Os jornalistas Sara Goes, Andrea Trus e Joaquim de Carvalho recebem convidados especiais e debatem as principais notícias do Brasil e do mundo. No painel, Florestan Fernandes Júnior, Jeferson Miola, Mario Vitor Santos e Tereza Cruvinel analisam os grandes fatos da política e da economia. Paulo Moreira Leite também comentam sobre os grandes fatos do dia. Pedro Paiva e Marcia Carmo fazem a cobertura a partir de Nova Iorque e Buenos Aires.
Jason Miller, assessor de comunicação da Casa Branca, confirmou que providenciou o jato utilizado por Flávio Bolsonaro na fuga para os Estados Unidos. Donald Trump também autorizou a entrada temporária do senador e de seus familiares no país. Segundo o New York Times, Flávio poderá solicitar residência permanente.
Enquanto isso, o governo Lula avalia que Trump está isolado e sem argumentos para contestar o resultado das eleições brasileiras. Ao menos 107 países já parabenizaram Lula pela vitória, enquanto Estados Unidos e Argentina seguem sem reconhecimento expresso entre os integrantes do G20.
Reinaldo Azevedo comenta:
Analistas dos EUA deixam claro:
Brasil é um país pacífico porem não pipoca pra ninguém.
O povo brasileiro enfrentou o Trumpismo e venceu.
Brasil no topo do mundo!!!
Tv dos EUA falando do Brasil
Luis Nassif analisa a Lava Jato como parte de uma estratégia de influência dos Estados Unidos sobre o Brasil. Em sua leitura, o exercício desse poder passou dos golpes militares à aproximação com instituições policiais, jurídicas e do Ministério Público.
O comentário percorre o papel de Nelson Rockefeller na América Latina e apresenta a interpretação de Nassif sobre os efeitos da Lava Jato na construção civil e na política brasileira. Ao final, o jornalista aborda as dificuldades de retomada do país e o peso das big techs.
Estudantes se mobilizaram contra o fascismo da elite e da imprensa em conluio com Flávio Bolsonaro nas Eleições 2026 acedendo a centelha da movimentação popular que deu a vitória histórica de virada a Lula no 2º turno.
Secretária-geral da UNE afirma que mobilização de massa vai responder a tentativas de desestabilização democrática do golpismo continuado do bolsonarismo
Entidades estudantis e movimentos populares convocaram uma manifestação para o próximo domingo (1º), na avenida Paulista, em São Paulo (SP), em defesa da democracia e em resposta às recentes declarações da oposição da extrema direita puxada pelo candidato derrotado Flávio Bolsonaro (PL) após o segundo turno das eleições.
A mobilização busca marcar a presença popular nas ruas e contrapor tentativas de contestação do resultado eleitoral.
“O sentido dessa mobilização permanece vivo na sociedade brasileira. A gente segue mobilizado e organizado para combater qualquer tentativa golpista no nosso país. Não adianta correr para os Estados Unidos nem esbravejar na internet”, disse a secretária-geral da União Nacional dos Estudantes (UNE), Camila Moraes em entrevista ao programa É de Manhã, da Rádio Brasil de Fato.
De acordo com a dirigente, a juventude e os movimentos sociais seguirão organizados para assegurar o respeito às urnas. “Ameaças de Flávio Bolsonaro vão bater de frente com as mobilizações de massa”, destacou Moraes.
“Não pense o Flávio Bolsonaro que ele vai escrever uma carta com um brasão que a gente não usa mais, alterar o texto a depender da repercussão e correr pedindo abrigo para o [presidente dos Estados Unidos] Donald Trump que a gente vai recuar, esmorecer ou temer. As suas ameaças e os seus ataques vão bater de frente com um povo brasileiro mobilizado e organizado”, disse a secretária-geral da UNE.
A dirigente de UNE e ativista do movimento Levante Popular da Juventude destaca ainda que o papel do movimento estudantil foi decisivo para virar votos e garantir a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno.
Moraes também rejeitou a narrativa de que membros da família Bolsonaro estejam sofrendo perseguição política. Para a ativista, a busca por apoio no exterior e a divulgação de cartas com tom de ameaça visam apenas evitar a responsabilização por atos investigados pela Justiça.
“Não há perseguição a ninguém da família Bolsonaro. A família Bolsonaro é envolvida em muitos crimes e, nos governos progressistas e democráticos, esses crimes são investigados. Eles tentam criar essa narrativa de perseguição política que não existe para não responderem pelos crimes que cometeram”, disse.
A concentração do ato na avenida Paulista está agendada para as 10h do próximo domingo no MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand), e deve reunir estudantes, centrais sindicais e frentes populares.
UOL News: Leonardo Sakamoto afirma que Flávio Bolsonaro (PL) falar em democracia "é perturbador": "ele é parte do grupo que tentou dar golpe de Estado para ficar no poder"