrema direita

O ato provocou reações da oposição. Em suas redes sociais, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) provocou os estudantes ao dizer que manifestantes iriam “perder a linha”.

Durante a passeata, estudantes relataram que um grupo neonazista estava presente para tumultuar a manifestação. Segundo os organizadores, a polícia civil, que estava presente, liberou os suspeitos após revista.

Outra figura da extrema direita também esteve presente: o vereador Rogério Amorim (PL), da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, onde ocorreu a concentração final dos estudantes, perambulava entre os manifestantes.

Manifestações pelo país

Além da mobilização de hoje, ao menos 12 estados já confirmaram que vão às ruas para se manifestar contra Flávio Bolsonaro nesta semana. O movimento começou na noite de segunda-feira (5), um dia após a votação, com os estudantes da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói. A passeata saiu do campus de Gragoatá, passou pelo Ingá e chegou até a praia de Icaraí. A organização estimou mais de mil participantes.

Em Pernambuco

Estudantes da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Recife, se reuniram na última terça-feira (6), em defesa de Lula, da democracia, da educação pública e do financiamento das universidades. Participaram DCE-UFPE, UEP, UBES e UNE, entre outras entidades.

No Pará e na Paraíba

Em Belém, no Pará, estudantes também ocuparam as ruas. O ato faz parte do calendário nacional de mobilização construído após o primeiro turno e reúne estudantes de universidades, institutos federais e escolas públicas de diferentes locais do estado.

Na Paraíba, estudantes da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), ocuparam o campus da universidade nesta quarta-feira (7), em defesa da “democracia, soberania e da educação pública”.

Próximas mobilizações confirmadas

8 de outubro

  • DF: UDF, às 11h30 e 18h30; UnB, às 12h e 18h
  • TO: UFT, às 16h
  • AM: UEA, às 16h, no Hall da ENS
  • MA: UFMA, às 16h, na Ágora do CCH
  • PI: UFPI – Teresina, às 16h, na Praça da Filosofia, CCHL
  • MG: UFMG, às 17h; UFJF, às 18h
  • SP: USP, às 17h; UFABC, às 18h
  • RS: Unisinos, às 17h30; UFSM, às 18h
  • SE: UFS, às 18h, na entrada da universidade
  • PE: UFRPE – UACSA, horário não divulgado
  • Virtual: IF Faz Tudo, às 18h30

9 de outubro

  • MG: ato “Estudantes contra Flávio Bolsonaro”, às 17h, na Praça Afonso Arinos, em Belo Horizonte
  • RS: FURG, às 18h
  • MA: UEMA – São Luís, às 18h, no Auditório do CCSA
  • PR: UEPG, às 19h
  • PE: UFRPE – UABJ, horário não divulgado

10 de outubro

  • PE: UFRPE – UAST, horário não divulgado

13 de outubro

  • BA: Feira de Santana, às 16h, em frente ao Colégio Gastão
  • RJ: UFRJ – Fundão, às 18h

 

*Estagiária sob supervisão de Schirlei Alves

Após ato de estudantes pró-Lula, incêndio após ameaça de bolsonaristas destruiu prédio da UFPE

 

Corpo de Bombeiros controlou as chamas; não há feridos, mas perda de pesquisas é grande

Do ICL Notícias:



Um incêndio de grandes proporções destruiu um prédio da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) na noite desta quarta-feira (7), no Recife. Segundo informações da universidade, ninguém ficou ferido.

O Corpo de Bombeiros controlou as chamas na sede da Diretoria de Inovação e Empreendedorismo, na Cidade Universitária, onde funcionavam vários laboratórios na área de fármacos, informática e genética.

Em nota, a UFPE informou que apesar da atuação rápida dos bombeiros, o fogo se alastrou rapidamente devido ao tipo de produtos armazenados e provocou grandes danos no prédio.

O fogo desta quarta-feira (7) ocorreu um dia depois de uma manifestação realizada por estudantes da UFPE em defesa da democracia e em apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições de 2026.

Nas redes sociais, diversos estudantes e pesquisadores relataram ter recebido ameaças de grupos extremistas que mencionavam um possível ataque às instalações da universidade.

Jones Manuel, deputado federal eleito por Pernambuco no último domingo (4), denunciou nas redes sociais algumas das mensagens com ameaças de motivação política. Em uma delas, o autor desconhecido disse que iria “explodir o departamento”.

As mensagens exibidas pelo deputado eleito, cuja veracidade não está confirmada, afirmam que o suposto ataque teria sido feito por apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República.

“Estamos buscando mais informações e vamos solicitar à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal uma investigação imediata sobre o caso, diante da possibilidade de o incêndio ter origem criminosa”, acrescentou Jones.

O reitor Alfredo Gomes esteve no local e acompanhou o trabalho do Corpo de Bombeiros. A universidade ainda não sabe a origem do incêndio e vai avaliar a dimensão dos danos causados pelo fogo. Segundo o reitor, havia muitas amostras de pesquisas e equipamentos no prédio, além de dados de informática que foram perdidos.

De acordo com o site da universidade, a diretoria promove pesquisas relacionadas a doenças, como câncer e obesidade, além de ser responsável pelas áreas de propriedade intelectual e transferência de tecnologia, bem como articulação e promoção de parcerias estratégicas.

O ministro Leonardo Barchini se pronunciou nas redes sociais, afirmando que o MEC acompanha as investigações.

incêndio UFPE
Incêndio de grades proporções atinge o prédio da Diretoria de Inovação e Empreendedorismo (Dine) (Foto: Repodução/Redes Sociais)

 

Lula x Flávio Bolsonaro: a disputa não é apenas eleitoral, mas civilizacional e existencial entre a Democracia ea Soberania do Brasil contra a barbárie entreguista-bolsonarista-fascistóide

 

Da TV GGN:

Luis Nassif, Pedro Costa Jr. e Luciana Bauer discutem os desafios de Lula diante de Flávio Bolsonaro e apresentam suas leituras sobre polarização, comunicação política e mobilização social. A conversa aborda o peso das emoções no voto, a influência das redes sociais e o espaço que debate e economia podem ocupar na disputa. Os participantes também refletem sobre a defesa da democracia e a importância da participação popular.



Lula e Flávio Bolsonaro: a análise de Castro Rocha sobre o segundo turno. A Esperança da Democracia vencer o fascismo bolsonarista ainda não acabou

 

Da TV GGN:

O que pode mudar a disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro no segundo turno? Em conversa com Luis Nassif, João Cezar de Castro Rocha analisa o cenário apresentado no programa e argumenta que a tarefa é difícil, mas não impossível. O historiador recorre à comparação com 2022 e discute o papel da campanha, da imprensa e da participação eleitoral. O debate também aborda os riscos que ele identifica para a democracia, as instituições e a soberania brasileira.



terça-feira, 6 de outubro de 2026

A luta continua, por Luís Nassif

 

Nosso trabalho é lutar incansavelmente para não legar aos nossos filhos a herança maldita do bolsonarismo e do fim da democracia.

Do Jornal GGN:

    Banksy

Depois de uma derrota, o termo mais utilizado é “eu não disse?”. Por isso, vou evitá-lo.

A onda da direita decorre da incapacidade de enxergar no status quo qualquer perspectiva de auto-mudança. Essa é a praga que acomete governos longevos. O mundo e as pessoas mudam, por mérito ou culpa de seus governos, mas há uma resistência persistente em entender o novo.

Essas eleições marcam o fim da geração das Diretas, aquela que legou lideranças como Fernando Henrique Cardoso, Lula, Mário Covas e Franco Montoro, entre outros. Essa geração aprofundou a democracia e amenizou a selvageria do capitalismo brasileiro, mas foi incapaz de construir o futuro. Foi contaminada pelo pecado capital de FHC e pela chamada teoria do choque na transição de uma economia centralizada para uma economia de mercado. O país acabou tragado pela financeirização mais agressiva, por privatizações sem planejamento e por uma inserção atabalhoada no mercado internacional, cujo fecho foi a adoção da política de metas de inflação — tornando a nação refém do capital volátil e de taxas de juros exageradamente elevadas.

Embora os industrialistas do período anterior ainda tenham conseguido manter certa influência nos anos 90, gradualmente perderam vigor, com seus setores massacrados pela lógica corrosiva da ultrafinanceirização.

Tudo isso é assunto para o fim do segundo turno e para preparar o governo Lula 4. Agora, o ponto principal é a luta intransigente contra a desinformação:

  • Os mais pobres precisam compreender o que significaria um presidencialismo de Bolsonaro para seus direitos básicos.
  • Os aposentados e futuros aposentados devem ser alertados sobre as ameaças reais que pesam sobre a previdência presente e futura.
  • Os usuários do SUS e da Farmácia Popular precisam ser conscientizados sobre os riscos que rondam essas conquistas essenciais.
  • Os defensores da democracia devem ser lembrados da gravidade da perda de direitos ocorrida durante o período da Lava Jato e do bolsonarismo.
  • Os setores mais esclarecidos precisam entender o verdadeiro significado da perda de soberania nacional.

Nosso trabalho é lutar incansavelmente para não legar aos nossos filhos a herança maldita do bolsonarismo e do fim da democracia.

Reinaldo Azevedo – Flávio X Lula: “Ensaio sobre a Cegueira” e as rãs que queriam um rei escorpião autoritário

 

Da Rádio BandNews FM: