terça-feira, 24 de março de 2026

Mídia Ninja: Nota de desculpas da Globo esconde Bolsonaro, Campos Neto e R$ 160 milhões para ela mesma! Saiba a verdade!

 

Do Canal Mídia Ninja:




O ICL refez o powerpoint da Globo sobre o escândalo Master e Leandro Demori explica quem - apesar de todas as provas concretas - "sumiu"

 

Do Canal do ICL:

Quer entender de verdade o que aconteceu? Não perca o evento online e gratuito: 💲O GOLPE DO BANCO MASTER 🗓️31/03 (terça) ⌚20h no Canal ICL - INSTITUTO CONHECIMENTO LIBERTA Exibição do documentário + debate ao vivo com apresentação de @eduardomoreirareal e @demagagna e jornalistas do ICL que cobrem o caso que estremece o país.

A Globo recebeu dinheiro do crime organizado (Banco Master e Refit), por Luís Nassif

 

O Banco Master e a Refit utilizaram dinheiro do crime organizado para patrocinar um evento do Valor Econômico (do grupo Globo) em NY

    Reprodução

A manchete emula apenas o padrão do Jornal Nacional, copiando a manchete do Estadão em relação a Fábio Luís Lula da Silva.

Se fosse aplicado aos regabofes da Globo, patrocinados por Daniel Vorcaro, o sentido da manchete poderia ter sido o mesmo.

Os jornais repetem, passo a passo, a escandalosa campanha da Lava Jato. Na época, a revista Veja, dirigida por Eurípides Alcântara, soltava o lixo. E o Jornal Nacional repetia, achando que, assim, não sujaria suas mãos. Agora a parceria é entre o Estadão – dirigido pelo mesmo Eurípides – e o Jornal Nacional.

O padrão Veja está nítido nessa manchete.

A matéria diz que a Polícia Federal está investigando  se o tal careca do INSS  teve como beneficiário final uma agência de viagens que emitiu passagens para Lulinha. Não confirma o pagamento para a agência, não estabelece uma relação sequer com Lulinha – a não ser o fato de Roberta Luchinger ter pago uma passagem para ele.

Uma não-notícia, vazada pela Polícia Federal. Apesar do discurso indignado do diretor geral da PF, de que a organização não vaza informações, ela vaza não apenas informações, mas boatos e desconfianças antes de sua comprovação. Pelo visto, Andrei Rodrigues é o último a saber.

Primeiro, a matéria não diz que a tal agência é beneficiária. Diz que a PF ainda investiga. Depois, não estabelece qualquer relação com Lulinha. Apenas informa que Roberta Luchsinger – apresentada como “amiga do Lulinha” – vale-se dos serviços de tal agência e andou pagando viagens para Lulinha através da agência.

O lance seguinte é a informação – mais que conhecida, já divulgada pelos próprios advogados de Lulinha – que o careca do INSS pagou uma viagem de Roberta e Lulinha a Portugal, para conhecer uma fábrica de cannabis, cuja produção ele teria interesse em vender no Brasil.

Por que o careca e sua lobista, Roberta Luchsinger, envolveram Lulinha? Pela mesma razão que o Master patrocinou evento da Globo, contratou escritórios de Ricardo Lewandowski e Alexandre Moraes: demonstração de prestígio. Lulinha é o filho do homem.

O Banco Master e a Refit utilizaram dinheiro do crime organizado para patrocinar um evento do Valor Econômico (do grupo Globo) em Nova York, merecendo elogios de dirigentes da Globo. E suas ligações com o submundo já eram amplamente conhecidas, ainda mais pelos analistas da Globo.

Os jornalões já provocaram uma tragédia política no país, com a ignominiosa cobertura da Operação Lava Jato. Sua repetição é uma ameaça ao Brasil formal. E, se a ignorância não fosse tão crassa, saberiam que seu reinado só acontece no Brasil formal, não na selvageria terraplanista que sucederá em caso de vitória de seu candidato Flávio Bolsonaro.

Assim como no período do Jair, serão os primeiros a pagar a conta.

LEIA TAMBÉM:

Do Power Point de Dallagnol à Lava Jato 2 da Globo e "grande" mídia controlada por banqueiros: como se constrói uma narrativa de poder segundo Luis Nassif

 

Quando diferentes vozes dizem essencialmente a mesma coisa, o debate deixa de ser debate — e passa a ser reafirmação planejada.

Do Jornal GGN:

    Freepik

O texto abaixo foi construído pelo ChatGPT, de acordo com prompts que preparei e com conceitos que eu utilizei em várias matérias.

O poder da grande mídia nunca esteve apenas no que publicava.

Esteve, sobretudo, no que decidia não publicar — e em como decidia.

As redações brasileiras, especialmente nos grandes conglomerados, sempre cultivaram uma imagem pública de pluralismo interno, debate editorial e compromisso com a informação. Mas, nos momentos decisivos, o funcionamento real era muito mais simples — e muito mais concentrado.

A linha não era construída na base.
Era definida no topo.

1. A sala invisível

Não existe uma sala formal onde se decide “a linha do jornal”. Não há ata, votação ou registro. Mas existe, sim, um núcleo decisório.

Historicamente, ele se organizou em torno de três polos:

  • a direção empresarial
  • o comando editorial
  • e os interesses econômicos associados (publicidade, mercado, relações institucionais)

Nos momentos críticos, esses polos convergem rapidamente.

A pauta do dia pode nascer na reunião de editores.
Mas o enquadramento nasce acima deles.

Não se trata, na maioria das vezes, de ordens explícitas. O mecanismo é mais sofisticado: um sistema de incentivos e limites implícitos, conhecido por qualquer jornalista experiente.

Todo mundo sabe até onde pode ir.
E, mais importante, até onde não deve ir.

2. O processo de filtragem

A construção de uma narrativa passa por etapas invisíveis:

1. Seleção

  • O que vira notícia
  • O que é ignorado

=> Aqui já ocorre a primeira distorção estrutural.

2. Hierarquização

  • Manchete ou nota de rodapé
  • Página principal ou coluna lateral

=> A importância do fato é construída editorialmente.

3. Enquadramento

  • Qual o ângulo da matéria
  • Quais fontes são ouvidas
  • Qual linguagem é utilizada

=> Um mesmo fato pode gerar narrativas opostas.

4. Repetição

  • O tema é martelado até se tornar “realidade pública”

=> É aqui que nasce o senso comum.

Esse processo não exige conspiração. Exige consistência.

3. As campanhas silenciosas

Os momentos mais reveladores não são os escândalos. São as campanhas.

Campanhas não declaradas, mas facilmente identificáveis para quem acompanha o fluxo contínuo da cobertura.

Elas têm características claras:

  • repetição diária de um mesmo tema
  • uniformidade entre veículos diferentes
  • aumento progressivo do tom crítico
  • personalização do problema em figuras específicas

Foi assim em diferentes momentos da história recente.

Na década de 2010, por exemplo, a cobertura da Operação Lava Jato ultrapassou o registro factual e se transformou em narrativa estruturante da política brasileira.

O noticiário deixou de ser episódico. Tornou-se permanente.

E, nesse ambiente, a distinção entre informar e conduzir começou a desaparecer.

4. O circuito fechado de legitimação

Um dos mecanismos mais poderosos da grande mídia sempre foi o que se poderia chamar de “circuito fechado de validação”.

Funciona assim:

  1. Um tema é lançado por um grande veículo
  2. Outros veículos repercutem
  3. Analistas e colunistas reforçam
  4. O tema chega ao sistema político e judicial
  5. Decisões institucionais retroalimentam a cobertura

Resultado: o que começou como narrativa torna-se “fato institucional”.

Esse circuito foi fundamental, por exemplo, na construção do ambiente que levou ao impeachment de Dilma Rousseff.

A legalidade foi sustentada.
Mas a legitimidade foi construída.

5. O papel das fontes — quem fala e quem não fala

Outro bastidor crucial está na escolha das fontes.

A pluralidade formal muitas vezes esconde uma homogeneidade real.

Economistas ouvidos? Frequentemente do mesmo campo.
Juristas? Os mesmos nomes recorrentes.
Analistas políticos? Inseridos no mesmo universo ideológico.

Isso cria um efeito poderoso:

=> a aparência de consenso

Quando diferentes vozes dizem essencialmente a mesma coisa, o debate deixa de ser debate — e passa a ser reafirmação.

6. Publicidade: o filtro invisível

Nenhum grande grupo de mídia opera desconectado de sua base econômica.

A dependência de grandes anunciantes — bancos, montadoras, varejo, telecom — nunca precisou se traduzir em censura direta. Ela opera de forma mais sutil:

  • temas sensíveis são evitados
  • críticas são moduladas
  • certos assuntos simplesmente não entram na pauta

É um tipo de autocontenção estrutural.

Não é preciso mandar calar.
Basta criar um ambiente onde falar custa caro.

7. A relação com o poder institucional

Os bastidores da mídia também passam pelos corredores do poder.

Relações com:

  • ministros de tribunais superiores
  • dirigentes de órgãos reguladores
  • lideranças do Congresso
  • operadores do mercado financeiro

Essas relações não são necessariamente ilegítimas. Em muitos casos, são parte do jogo institucional.

Mas tornam-se problemáticas quando passam a influenciar:

  • o timing das matérias
  • o vazamento seletivo de informações
  • a proteção ou exposição de determinados atores

Na fase mais intensa da Lava Jato, o fluxo de vazamentos foi um exemplo claro dessa engrenagem.

8. Quando o controle escapa

O modelo funcionou por décadas porque era centralizado.

Mas ele começou a ruir quando a informação deixou de depender exclusivamente da mídia tradicional.

Redes sociais, plataformas digitais e comunicação direta quebraram o monopólio.

E, com isso, expuseram os bastidores.

A ascensão de Jair Bolsonaro foi, em grande medida, produto dessa ruptura.

Pela primeira vez, um projeto político relevante se construiu contra a mediação tradicional — e venceu.

Foi um choque estrutural.

9. O novo bastidor: o algoritmo

Com o declínio da mídia tradicional, os bastidores não desapareceram.

Eles mudaram de lugar.

Hoje, o poder de filtragem está cada vez mais nas mãos de plataformas como Google e Meta.

Mas com uma diferença crucial:

=> antes, era possível identificar quem decidia
=> agora, a decisão está embutida em sistemas opacos

O editor virou código.
E o critério virou engajamento.

10. Epílogo — o poder que não se vê

Os bastidores da grande mídia nunca foram uma conspiração clássica.

Foram algo mais eficiente:
um sistema de poder internalizado, reproduzido diariamente por rotinas, incentivos e limites.

Um sistema que:

  • moldava o debate
  • restringia o possível
  • e influenciava o rumo do país

Sem precisar aparecer.

Agora, esse sistema perde força.

Mas o aprendizado que ele deixa é essencial:

=> o poder mais eficaz não é o que grita.
=> é o que define, silenciosamente, o que pode ser dito.

LEIA TAMBÉM:

segunda-feira, 23 de março de 2026

Escancaramento da parcialidade e manipulação da Globo na ressurreição da Lava Jato na versão 2.0 2026: O Power Point da Andréa Sadi e as relações de Daniel Vorcaro com a Globo, por Luis Nassif

 

Se o mote do Power Point foram apenas os contatos, porque não entrou o logotipo da Globo? 

Do Jornal GGN:

O Power Point da Andréa Sadi e as relações de Vorcaro com a Globo


    Reprodução


A desonestidade jornalística exige um mínimo de arte para não esbarrar no ridículo. Até pode sensibilizar a parte mais desinformada da opinião pública. Mas para o público que pensa, vale uma adadptação do refrão de Gonzaguinha: “é ridículo, é ridículo e é ridículo”.

Se o mote do Power Point foram apenas os contatos, porque não entrou o logotipo da Globo? 

O foco deveria ter sido os governadores que autorizaram aplicações dos fundos de pensão dos funcionários no Master; políticos que tentaram aumentar os limites do FGC; a estrutura de alianças que ele consolidou junto ao Centrão. Mas o jornalismo da Globo decidiu optar por um apanhado geral dos encontros dele com autoridades, sem se dar ao trabalho, jornalisticamente honesto, de identificar quem cometeu atos ilícitos em favor de Vorcaro.

No Summit Valor Econômico Brazil-USA (Nova York, maio de 2024), organizado pelo jornal Valor Econômico (Grupo Globo), teve Daniel Vorcaro como patrocinador e palestrante de abertura.

O evento foi aberto por Frederic Kachar, diretor da Editora Globo. Em sua fala, agradeceu ao Banco Master, “na figura de Daniel Vorcaro” e mencionou uma “relação pessoal” com ele.

“A gente tem alegria de ter patrocinadores de empresas que a gente admira e que eu tenho privilégio de ser amigo. Muito obrigado ao Banco Master [sorri e aponta para a plateia, onde estava o então banqueiro] na figura de seu presidente Daniel Vorcaro, que apresenta o seminário de hoje”.

“Relação pessoal” é mais do que um contato fortuito ou agendado.

Houve o pedido de uma reunião com Lula, intermediado por Guido Mantega. Para a reunião, Lula convocou uma série de autoridades para não dar espaço a nenhuma insinuação da parte de Vorcaro.

E com a Globo, qual o teor das conversas? O segundo patrocinador do evento foi Eduardo Magro, o maior sonegador da história do país, sobejamente conhecido há décadas. 

Naquela data, o Master já despertava suspeitas no mercado. Mas foi tratado pela Globo como ator relevante, legítimo e amigo. Entre outras coisas, porque o Will Bank era um forte patrocinador de programas da Globo.

A Lava Jato foi um desastre para a imprensa. A repetição da fraude jornalística será o fim.

LEIA TAMBÉM:



sábado, 21 de março de 2026

Portal do José sobre a velha tática da"grande" mídia: GLOBO QUER FLAVIO BOLSONARO! ESTRATÉGIAS DE GUERRA NA COMUNICAÇÃO! BOZO NA DOMICILIIAR?

 

Do Portal do José:

21/03/26 - ORGANIZAÇÕES GLOBO MOSTRAM SUA NATUREZA BANDIDA. AO APRESENTAREM UM POWER POINT LIGANDO VORCARO A LULA A EMPRESA DOS MARINHO MOSTRA A QUEM ESTÃO APOIANDO PARA AS ELEIÇÕES DE 2026. SÃO OS ESCORPIÕES BANDIDOS. ENQUANTO ISSO...MORAES PEDE A PGR PARECER SOBRE PRISÃO DOMICILIAR DE BOZO. EM TODO CASO...ELE NÃO DEIXARÁ DE SER PRESIDIÁRIO



Portal do José: SABADÃO DA DELAÇÃO! BOLSONARISTAS TERÃO SURPRESA DESAGRADÁVEL COM VORCARO! TRUMP: PSICOPATIA AVANÇA. #GloboGolpista imita Power Point de Deltan Dallagnol

 

Do Portal do José:

21/03/26 - BOLSONARISTAS ANDAM MUITO EMOCIONADOS ULTIMAMENTE... TUDO POR UMA POSSIBILIDADE DE VORCARO COMPROMETER ALGUMAS AUTORIDADES. SABEMOS QUE ELES TORCEM PARA QUE O MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES ESTEJA IMPLICADO EM ALGUM CRIME... A QUEDA DO CAVALO PARECE SER CERTA PRA ESSAS CRIATURAS... SIGAMOS... ORGANIZAÇÕES GLOBO MOSTRAM SUA NATUREZA BANDIDA. AO APRESENTAREM UM POWER POINT LIGANDO VORCARO A LULA A EMPRESA DOS MARINHO MOSTRA A QUEM ESTÃO APOIANDO PARA AS ELEIÇÕES DE 2026.




quinta-feira, 19 de março de 2026

Vídeos do Congresso Exposto: A Fantástica Fábrica de Rachadinhas - Dossiê Flávio Bolsonaro (Partes 1 e 2)

 ​De um simples Gol 1.0 a mansões de luxo e uma polêmica loja de chocolates. Como o "Filho 01" e hoje Senador da República construiu um patrimônio milionário vivendo exclusivamente da política?

Do Canal Congresso Exposto

Vídeo 01:

Neste primeiro episódio do nosso Dossiê Especial, o canal Congresso Exposto faz um raio-x detalhado na evolução patrimonial de Flávio Bolsonaro até 2016. Cruzamos dados oficiais, relatórios do COAF e as revelações explosivas de seu ex-sócio, Alexandre Santini, para entender como o "doce sabor do sucesso" pode esconder contas muito amargas.

​🔍 O que você vai descobrir nesta Parte 1: ​A Onipresença: Como ele conciliava a vida em Brasília com estágios e estudos no Rio de Janeiro? ​O Salto Imobiliário: A estratégia por trás de transações que desafiaram a lógica do mercado. ​A Franquia de Ouro: Por que o Ministério Público acredita que uma loja de chocolates foi a peça-central no esquema das "Rachadinhas". ​O Elo Queiroz: O fluxo financeiro que conectou o gabinete ao submundo carioca. ​O QUE VEM NA PARTE 2: ​Este é apenas o começo da nossa investigação. A Parte 2, abaixo, mergulhará nas sombras. Vamos explorar as origens, as relações perigosas com as milícias e como o poder foi consolidado no estilo "O Poderoso Chefão". Não perca a conclusão desta série.

Vídeo 02:

Neste vídeo, você vai entender: O Discurso fabricado de pretenso Herói: Como o jovem deputado usou a tribuna da ALERJ para defender a legalização das milícias. A Medalha na Prisão: A história inacreditável da homenagem entregue pessoalmente a Adriano da Nóbrega enquanto ele estava atrás das grades por homicídio. A Meritocracia do Submundo: Como a mãe e a esposa do chefe do Escritório do Crime foram parar na folha de pagamento do gabinete do Zéro Um. O Elo de Ouro: Onde o esquema das Rachadinhas e o braço armado das milícias se encontram no caixa de Fabrício Queiroz.

A política no Rio de Janeiro não é para amadores. É um jogo de território, influência e, acima de tudo, silêncio. Produzir um conteúdo desse peso, investigando quem prefere as sombras, exige tempo, risco e, acima de tudo, independência. Nós não temos um 'império imobiliário' nem uma 'fantástica fábrica de chocolates' para lavar nossas contas. Nosso único sócio é você. Se você acredita que a verdade não pode ser silenciada, apoie o jornalismo independente do Congresso Exposto. Qualquer valor ajuda a manter essa engrenagem girando.