quinta-feira, 11 de junho de 2026

Canadá Diário: FIFA em PÂNICO! A imprensa estrangeira está expondo a COPA DO MUNDO DE TRUMP

 

Copa do Mundo, na parte dos Estados Unidos de Donald Trump, já virou alvo de críticas internacionais, denúncias, constrangimentos e alertas de direitos humanos.

Do Canal Canadá Diário:



A Copa do Mundo de 2026 foi vendida como a maior, mais global e mais inclusiva da história. Mas antes mesmo da bola rolar, a Copa nos Estados Unidos de Donald Trump já virou alvo de críticas internacionais, denúncias, constrangimentos e alertas de direitos humanos.

Neste vídeo, vamos mostrar como a Copa do Mundo caiu dentro da política migratória de Trump e virou uma vitrine mundial de fronteira, medo, exclusão e vigilância.

O caso mais simbólico é o do árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, que havia sido escolhido para fazer história como o primeiro árbitro da Somália em uma Copa do Mundo. Ele tinha credenciais da FIFA, reconhecimento internacional e seria um dos personagens mais importantes da expansão global do torneio. Mesmo assim, foi barrado ao tentar entrar nos Estados Unidos e acabou fora da Copa.

Mas esse caso não apareceu sozinho.

A imprensa internacional também relatou problemas envolvendo vistos, autoridades iranianas, torcedores, ingressos, segurança, drones, calor extremo, impacto climático e a contradição entre o discurso de inclusão da FIFA e a realidade política dos Estados Unidos sob Trump.

A FIFA prometeu união. Trump entregou fronteira.

A FIFA vendeu diversidade. O governo dos Estados Unidos transformou entrada no país em triagem política.

A FIFA queria uma festa global. A Copa começou parecendo um retrato perfeito do trumpismo: medo, suspeita, controle, imigração, vigilância e humilhação internacional.

Neste vídeo, analisamos o que Reuters, Associated Press, Guardian e outros veículos internacionais publicaram sobre os primeiros escândalos da Copa de 2026. O objetivo não é repetir notícia crua. É entender o que está por trás dessa sequência de casos e por que a Copa do Mundo virou uma vitrine mundial da extrema direita.

Vamos falar sobre Omar Artan, sobre a crise de vistos, sobre a situação do Irã, sobre torcedores afetados, sobre alertas de grupos de direitos humanos, sobre o medo de operações migratórias, sobre segurança com drones, sobre calor extremo, sobre emissões recordes e sobre a postura da FIFA diante de tudo isso. A pergunta central é simples: como a maior festa do futebol virou um palco de constrangimento global para Donald Trump?

E mais: por que a FIFA, uma organização bilionária que adora falar de inclusão, diversidade e união dos povos, aceitou entregar a Copa do Mundo a um ambiente político que trata estrangeiros como ameaça? Se você acompanha política internacional, Donald Trump, extrema direita, Copa do Mundo, geopolítica, Brasil, Estados Unidos e imprensa estrangeira, este vídeo é para você.

Deixe seu comentário: a FIFA deveria ter exigido garantias migratórias antes de entregar jogos da Copa aos Estados Unidos de Trump?

E você acha que a Copa do Mundo ainda consegue ser uma festa global quando árbitros, torcedores e delegações podem ser afetados por política migratória?

Inscreva se no canal Canadá Diário para mais análises críticas sobre Trump, extrema direita, geopolítica, Brasil, Estados Unidos, imprensa internacional e os bastidores políticos que a mídia tradicional muitas vezes trata como detalhe.

Davi Alcolumbre, Inimigo do Trabalhador, protetor de ricos poderosos....

 

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), trabalha nos bastidores para empurrar a discussão da PEC que acaba com a escala 6×1 para depois das eleições de 2026.

Do ICL:

INIMIGO DO TRABALHADOR

Alcolumbre segura votação do fim da escala 6x1



Por Cleber Lourenço

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), trabalha nos bastidores para empurrar a discussão da PEC que acaba com a escala 6×1 para depois das eleições de 2026.

Segundo interlocutores ouvidos pela reportagem, a avaliação do senador é que o ambiente eleitoral pode pressionar parlamentares a adotar posições influenciadas pelo impacto político de seus votos. Na leitura desses senadores, Alcolumbre gostaria que o texto fosse votado no plenário depois das eleições.

A PEC foi aprovada pela Câmara dos Deputados e aguarda há semanas um despacho de Alcolumbre para iniciar sua tramitação formal no Senado. Até agora, a proposta não teve relator designado e sequer começou a ser analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

A resistência do presidente da Casa, porém, vai além da questão eleitoral. Integrantes da articulação política do Senado afirmam que Alcolumbre compartilha parte das preocupações apresentadas pelo empresariado brasileiro sobre os efeitos econômicos do fim da escala 6×1 e não está entre os defensores da proposta dentro da Casa. Alcolumbre, inclusive, recebeu empresários em um jantar essa semana para discutir o tema.

Nos bastidores, a avaliação é que uma votação ainda em 2026 criaria uma situação delicada para dezenas de parlamentares. Dois terços das cadeiras do Senado estarão em disputa e muitos senadores enxergam risco eleitoral tanto em votar contra a PEC quanto em promover mudanças que possam ser interpretadas como um esvaziamento do texto aprovado pelos deputados.

Entre o apoio político e a falta de tramitação

A percepção contrasta com a avaliação apresentada pelo líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), durante conversa com jornalistas nesta terça-feira (9).

Segundo Randolfe, existe ambiente político no Senado para discutir a proposta e até promover ajustes no texto aprovado pela Câmara. Entre as possibilidades mencionadas está a redução dos prazos de transição previstos para a implementação das novas regras de jornada de trabalho.

“Eu sinto aqui no Senado um ambiente favorável a nós fazer essa alteração”, afirmou.

A declaração chama atenção porque ocorre em um momento em que a PEC continua parada na mesa da presidência do Senado.

A contradição ficou ainda mais evidente em outro momento da conversa. Apesar de afirmar que existe disposição para discutir o mérito da proposta, Randolfe reconheceu que a principal preocupação do governo hoje é muito mais básica: garantir que a PEC comece a tramitar.

“Para nós, o que importa é que a PEC tenha a designação do relator e seja votada”, declarou.

Presidente do Senado, Davi Alcolumbre com senadores
O presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP); secretário-geral da Mesa do Senado Federal, Danilo Augusto Barboza de Aguiar; senador Randolfe Rodrigues (PT-AP); senador Weverton (PDT-MA). (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)

Alcolumbre defende adiar o debate

Enquanto o governo tenta destravar a proposta, Alcolumbre vem reforçando publicamente os argumentos usados para justificar sua cautela.

Ao comentar projetos relacionados a jornadas de trabalho, pisos salariais e benefícios para categorias profissionais, o presidente do Senado afirmou que existem pelo menos 31 propostas semelhantes aguardando análise da Casa.

“Se eu for ler isso aqui, eu tenho 31 projetos que trata de jornadas de trabalho, que trata de piso de remuneração de muitas categorias. Eu não posso ser seletivo”, disse.

Na sequência, o senador associou diretamente essas pautas ao ambiente eleitoral.

“Então, no ano de eleição, isso aqui é muito complexo, porque o que botar para votar isso aqui? Todo mundo vai votar sim, por conta da eleição.”

A fala é vista por parlamentares como um retrato da forma como Alcolumbre enxerga a PEC da escala 6×1. Na avaliação do presidente do Senado, propostas de forte apelo popular tendem a ser contaminadas pelo calendário eleitoral, reduzindo o espaço para uma discussão técnica sobre seus impactos.

O senador também demonstrou preocupação com os efeitos fiscais de propostas que ampliam direitos trabalhistas ou criam novos pisos salariais.

“O Brasil comporta isso? O Brasil vai resistir? As finanças públicas vão resistir?”, questionou.

O argumento é acompanhado com atenção pela equipe econômica do governo, que costuma tratar propostas de ampliação de pisos salariais como potenciais pautas de impacto permanente sobre as contas públicas.

Mas o trecho mais revelador da declaração veio ao final da fala, quando Alcolumbre deixou claro que não pretende abrir exceções.

“Ou eu vou botar todos esses daqui na pauta, todas as PECs, todos os pisos e todas as solicitações. Ou eu não vou botar nenhum.”

Recado duplo

Nos bastidores do Senado, a interpretação é que a frase funciona como um recado duplo. De um lado, reforça a resistência do presidente da Casa em acelerar a tramitação da PEC da escala 6×1. De outro, sinaliza ao governo que uma pressão mais intensa pela votação da proposta pode abrir espaço para o avanço de outras matérias consideradas problemáticas pela equipe econômica.

Hoje, a avaliação predominante entre aliados de Alcolumbre é que a PEC deverá permanecer parada pelo menos até o fim do processo eleitoral. A expectativa é que, apenas após as eleições, o Senado passe a discutir efetivamente se aprova, altera ou rejeita o texto enviado pela Câmara.

Ricardo Noblat: Vorcaro não quer entregar criminosos poderosos da extrema-direita, nem contar o que sabe. A sua delação tem risco de ser negada

 

Do Canal Metrópoles:

Ricardo Noblat analisa os principais acontecimentos da política brasileira ao lado de Guga Noblat. O programa Noblat Blá Blá vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 18h às 19h.



terça-feira, 9 de junho de 2026

PRETO NO BRANCO: RECIBOS DE R$ 61 MILHÕES DE VORCAR PARA O FILME DE BOLSONARO | Cortes 247

 

 

Do Canal 247:

Documentos revelados pelo Intercept Brasil apontam que o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, participou de uma operação financeira para enviar recursos aos Estados Unidos destinados ao financiamento de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro (PL). O nome "Vaza Flávio" é referente às negociações feitas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com o ex-banqueiro.



Samuel Borelli: Vazou comprovante de ** milhões de dólares de Vorcaro para Eduardo e o Rachadinha

 

Do Canal do Samuel Borelli:




Reinaldo Azeve TSE decide sobre aberração do bolsonarista Kássio Nunes Marques cencurando pesquisa que mostra queda de Flávio

 

Da Rádio BandNews FM:

AtlasIntel: Se TSE endossa absurdo de Kássio, abre-se para desordem ou arbítrio em prol da extrema-direita



quinta-feira, 4 de junho de 2026

Dani Lima explica as "coincidências" que unem Mário Frias, ONG e filme medíocre de Bolsonaro

 

Do Canal TCM News Br:

No TMC 360, Dani Lima detalhou o avanço das investigações envolvendo uma ONG e a produtora responsável pelo filme ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo a apuração, ambas funcionam no mesmo endereço e têm a mesma responsável, além de ligação com emendas parlamentares destinadas pelo deputado Mário Frias (PL). O caso está sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF), com relatoria do ministro Flávio Dino, que solicitou mais informações sobre a aplicação dos recursos públicos.