Da Rede TVT:
Da TV GGN:
Qualquer pessoa com um discernimento razoável acharia as medidas de Moraes contra vazamentos adequadas à gravidade do crime.
Do Jornal GGN:

Vamos a uma demonstração, ao vivo e em cores, sobre como funcionam as parcerias visando o lançamento da Lava Jato 2.
Houve indícios claros de tentativa de quebra de sigilo de Ministros do Supremo Tribunal Federal e familiares. Quebra de sigilo fiscal é crime, se cometido contra qualquer cidadão. Contra um Ministro do Supremo, é crime gravíssimo.
A investigação foi conduzida pela Receita Federal e, depois do relatório inicial, Alexandre de Moraes ordenou colocar tornozeleira nos suspeitos e segurar os passaportes.
Imediatamente, O Globo montou uma operação visando escandalizar a atitude de Moraes. Todas as manifestações, atribuídas a auditores da Receita e a outros Ministros do STF, baseadas em fontes anônimas, basearam-se em um velho truque:
O Globo ouviu a diretoria da Unafisco e membros do STF. Em princípio não significa nada. Se for 1 ou 2 ou 3 membros do STF, não há a menor diferença, sabendo-se das divisões internas.
Esse jogo desmoralizante do off resultou nas seguintes manchetes, apenas na edição de ontem:

Qualquer pessoa com um discernimento razoável acharia as medidas de Moraes adequadas à gravidade do crime.
Conversei com auditores fiscais, por exemplo, que estavam escandalizados com a cobertura de O Globo. Poderia manchetar: “Fiscais sentem-se incomodados com as manchetes de O Globo”, mas seria um abuso do uso do coletivo. Mas O Globo usa e abusa dos coletivos e do verbo “incomodar”.
Vamos fazer algo diferente: individualizar os críticos.
Kleber Cabral – presidente da Unafisco, personagem central das matérias de O Globo sobre as supostas arbitrariedades de Moraes.
Em 2022 foi candidato a deputado estadual pelo Podemos, tendo como cabo eleitoral Deltan Dallagnol.
No início de 2019, mandou instalar outdoor na saída do aeroporto de Brasília dando boas vindas ao Presidente da República recém-eleito, Bolsonaro. Durante o mandato, manteve estreita relação com Flávio Bolsonaro e outros parlamentares da extrema-direita.
Aqui, a defesa que Deltan faz do seu correligionário.
O Globo incluiu, nessa cobertura, um número recorde de 6 repórteres experientes. Nenhum deles levantou as raízes bolsonaristas de Kleber Cabral? Aqui, Júlio César, ex-secretário (da direção Nacional a qual o Kleber presidiu) com Bolsonaro.

Ricardo Mansano de Moraes – O auditor fiscal da Receita, que recebeu as tornozeleiras, está no cargo desde 2007, e atua na Equipe de Gestão do Crédito Tributário e do Direito Creditório (Eqrat). Segundo O Globo, “em suas redes sociais, o auditor fiscal segue perfis de políticos de direita, como do ex-presidente Jair Bolsonaro, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e dos deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG) e Kim Kataguiri (UNIÃO-SP)”. Ele teria acessado alguém de sobrenome Feitosa. Suspeitou-se que fosse alguma parente de Guiomar Feitosa, ex-esposa de Gilmar Mendes. Ele esclareceu que era seu amigo Ricardo Feitosa, que ele pretendia reencontrar. Uma desculpa fajuta mas que esclarece outros pontos.
Quem é Ricardo Pereira Feitosa? Foi um fiscal afastado, depois demitido do serviço público federal, por acesso indevido a dados fiscais sigilosos de adversários de Jair Bolsonaro, especialmente Paulo Marinho, Gustavo Bebianno e Eduardo Gussen (procurador geral da Justiça do Rio de Janeiro).
Na época, Feitosa ocupava o cargo de Coordenador-Geral de Pesquisas e Investigações, do núcleo de inteligência da Receita Federal. Estava no centro da inteligência da Receita, levantando informações contra inimigos de Bolsonaro.
Julio Cesar Vieira Gomes, ex-secretário da Receita Federal no governo Bolsonaro.
Faz parte da diretoria da Unafisco. Em dezembro de 2025 foi demitido pela Controladoria-Geral da União (CGU), por ter tentado usar o cargo para tentar liberar ilegalmente joias apreendidas no Aeroporto de Guarulhos, apresentadas pelo governo da Arábia Saudita a Jair Bolsonaro.
Todos esses bravos auditores da Receita, utilizados para atacar o Supremo, são bolsonaristas de carteirinha. Os jornalistas de O Globo, deveria ler o Relatório Final da Policia Federal, nos autos do IPL nº 2023.0022161 – CGCINT/DIP/PF:
Diz ele:
O contexto da reunião revela uma articulação cujo objetivo era criar um fato contra servidores da Receita Federal do Brasil, utilizando alegações de existência de uma organização criminosa no órgão para deslegitimar os procedimentos da Corregedoria-Geral do órgão. Essa narrativa, baseada em acusações não comprovadas, tinha como objetivo final anular na origem, as apurações relacionadas às movimentações financeiras suspeitas envolvendo o Senador FLÁVIO BOLSONARO, deflagradas a partir de um Relatório de Inteligência Financeira (RIF) emitido pelo COAF – Conselho de Controle de Atividades Financeiras.
Ou seja, a banda bolsonarista da Receita – com integrantes da Unafisco – juntou-se aos bolsonaristas para atingir auditores e o corregedor do Rio de Janeiro, empenhados em uma investigação sobre as rachadinhas de Flávio Bolsonaro.
Esses são os personagens aos quais O Globo recorreu, para deslegitimizar o Supremo Tribunal Federal.
Querem mais? Segundo o IPL:
A partir das demandas das advogadas de Flávio Bolsonaro, o Diretor-Geral da ABIN, Alexandre Ramagem, mobilizou a estrutura paralela da Agência de Inteligência. Ele ordenou que servidores da ABIN (como Marcelo Bormevet e Carlos Magno) realizassem ações clandestinas para “achar podres e relações políticas” dos auditores fiscais da Receita Federal (Christiano Botelho, Cleber Silva e José Barros Neto) na tentativa de desacreditá-los e favorecer a defesa do senador
Conforme queríamos demonstrar, estão aí os primeiros movimentos para a Lava Jato 2, entre mídia e os porões do funcionalismo público. E mostra o erro do governo de não ter degolado a Hidra de Lerna desde o início. Quando mais adia, mais perigoso fica.
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"Ricardo Pereira Feitosa foi coordenador geral de Pesquisa e Investigação da Receita Federal, a equipe de inteligência do órgão, durante parte do governo Bolsonaro. Ele foi acusado de usar o cargo que ocupava para procurar informações fiscais de ao menos quatro desafetos da família Bolsonaro."
Do ICL Notícias:
Por Heloisa Villela
Ricardo Manzano de Moraes, auditor da Receita Federal teve o passaporte apreendido e usa hoje uma tornozeleira eletrônica por ser suspeito de acessar informações sigilosas de ministros do Supremo Tribunal Federal. Ao tentar se explicar à corregedoria da Receita, ele surpreendeu por trazer à tona um nome ligado à investigação da ‘Abin paralela’, esquema ilegal de espionagem montado dentro da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo Bolsonaro.
Manzano disse que acessou os dados de uma nora do ministro Gilmar Mendes, do STF, porque estava em busca do contato de um amigo de sobrenome Feitosa, o mesmo sobrenome da nora do ministro, porque imaginou que eles fossem parentes. A nora de Gilmar e Feitosa, amigo de Manzano, não têm grau de parentesco algum. Além disso, a justificativa não é convincente, já que para esse objetivo seria mais fácil tentar a internet, as mídias sociais ou outros colegas.
Mas quem é o Feitosa que Manzano dizia procurar? Ricardo Pereira Feitosa foi coordenador geral de Pesquisa e Investigação da Receita Federal, a equipe de inteligência do órgão, durante parte do governo Bolsonaro. Ele foi acusado de usar o cargo que ocupava para procurar informações fiscais de ao menos quatro desafetos da família Bolsonaro. Entre eles o procurador José Eduardo Gussem, que denunciou o esquema de rachadinha de Flávio Bolsonaro.
O caso foi descrito no relatório que a Polícia Federal entregou ao STF, em junho do ano passado, a respeito da compra e do uso da ferramenta de espionagem First Mile. O documento tem uma sessão dedicada à interferência do governo Bolsonaro na Receita Federal. O processo administrativo contra Feitosa é mencionado no fim dessa sessão como motivo de preocupação dos agentes envolvidos com a chamada Abin paralela.
Outro nome que aparece nas páginas do relatório da PF é o de Kleber Cabral, hoje presidente da Unafisco, a Associação Nacional dos Fiscais da Receita Federal. Ele foi intimado a depor à PF, nesta sexta-feira (20), às 15 horas, para esclarecer declarações que deu aos meios de comunicação. Ele disse que os servidores da Receita têm mais medo de investigar ministros do Supremo do que membros da facção criminosa PCC.
Foi uma reação às medidas cautelares adotadas pelo ministro Alexandre de Moraes contra quatro servidores considerados suspeitos de vazar dados fiscais de membros da corte e de parentes dos magistrados. Mas esses quatro funcionários não participavam de investigação alguma. E foram detectadas várias consultas a dados pessoais de autoridades sem justificativa.

Um desses servidores é Ricardo Manzano que disse estar em busca de um contato com Feitosa. Os nomes de Feitosa e Kléber fazem parte do relatório da PF sobre a Abin paralela justamente no capítulo que trata da operação montada pelo ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem, condenado no processo do 8 de janeiro e hoje foragido em Miami, nos Estados Unidos, para blindar Flávio Bolsonaro das investigações sobre a suspeita de esquema de rachadinha.
Kleber é citado por tentar pressionar Guilherme Bibiani a não aceitar o cargo de corregedor da Receita Federal. O nome de Bibiani não era do interesse dos envolvidos com a ‘Abin paralela’ e de Flávio Bolsonaro, que queria no posto alguém de sua total confiança.
Ricardo Pereira Feitosa é citado no relatório da PF por conta do processo aberto para averiguar o acesso indevido a dados da Receita. Ao fim da investigação, Feitosa acabou demitido do serviço público em outubro de 2023, por usar o cargo “para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública”, segundo expressou na época a portaria assinada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Do Portal do José:
18/02/26 - BOMBÁSTICO! PODCAST MOSTRA A VIDA PATRIMONIAL DE FLÁVIO BOLSONARO. SERÁ DIFÍCIL COMPROVAR QUE NADA É VERDADE. NOVAS REVELAÇÕES BOMBÁSTICAS NO PORTAL NOS MOSTRAM QUEM SÃO OS "DEFENSORES" DA FAMÍLIA DE BOLSONARO. ENQUANTO ISSO, BOLSONARO PASSA MAL NA CADEIA! DESFILE EM HOMENAGEM A LULA DERRUBOU O MITO.
Do Portal do José:
17/02/26 - REVELAÇÕES BOMBÁSTICAS NO PORTAL NOS MOSTRAM QUEM SÃO OS "DEFENSORES" DA FAMÍLIA DE BOLSONARO. ENQUANTO ISSO, BOLSONARO PASSA MAL NA CADEIA! DESFILE EM HOMENAGEM A LULA DERRUBOU O MITO.
Do Portal do José:
17/02/26 - BOLSONARO PASSA MAL NA CADEIA! DESFILE EM HOMENAGEM A LULA DERRUBOU O MITO
Imprensa inrernacional repercuteo desfile da Acadêmicos de Niterói em homenagem a Lula e a revolta dos fascistas bolsonaristas e da extrema-direita
Do Canal Canadá Diaário:
"Neste vídeo, analisamos em detalhes como a imprensa internacional está cobrindo a polêmica homenagem a Lula no desfile da Acadêmicos de Niterói no Carnaval do Rio de Janeiro em 2026, e como a extrema direita tenta transformar um carro alegórico em crise institucional."
Lula acompanhou o desfile no camarote da prefeitura do Rio de Janeiro, junto com Janja, que desistiu de desfilar.
Do Jornal GGN:
Foto de Tata Barreto
O desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói no Sambódromo, no Rio de Janeiro, foi uma mistura de comoção e crítica política. A homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu a primeira noite de desfiles e mobilizou tanto os aliados quanto os adversários em debate que extrapolou a avenida e se torna disputa narrativa.
“Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil” foi o enredo escolhido pela escola, que narrou a trajetória pessoal e política de Lula, desde sua infância no Nordeste até a Presidência da República. A escola, estreante no Grupo Especial, trouxe alegorias vibrantes, elementos impactantes e referências à história recente do Brasil, com adversários políticos retratados de forma crítica.
Lula acompanhou o desfile no camarote da prefeitura do Rio de Janeiro, junto com Janja, que desistiu de desfilar. Em determinado momento, Lula desceu à pista para beijar o pavilhão da escola, reforçando sua ligação com o tema.
A homenagem ao presidente provocou reações das mais adversas na oposição. Parlamentares do Partido Novo e de outras legendas ingressaram com ações na Justiça alegando propaganda eleitoral antecipada e abuso de poder público, com argumento de que visibilidade do evento homenageando presidente em exercício em ano eleitoral, poderia configurar campanha disfarçada de celebração. O tema continua em debate.
Aliados do governo, por sua vez, afirmaram que a presença de Lula no desfile e a escolha do enredo foram manifestações legítimas da tradição carnavalesca de crítica social e narrativa histórica — um elemento clássico dentro da cultura do samba.
A princípio a primeira-dama Janja estava prevista para desfilar como destaque no último carro alegórico do enredo, mas ela optou por não entrar na avenida horas antes do desfile. A decisão, segundo sua assessoria, foi motivada pela vontade de permanecer ao lado de Lula durante a homenagem, além de evitar desgaste político diante da polêmica em torno do enredo.

Com a desistência de Janja, a cantora Fafá de Belém foi convidada para o lugar de destaque no carro alegórico.
Nas redes sociais, um coro de críticas à atuação da Rede Globo no desfile da Acadêmicos de Niterói. Evidenciaram que a emissora não mostrou o início, não fez descrição dos carros alegóricos e alas, nem comentou sobre a crítica social e política feita pela escola. Foi um show de nada para a Globo, enquanto as arquibancadas explodiam cantando o samba enredo.
O desfile reacendeu uma discussão antiga no Brasil sobre os limites entre manifestação cultural e política em eventos populares. Enquanto defensores argumentam que o Carnaval sempre foi espaço de crítica, sátira e expressão social, setores da oposição insistem que um enredo sobre um presidente em exercício, em ano eleitoral, rompe barreiras tradicionais, gerando riscos jurídicos e precedentes potencialmente preocupantes.
A homenagem da Acadêmicos de Niterói pode entrar para a história do Carnaval não apenas como espetáculo artístico, mas como um marco de como a política conflui com a cultura popular no Brasil — sobretudo em momentos de grande polarização nacional.
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