segunda-feira, 2 de novembro de 2026

Mercado, ó o Mercado - o horrendo "deus" dos vampiros rentistas - , por Celso P. de Melo


    O "inquestionável" Mercado tem uma vida emocional surpreendentemente rica para alguém que ninguém jamais viu. Também possui opiniões que são sacralizadas pela grande mídia oligárquica empresarial que ele, ó o Mercado, alimentada.


 Do Jornal GGN:


    Imagem gerada por IA

Mercado, ó o Mercado



Ele se inquieta, perde a confiança, aprova ministros e cobra governos. Depois de apostar na eleição e perder, o personagem mais poderoso da economia brasileira já apresenta suas condições ao vencedor. Mas, afinal, quem é o Mercado?


“O inimigo da sabedoria convencional não são as ideias,
mas o curso dos acontecimentos.”
John Kenneth Galbraith, A sociedade afluente (1958).

O dia seguinte

O Mercado acordou nervoso.

Não sabemos exatamente onde dormiu, nem quantas pessoas foram consultadas para estabelecer seu estado de espírito. Sabemos apenas que estava nervoso. Nos dias seguintes, ficou também preocupado, cauteloso, decepcionado e, em certos momentos, esperançoso. O Mercado tem uma vida emocional surpreendentemente rica para alguém que ninguém jamais viu.

Também possui opiniões. Cobra responsabilidade fiscal, exige sinais, recomenda moderação, avalia ministros, recupera ou perde a confiança. Na semana passada, tinha ainda preferências eleitorais. Parte dos investidores havia montado suas posições e carteiras apostando em uma vitória de Flávio Bolsonaro, antecipando uma política econômica mais próxima daquela que consideravam desejável. O eleitor decidiu de outra maneira.

O Mercado perdeu a eleição no domingo. Na segunda-feira, começou a apresentar seu programa de governo.

Uma banca examinadora chamada Mercado

Entre as primeiras preocupações surgiu, naturalmente, o Ministério da Fazenda. E um nome começou a circular com insistência: Rafael Fonteles.

A escolha teria méritos difíceis de contestar. Fonteles é matemático, mestre em Economia Matemática pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), foi premiado nas Olimpíadas Internacionais de Química, Física e Matemática, comandou durante anos a Secretaria da Fazenda do Piauí, presidiu o Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) e acaba de ser reeleito governador com ampla maioria.

É um currículo respeitável.

Ainda assim, parece faltar uma qualificação: Rafael Fonteles precisa conquistar a confiança do Mercado.

Não deixa de ser curioso. Um governador eleito precisa demonstrar ao Mercado que merece sua confiança, mas raramente ocorre a alguém perguntar se o Mercado precisa demonstrar ao governador que merece a dele.

A situação se torna ainda mais interessante porque nem sequer está claro que exista essa entidade coletiva capaz de aprová-lo. Alguns gestores receberam seu nome com entusiasmo; outros disseram conhecê-lo pouco. Surge então uma pergunta elementar: se nem o Mercado sabe exatamente o que o Mercado pensa, quem fala quando o Mercado fala?

O próprio Fonteles ofereceu uma pista ao comentar a reação dos investidores à eleição. Lula, lembrou ele, “não é presidente apenas para quem atua nos mercados”; é presidente pensando no conjunto do país.

Parece uma obviedade. Talvez por isso precise ser lembrada.

A confiança tem memória curta

Não seria a primeira vez que um presidente eleito se defrontaria, antes mesmo de iniciar o mandato, com a necessidade de conquistar outra espécie de sufrágio.

Dilma Rousseff conhece a experiência. Reeleita em 2014, começou o segundo mandato promovendo uma forte inflexão na política econômica. Chamou Joaquim Levy para a Fazenda e adotou um ajuste destinado, entre outras coisas, a recuperar a credibilidade fiscal e a confiança dos agentes econômicos.

Seria simplista atribuir àquela escolha a crise que terminaria no impeachment. Mas também seria imprudente esquecer que a guinada não produziu a tranquilidade econômica prometida nem protegeu o governo da deterioração política que se seguiu.

A confiança do Mercado revelou então uma propriedade peculiar: pode custar caro para ser conquistada e, mesmo depois de conquistada, não vem acompanhada de garantia.

Lula talvez tenha alguma razão para se lembrar disso.

Há gastos e há “serviços”

A cobrança atual tem um centro conhecido: responsabilidade fiscal. A preocupação é legítima. Nenhum governo pode tratar indefinidamente receitas, despesas e dívida como variáveis independentes. A trajetória da dívida brasileira merece atenção, e juros elevados tornam seu financiamento particularmente oneroso.

O curioso começa quando procuramos descobrir onde se concentra o olhar.

Há despesas que aparecem no debate público acompanhadas de adjetivos. O gasto social pode ser excessivo; o reajuste do salário mínimo, dispendioso; a Previdência, insustentável; o investimento público precisa caber no orçamento. Saúde, educação, universidades, infraestrutura e programas de transferência de renda entram rapidamente na planilha quando chega a hora do ajuste.

Os juros da dívida pertencem a outra categoria linguística. Constituem o “serviço da dívida”.

E o serviço não é pequeno. Para 2026, o Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta uma despesa federal líquida com juros equivalente a cerca de 8,4% do Produto Interno Bruto (PIB). No mesmo quadro fiscal, as despesas federais de capital aparecem em torno de 0,6% do PIB.

Não se trata, evidentemente, de comparar mecanicamente rubricas de natureza diferente. Os juros remuneram quem financiou o Estado, e sem financiamento não existe Estado moderno. Mas a diferença de escala deveria ao menos suscitar uma pergunta que raramente abre os debates sobre austeridade: por que custa tanto ao Brasil financiar sua dívida?

Porque existe também uma diferença muito concreta entre os destinos do dinheiro. O investimento público pode ampliar a infraestrutura, a produção e a capacidade tecnológica do país. O crédito agrícola pode gerar uma safra; a política industrial, ampliar a capacidade produtiva; o investimento em ciência, criar uma tecnologia que ainda não existia.

O pagamento de juros cumpre uma função econômica necessária: remunera o capital que financiou o Estado. Mas não deixa diretamente um novo pé de milho no campo, outro parafuso na fábrica, mais um quilômetro de ferrovia – nem uma escola, um porto ou um laboratório.

Talvez por isso seja tão curioso que, quando chega a hora de procurar o responsável pelo desequilíbrio, a lupa costume pousar primeiro sobre as despesas primárias.

Há o salário do professor, o benefício do aposentado, o Bolsa Família destinado à família pobre – e os juros pagos ao credor.

Mas, no debate sobre o gasto público, quase sempre são os três primeiros que acabam sentados no banco dos réus.

Noventa por cento de quê?

Nesse momento costuma surgir o número capaz de encerrar a conversa: pela metodologia brasileira, a dívida bruta do governo geral caminha para perto de 90% do PIB; pela metodologia internacional utilizada pelo FMI, a projeção para 2026 é de aproximadamente 98%.

É muito. E sua trajetória deve preocupar.

Mas números também viajam. Pela mesma metodologia, a dívida dos Estados Unidos está perto de 127% do PIB; a da França, de 119%; a da Itália, de 138%.

Isso não torna a dívida brasileira pequena, muito menos autoriza comparações mecânicas entre países cujas moedas, mercados financeiros e condições de financiamento ocupam posições muito diferentes no sistema internacional. Mostra apenas que a relação dívida/PIB, sozinha, não traz uma política econômica escondida dentro dela.

Importam os juros, os prazos, a moeda, os credores, a capacidade tributária do Estado e o crescimento da economia. Importa ainda uma pergunta quase sempre esquecida: o que um país constrói enquanto se endivida?

Os Estados Unidos saíram da Segunda Guerra Mundial com dívida pública equivalente a 106% do PIB. Em 1974, a relação havia caído para 23%. Superávits primários, inflação inesperada e juros nominais mantidos baixos durante parte do período tiveram papel importante nessa redução, ao lado do crescimento econômico. Enquanto a dívida encolhia em relação ao produto, porém, o país expandia universidades, infraestrutura, pesquisa científica, habitação, rodovias, energia e tecnologias que ajudariam a definir a economia do pós-guerra.

A dívida não registra apenas quanto um país deve. A história econômica também pergunta o que ele construiu enquanto devia.

Há, afinal, duas maneiras de melhorar uma fração: diminuir o numerador ou aumentar o denominador.

Na relação dívida/PIB, o denominador tem um nome. Chama-se economia.

Os intérpretes do invisível

O Mercado, naturalmente, precisa de intérpretes.

Todas as noites eles aparecem nos jornais, nos canais de notícias e nas páginas de economia. São economistas de bancos, gestores de fundos, analistas de consultorias, operadores e especialistas que conhecem profundamente os mecanismos financeiros e têm todo o direito de apresentar suas avaliações.

Seria absurdo não os ouvir.

Há, porém, algo curioso nessa mediação. Como certas entidades que não se manifestam diretamente e precisam de médiuns para ganhar voz, o Mercado só se torna audível quando alguém fala por ele. E seus intérpretes, embora numerosos, parecem muitas vezes captar mensagens surpreendentemente semelhantes.

É aí que começa o problema. Uma escolha entre políticas possíveis adquire lentamente a aparência de consenso técnico. A preferência vira recomendação; a recomendação, necessidade; a necessidade, realidade. Ao final do percurso, já não sabemos muito bem onde terminou a análise e começou a vontade da entidade interpretada.

Talvez Galbraith reconhecesse aí uma velha conhecida. A “sabedoria convencional” não precisa ser falsa para adquirir poder; basta que determinadas ideias, de tão repetidas, passem a parecer menos escolhas do que descrições inevitáveis da realidade. Até que, como lembrava a epígrafe, o curso dos acontecimentos resolva submetê-las a novo exame.

E a própria linguagem ajuda.

Quando trabalhadores querem alguma coisa, sindicatos reivindicam. Movimentos sociais pressionam. Empresários defendem interesses. Partidos propõem. Professores pedem recursos. A indústria solicita incentivos.

O Mercado não faz nada disso. Ele reage.

A diferença é pequena apenas na gramática.

Quem reivindica possui interesses. Quem reage parece obedecer às leis da natureza.

A temperatura cai. A chuva aumenta. O dólar sobe.

O Mercado reage.

E quase nunca perguntamos quem estava do outro lado da frase.

Quando o plural desaparece

Por trás do singular há, naturalmente, um plural. Existem bancos, fundos de investimento, seguradoras, corretoras, gestores de patrimônio, investidores estrangeiros, empresas, credores e milhões de pessoas que aplicam suas economias. Seus interesses não são necessariamente iguais e, algumas vezes, são abertamente contraditórios.

Todos são legítimos.

O truque acontece quando o plural desaparece.

Um conjunto de interesses econômicos identificáveis deixa de aparecer como uma das forças que disputam escolhas numa democracia e passa a falar como entidade única, sem rosto e aparentemente sem interesses próprios. Suas preferências tornam-se “sinais”; suas demandas, “condições”; sua aprovação recebe o nome de “confiança”.

Lula terá de ouvir o Mercado. Seria irresponsável não fazê-lo. Um governo precisa preservar a estabilidade da moeda, financiar sua dívida, atrair investimentos, estimular empresas e manter contas públicas sustentáveis.

Mas talvez o Mercado também pudesse experimentar uma inovação: ouvir o país.

Na segunda-feira

No domingo da eleição, banqueiros, gestores de fundos, credores, empresários, professores, trabalhadores, aposentados e desempregados foram chamados a decidir quem deveria governar o Brasil pelos próximos quatro anos.

Cada um recebeu exatamente um voto.

O resultado desagradou a muitos e alegrou a muitos outros. É assim que funcionam eleições.

Na segunda-feira, os jornais informaram que o Mercado estava nervoso. Logo soubemos que cobrava responsabilidade fiscal, queria sinais, examinava candidatos ao Ministério da Fazenda e aguardava garantias de que o novo governo compreenderia suas preocupações.

Talvez não seja necessário combater o Mercado. Nem o ignorar. Muito menos silenciá-lo.

Bastaria apresentá-lo.

Dizer quem está falando, em nome de quem, representando quais interesses e defendendo quais escolhas. Interesses legítimos não precisam ser transformados em forças da natureza.

Porque no domingo o Mercado ainda era feito de cidadãos.

Cada um com seu voto.

Foi somente na segunda-feira que voltou a ser uma entidade.


Celso P. de Melo – Professor Titular Aposentado da UFPE, Pesquisador 1A do CNPq, Membro da Academia Brasileira de Ciências

domingo, 1 de novembro de 2026

Boaventura Sousa Santos: Lula já supera Mandela

 

Do Canal TV 247:

Os jornalistas Sara Goes, Andrea Trus e Joaquim de Carvalho recebem convidados especiais e debatem as principais notícias do Brasil e do mundo. No painel, Florestan Fernandes Júnior, Jeferson Miola, Mario Vitor Santos e Tereza Cruvinel analisam os grandes fatos da política e da economia. Paulo Moreira Leite também comentam sobre os grandes fatos do dia. Pedro Paiva e Marcia Carmo fazem a cobertura a partir de Nova Iorque e Buenos Aires.





Reinaldo Azevedo - Flávio fugiu para buscar impunidade, enquanto o mundo reconhece Lula como líder

 

Do Canal Metrópoles:

Jason Miller, assessor de comunicação da Casa Branca, confirmou que providenciou o jato utilizado por Flávio Bolsonaro na fuga para os Estados Unidos. Donald Trump também autorizou a entrada temporária do senador e de seus familiares no país. Segundo o New York Times, Flávio poderá solicitar residência permanente. Enquanto isso, o governo Lula avalia que Trump está isolado e sem argumentos para contestar o resultado das eleições brasileiras. Ao menos 107 países já parabenizaram Lula pela vitória, enquanto Estados Unidos e Argentina seguem sem reconhecimento expresso entre os integrantes do G20. Reinaldo Azevedo comenta:



Pepe Escobar sobre o significado da vitória de Lula para o mundo e a derrota de Trump pela derrota de Flávio

 

Do Canal Pepe Café:

60 ainda milhões votaram em um fugitivo, mas 64, 25 milhões votaram em um líder mundial

Brasil agora está no centro do Grande Jogo.




sábado, 31 de outubro de 2026

Analista dos EUA afima: Brasil Nunca Perdeu Uma Luta, Não Seria Agora Que Perderia. Brasil Soberano

 

Do Canal de Julien Jubert:

Analistas dos EUA deixam claro: Brasil é um país pacífico porem não pipoca pra ninguém. O povo brasileiro enfrentou o Trumpismo e venceu. Brasil no topo do mundo!!! Tv dos EUA falando do Brasil



Brasil e Estados Unidos: a leitura histórica de Luis Nassif sobre o refluxo da extrema-direita neofascista frente às manifestações progressistas ao redor do mundo

 

Da TV GGN:

Luis Nassif analisa a Lava Jato como parte de uma estratégia de influência dos Estados Unidos sobre o Brasil. Em sua leitura, o exercício desse poder passou dos golpes militares à aproximação com instituições policiais, jurídicas e do Ministério Público. O comentário percorre o papel de Nelson Rockefeller na América Latina e apresenta a interpretação de Nassif sobre os efeitos da Lava Jato na construção civil e na política brasileira. Ao final, o jornalista aborda as dificuldades de retomada do país e o peso das big techs.



Reinaldo Azevedo – Estudantes do Brasil foram a centelha, ou “Iskra”, como diria Lênin, da vitória de Lula

 Estudantes se mobilizaram contra o fascismo da elite e da imprensa em conluio com Flávio Bolsonaro nas Eleições 2026 acedendo a centelha da movimentação popular que deu a vitória histórica de virada a Lula no 2º turno.

Da Rádio BandNews FM:




sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Portal do José: A QUEDA! FLAVIO CAUSA DESESPERO NA DIREITA E VIRA CHACOTA MUNDIAL! BOLSONARISTAS SE ARREPENDEM NA REDE

 

 

Do Portal do José:




Estudantes convocam ato na Paulista no domingo (dia 1º de novembro) em defesa da Democracia e contra ameaças de Flávio Bolsonaro (porque extrema-direita fascista não se discute, se combate!)

 

Secretária-geral da UNE afirma que mobilização de massa vai responder a tentativas de desestabilização democrática do golpismo continuado do bolsonarismo

Do Brasil de Fato (e ICL Notícias):

Estudantes convocam ato na Paulista no domingo (1º) contra ameaças de Flávio Bolsonaro




Por Brasil de Fato

Entidades estudantis e movimentos populares convocaram uma manifestação para o próximo domingo (1º), na avenida Paulista, em São Paulo (SP), em defesa da democracia e em resposta às recentes declarações da oposição da extrema direita puxada pelo candidato derrotado Flávio Bolsonaro (PL) após o segundo turno das eleições.

A mobilização busca marcar a presença popular nas ruas e contrapor tentativas de contestação do resultado eleitoral.

“O sentido dessa mobilização permanece vivo na sociedade brasileira. A gente segue mobilizado e organizado para combater qualquer tentativa golpista no nosso país. Não adianta correr para os Estados Unidos nem esbravejar na internet”, disse a secretária-geral da União Nacional dos Estudantes (UNE), Camila Moraes em entrevista ao programa É de Manhã, da Rádio Brasil de Fato.

De acordo com a dirigente, a juventude e os movimentos sociais seguirão organizados para assegurar o respeito às urnas. “Ameaças de Flávio Bolsonaro vão bater de frente com as mobilizações de massa”, destacou Moraes.

“Não pense o Flávio Bolsonaro que ele vai escrever uma carta com um brasão que a gente não usa mais, alterar o texto a depender da repercussão e correr pedindo abrigo para o [presidente dos Estados Unidos] Donald Trump que a gente vai recuar, esmorecer ou temer. As suas ameaças e os seus ataques vão bater de frente com um povo brasileiro mobilizado e organizado”, disse a secretária-geral da UNE.

A dirigente de UNE e ativista do movimento Levante Popular da Juventude destaca ainda que o papel do movimento estudantil foi decisivo para virar votos e garantir a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno.

Moraes também rejeitou a narrativa de que membros da família Bolsonaro estejam sofrendo perseguição política. Para a ativista, a busca por apoio no exterior e a divulgação de cartas com tom de ameaça visam apenas evitar a responsabilização por atos investigados pela Justiça.

“Não há perseguição a ninguém da família Bolsonaro. A família Bolsonaro é envolvida em muitos crimes e, nos governos progressistas e democráticos, esses crimes são investigados. Eles tentam criar essa narrativa de perseguição política que não existe para não responderem pelos crimes que cometeram”, disse.

A concentração do ato na avenida Paulista está agendada para as 10h do próximo domingo no MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand), e deve reunir estudantes, centrais sindicais e frentes populares.