terça-feira, 20 de outubro de 2026

Revelando: República dos Laranjas bolsonaristas com Fábio Porchat | Ep. #7

 

Dos Canais Revelando,Calma Urgente, ICL...

Lembra do episódio em que Fábio Porchat revelou as relações entre Flávio Bolsonaro, Daniel Vorcaro e o Banco Master? Pois é, ele voltou. E dessa vez, a história é ainda mais escandalosa. Porque o que parecia uma irmandade era, na verdade, uma rede de supostas sociedades, negócios e relações financeiras. E tem muito mais gente envolvida do que a gente contou da última vez. Dinheiro escondido em livros, contas em offshores, jatinhos, mansões, suspeitas de fraude contra aposentados do INSS, festas com mulheres traficadas e até um ministro do Supremo Tribunal Federal. Neste episódio, Fábio Porchat conecta os pontos de um grande laranjal que passa por Willer Tomaz, Daniel Vorcaro, Kassio Nunes Marques e chega ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. No papel, ninguém parece ser dono de nada. Mas quem está por trás de tudo isso? E o que acontece com essas investigações se Flávio Bolsonaro chegar à Presidência? Quem protege quem nessa história?



Por que Flávio Miliciano? Por que Flávio com criminosos?

 


Precisa desenhar para alguns entenderem.... 

Lâmina 01


Lâmina 02


Lâmina 






Do Canadá Diário: Flávio (o ignorante e mentiroso coisa ruim trumpista) tentou ATACAR Lula no debate. Analista dos EUA viu erro que pode persegui-lo

 

Por que Flávio Bolsonaro repetiu uma estratégia visual associada a Donald Trump? Qual foi o papel de Pablo Marçal na preparação do candidato? E por que uma pergunta de Lula sobre os interesses dos Estados Unidos e os recursos estratégicos brasileiros ganhou destaque no exterior?

Do Canal Canadá Diário:

O debate entre Lula e Flávio Bolsonaro, realizado na Band em 18 de outubro de 2026, ganhou repercussão na imprensa internacional. Mas um analista político dos Estados Unidos identificou um erro de Flávio que pode acompanhá-lo por toda a carreira política. O que aconteceu diante das câmeras?
No Canadá Diário de hoje, investigamos o que jornais e analistas estrangeiros publicaram sobre o primeiro debate presidencial entre Lula e Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições brasileiras de 2026.

Reportagens do jornal francês Le Monde, do espanhol El País e da agência Reuters oferecem perspectivas sobre o confronto. O analista estadunidense James Bosworth também publicou uma avaliação detalhada da preparação de Flávio e de uma provocação que pode ter produzido um resultado bastante diferente do esperado.

Enquanto milhões de brasileiros acompanhavam as discussões sobre corrupção, economia, segurança pública e o futuro do país, outros acontecimentos chamaram a atenção dos correspondentes internacionais.

Por que Flávio Bolsonaro repetiu uma estratégia visual associada a Donald Trump? Qual foi o papel de Pablo Marçal na preparação do candidato? E por que uma pergunta de Lula sobre os interesses dos Estados Unidos e os recursos estratégicos brasileiros ganhou destaque no exterior?

A reportagem investiga ainda a linguagem corporal dos candidatos, as provocações, o comportamento da plateia, as perguntas evitadas e as técnicas utilizadas para transformar momentos do debate em vídeos para as redes sociais.

Também analisamos as críticas feitas ao desempenho de Lula, as avaliações dos especialistas estrangeiros e a diferença entre apresentar propostas ao eleitorado e produzir imagens capazes de dominar as redes.



Eliane Brum: Entenda a diferença gritante entre o democrata Lula e o autoritário filho de Bolsonaro, o golpista presidiário....

 

Do Canal Sumaúma Jornalismo:

Pra você, que não votou no primeiro turno, que votou nulo ou branco e ainda não decidiu o que fazer neste 25 de outubro, a diretora de redação de SUMAÚMA, Eliane Brum, tem um recado importante. Neste vídeo ela fala diretamente com você e mostra as enormes diferenças entre os dois candidatos à Presidência da República. E explica por que o bolsonarismo ameaça a vida e a democracia. Assista até o fim, comente e compartilhe com outras pessoas que ainda não definiram a escolha.



A insustentável leveza de ser ex-global: Fátima Bernardes, Leilane Neubarth, Neide Duarte, Zé Raimundo e outros ex-Globo (golpista) fazem o L. Confira

 

Ex-jornalistas da Globo Golpista se posicionam contra o fascismo de Flávio Bolsonaro e declaram votro em Lula e se põe à favor da Democracia.


Da TV Fórum:




segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Tentaram barrar o ato de Caetano - e outros artistas pela Democracia - na Justiça, mas Copacabana virou um mar de gente lutando contra o fascismo

 

Do Canal Mídia Ninja:




Como se matam as democracias pela união das elites com sua mídia oligárquica à favor fascismo, por Luís Nassif

 

As democracias morrem quando sua suposta elite econômica, jurídica e midiática não consegue enxergar além da primeira curva da esquina.

Do Jornal GGN:

Como se matam as democracias, por Luís Nassif


    Imagem gerada por ChatGPT


Na Faria Lima, um grupo de porta-vozes, principais responsáveis pelo apoio a Flávio Bolsonaro, solta uma nota pedindo respeito à democracia e às leis.

Um dos principais responsáveis pelo impeachment de Dilma Rousseff — o episódio que desorganizou definitivamente as instituições —, o jurista Miguel Reale Jr. anuncia voto em Lula para garantir a democracia.

Na época do impeachment, outro jurista, Oscar Vilhena, defendia o golpe sob o argumento de que só o impeachment restauraria as condições de governabilidade. Segundo ele, o impeachment cumpre três funções no presidencialismo: desincentiva o abuso de poder, desincentiva golpes porque oferece saída constitucional, e qualifica o debate público. E como encararia o fato de o impeachment tirar o poder de uma presidenta inequivocamente honesta para entregá-lo a Eduardo Cunha, Michel Temer e outros políticos que se enlamearam na corrupção? 

“O fato de que parte dos políticos responsáveis por tomar a decisão foi flagrada no mesmo escândalo que conspurca o Executivo. PT e PMDB, agora em litígio, são sócios nesse projeto de poder. Os custos de conviver com uma ou outra decisão serão enormes, mas imperativos”.

Dois anos depois, caía a ficha:

“Depois de uma eleição vencida com enorme irresponsabilidade fiscal, um impeachment liderado por Cunha, a ascensão ao poder do velho ‘centrão’, mestre das trapaças, a condenação de um importante líder e a erosão da autoridade do Supremo, é impossível negar que nossa democracia esteja conspurcada. O fato, porém, é que temos a oportunidade nas eleições de 2018 de depurá-la”.

Agora, escreve na Folha que a última oportunidade para a democracia brasileira são as eleições de 2026. E aponta Lula como a última esperança.

Um liberal autêntico, sem pecado, sem culpa, que ajudou na erosão da democracia em nome de interpretações falsas para o impeachment.

Sob encomenda

Fora do linguajar supostamente civilizado do jurisdiquês, a imagem corriqueira era a de que Cunha e Temer eram os canos pelos quais escorreria o esgoto do PT.

O auge da hipocrisia jurídica ocorreu em um evento da Associação dos Advogados de São Paulo, na qual Vilhena expôs essa joia do parecer sob encomenda. Na época, escrevi no Jornal GGN, explicando seu malabarismo jurídico:

”Não é a oposição que não se conforma em ter perdido as eleições de 2014 e não tem paciência para aguardar 2018; é o governo (que ganhou as eleições de 2014) que não tem a grandeza de tirar o time de campo, sabendo que poderá voltar em 2018. Em vez disso, tenta cooptar aliados com práticas clientelistas.”

Ou seja, apresenta como premissa do modelo brasileiro a fragilização do poder do Executivo. E, depois, afirma que o esforço do Executivo para garantir a governabilidade denota falta de desprendimento.

Uma falsa elite

As democracias morrem quando sua suposta elite econômica, jurídica e midiática não consegue enxergar além da primeira curva da esquina. Ignorantes, por trás de sua falsa erudição, não se dão conta de que um organismo político aviltado jamais voltará ao normal, mesmo que passe a turbulência.

Mesmo Lava Jato, impeachment, tragédia da eleição de Bolsonaro, as lições foram aprendidas.

Não houve reação quando teve início a Lava Jato 2, movimento nitidamente desenhado atrtavés da CPI do INSS e dos inquéritos do INSS e caso Master. Pelo contrário, os jornalões, puxados por O Globo, seguidos pelo Estadão e pela Folha, foram os arautos da grande manipulação.

O maior estrategista da ultradireita, Steve Bannon, defendia duas técnicas de influenciar a opinião pública: a microsegmentação e a saturação. E apenas uma resistência: o papel da imprensa corporativa.

Os princípios que se extraem de Bannon:

  • O objetivo não é convencer, é saturar. Quando há notícia, boato e escândalo demais, o público perde a capacidade de distinguir o relevante do ruído, e o cansaço favorece quem não quer prestar contas.
  • A atenção da imprensa é o recurso escasso. Cada novo fato, ainda que falso ou irrelevante, consome tempo de checagem e desloca o assunto que importava.
  • A imprensa é tratada como adversária política. Se ela é “a oposição”, sua checagem vira ato partidário, e a desconfiança do público atinge o mediador, não só a mensagem.
  • Velocidade vence precisão. A correção chega depois, com alcance menor, e o ciclo seguinte já começou.
  • Cultura antes de política. Pela máxima que ele repete, a política é downstream da cultura. Daí a aposta em plataformas próprias, que contornam a imprensa tradicional.

Havia só uma adaptação ao Brasil. Bannon via a imprensa como adversária porque ela focava objetivamente nos fatos. No Brasil, nem isso houve; o grande lixão foi justamente a imprensa corporativa. Coube a ela o trabalho deletério – e fundamental – de abarrotar o noticiário com falsas ênfases no caso Fábio Luiz, nos ataques sistemáticos ao Supremo Tribunal Federal, escondendo os pecados óbvios de Flávio Bolsonaro. Um ou outro editorial crítico a Flávio não compensava e enxurrada de denúncias falsas sobre Fábio Luiz.

Agora, estamos a poucos dias do dia mais importante da vida nacional. E os grandes vendilhões do templo voltarão à sua pregação libertária inútil, que só serve para lustrar sua vaidade.

LEIA TAMBÉM:

O inquérito das rachadinhas de Flávio, por Luís Nassif

 

 

Flávio é acusado de liderar uma “organização criminosa” que desviava parte dos salários de servidores da Alerj, e depois lavava os recursos.


Do Jornal GGN:


    O policial militar aposentado Fabrício Queiroz (direita), que foi chefe de gabinete de Flávio, foi apontado como operador do esquema nessa denúncia

São 290 páginas de pura dinamite. A investigação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro reconstitui, em detalhes, o esquema de desvio de salários e lavagem de dinheiro que, segundo a acusação, funcionou no gabinete de Flávio Bolsonaro antes de sua chegada ao Senado.

A denúncia, formulada em 19 de outubro de 2020, quando Jair Bolsonaro já ocupava a Presidência da República, descreve uma estrutura que teria operado de 2007 a 2018. Flávio é acusado de liderar uma “organização criminosa” que desviava parte dos salários de servidores da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), por meio da chamada “rachadinha”, e depois lavava os recursos.

O mecanismo descrito é conhecido: assessores eram nomeados, muitos deles apontados como funcionários fantasmas, e devolviam parte da remuneração. Os repasses, segundo o MP, ocorriam por transferências bancárias, saques, depósitos em espécie e entregas de dinheiro em mãos.

Os três núcleos

A acusação divide a estrutura em três núcleos:

  • Político: Flávio Bolsonaro, apontado como líder.
  • Operacional: Fabrício Queiroz, descrito como operador financeiro, e Miguel Ângelo Braga Grillo, chefe de gabinete acusado de atestar falsamente a frequência dos servidores.
  • Executivo: 12 assessores que, segundo a denúncia, repassavam parte dos salários.

A conexão com Adriano da Nóbrega

A denúncia também situa Adriano da Nóbrega no núcleo executivo e atribui a ele a inserção da esposa e da mãe como assessoras no gabinete. Ex-capitão do Bope, Adriano havia sido denunciado pelo MP em 2019, na Operação Intocáveis, como integrante do chamado Escritório do Crime.

Adriano morreu em 9 de fevereiro de 2020, durante uma operação das forças de segurança na Bahia.

O documento recorda duas homenagens concedidas por Flávio a Adriano: uma moção de louvor, em 2003, e a Medalha Tiradentes, em 2005, quando o homenageado já estava preso, acusado de homicídio.

Segundo a denúncia, Queiroz e Adriano se conheceram em 2003, quando integravam a mesma guarnição do 18º Batalhão da Polícia Militar. Os dois também aparecem em um inquérito sobre o homicídio de Anderson Rosa de Souza, na Cidade de Deus.

Os números da acusação

Nas páginas 13 a 19, o MP apresenta os seguintes valores:

  • Total que teria sido desviado: R$ 6.100.091,52.
  • Repasses identificados a Queiroz: R$ 2.079.149,52.
  • Saques identificados: R$ 2.154.413,45.
  • Acesso estimado a dinheiro em espécie: R$ 4.233.562,97.

A acusação descreve três caminhos pelos quais os recursos teriam sido incorporados ao patrimônio da família: depósitos em espécie, pagamentos de despesas com dinheiro vivo e operações de compra e venda de imóveis.

O caminho dos imóveis

Copacabana, 2012

Dois apartamentos foram comprados em 27 de novembro de 2012, pelos valores declarados de R$ 140 mil, na Prado Júnior, e R$ 170 mil, na Barata Ribeiro. Segundo o MP, outros R$ 638 mil teriam sido pagos “por fora”, em espécie, a Glenn Dillard, procurador dos vendedores.

A acusação aponta que os preços declarados estavam cerca de 30% abaixo dos valores das compras anteriores, apesar da valorização do bairro. Nas revendas, os ganhos declarados teriam alcançado 293% e 237%. O documento registra ainda que a advogada do investidor americano estranhou os preços baixos e cita um e-mail em inglês sobre o “fechamento no HSBC” como elemento de apoio à tese acusatória.

Barra da Tijuca, 2014

O valor declarado foi de R$ 2,55 milhões, com financiamento de R$ 1.074.750 pelo Itaú. O vendedor afirmou que Flávio também depositou R$ 30 mil em espécie, de forma fracionada, para pagar por móveis, sem contrato.

Laranjeiras, 2011

O preço inicial do apartamento era de R$ 1.753.140 e chegou a R$ 2,26 milhões após a correção. Houve um acordo para conceder desconto de R$ 320 mil em razão do atraso da obra.

Impostos pagos em espécie

O MP aponta o pagamento de R$ 33.969,20 de ITBI referente às salas do Barra Prime, em 2010, sem identificar saque que desse lastro à despesa. Calcula também pelo menos R$ 18.845,14 de IPTU pagos em espécie em 2016 e 2017.

Peculato e lavagem de dinheiro

A denúncia organiza a acusação em 16 conjuntos de fatos. Entre eles estão:

  • Peculato — fatos 2 a 12: um conjunto por assessor apontado como “fantasma”. Ao todo, o MP imputa o desvio de 1.803 pagamentos.
  • Lavagem de dinheiro — fatos 13 a 16: a acusação reúne depósitos fracionados, quitação de despesas e operações imobiliárias.

Nos depósitos, o MP identifica 83 ocorrências na conta de Flávio, entre 2014 e 2018, e cinco na conta de sua esposa, Fernanda Bolsonaro, em abril de 2014. Registra ainda dez depósitos na conta de David Macedo Neto, em outubro e novembro de 2014.

Entre as despesas que teriam sido pagas com dinheiro desviado, estão 49 boletos da escola Ecran e 114 do plano de saúde Unimed Rio.

Já no caso dos apartamentos de Copacabana, comprados pelos valores declarados de R$ 140 mil e R$ 170 mil e revendidos por R$ 550 mil e R$ 573 mil, a tese do MP é que o pagamento da diferença “por fora”, por intermédio de Glenn Dillard, permitiu simular um ganho de capital de cerca de R$ 800 mil.

O encadeamento da acusação é esse: o desvio de salários alimentaria a circulação de dinheiro em espécie, que, por sua vez, seria usado para pagar despesas e adquirir patrimônio. É essa ligação entre a origem dos recursos e sua destinação que dá unidade aos fatos descritos pelo Ministério Público.

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Patriotas pedem que Trump ataque o Brasil em ato de Flávio Bolsonaro

Durante o ato político, manifestantes carregaram um míssil inflável com a mensagem “Trump nuke Brazil”, significa, em português, “Trump, ataque o Brasil com armas nucleares”


domingo, 18 de outubro de 2026

Revelando: Entrevista especial com General Santos Cruz sobre a farsa do bolsonarismo

 

Do Canal Revelando:

O que um general que foi ministro de Jair Bolsonaro tem a dizer sobre Flávio Bolsonaro querer entregar as riquezas do Brasil para Donald Trump? No episódio Revelando: Pátria Submissa, com Wagner Moura, conversamos com o General Santos Cruz, sobre o perigo que estamos enfrentando neste momento com o futuro da soberania brasileira. Segundo Santos Cruz, nossas riquezas minerais são estratégicas e não podem ser entregues de bandeja aos Estados Unidos, como Flávio Bolsonaro quer fazer enquanto presidente. Nas palavras do general, isso não é ser de direita, é vigarice. Não é patriotismo, é submissão voluntária.



Portal do José (18/10/2026): DOMINGÃO DA EMOÇÃO! DEBATE: "ARMA SECRETA" DE LULA DESESPERA FLAVIO E DIREITA! RUAS EM POLVOROSA (ENFRENTANDO OS GRANDE GRUPOS MIDIÁTICOS OLIGÁRQUICOS)

 

Do Portal do José: