Do Portal do José:
Do Canal de Carlos Antonio Fragoso Guimarães:
Entrevista do Psicólogo e Professor Carlos Antonio Fragoso Guimarães ao Podcast Pauta Espírita sobre as Experiências de Quase Morte - EQM, suas características, histórico e estado atual das Pesquisas.
Do Canal TV Afiada:
BOMBA! Mensagens capturadas pela Polícia Federal colocam Valdemar Costa Neto no centro de uma nova polêmica envolvendo emendas parlamentares. Daniela Lima analisa os bastidores do caso e revela os detalhes que movimentam o cenário político.
Do Canadá Diário:
Donald Trump ganhou bilhões de dólares enquanto ocupava a Presidência dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, mais de um milhão de investidores ligados aos seus principais projetos de criptomoedas acumulavam perdas gigantescas.
Uma investigação da imprensa internacional estimou que Trump e seus filhos ganharam aproximadamente US$ 2,3 bilhões com seus principais negócios digitais. O valor perdido pelos investidores desses projetos também teria chegado perto de US$ 2,3 bilhões. Trump ganhou. Seus seguidores perderam.
Neste vídeo, investigamos como Donald Trump transformou a Presidência dos Estados Unidos, a Casa Branca, sua imagem política e até as comemorações dos 250 anos da independência estadunidense em uma poderosa máquina de dinheiro, propaganda e influência.
Declarações financeiras divulgadas recentemente revelaram que Trump recebeu mais de US$ 2 bilhões em apenas um ano. Grande parte desse dinheiro veio de criptomoedas, tokens digitais, licenciamento de produtos, negócios imobiliários, relógios, clubes privados, acordos judiciais e empreendimentos internacionais.
A família Trump recebeu centenas de milhões de dólares da World Liberty Financial. Outra empresa ligada ao presidente ganhou grandes quantias com moedas digitais que exibiam o rosto de Trump.
Enquanto isso, o governo estadunidense adotava decisões favoráveis ao mercado de criptomoedas, reduzia a pressão regulatória e promovia os Estados Unidos como a nova capital mundial dos ativos digitais.
Esse cruzamento entre poder político, decisões governamentais e negócios familiares criou um dos maiores conflitos de interesse da história moderna dos Estados Unidos.
A situação se tornou ainda mais grave com a divulgação de um relatório parlamentar sobre as comemorações dos 250 anos da independência estadunidense.
Segundo o relatório, aliados de Trump teriam criado uma estrutura paralela acusada de disputar doações, direcionar patrocinadores, coletar dados políticos e oferecer vantagens a grandes financiadores.
Pacotes milionários de patrocínio incluíam reconhecimento especial, participação em eventos e até fotografias com Donald Trump.
A investigação também relaciona operadores políticos, antigos integrantes das campanhas de Trump, empresas contratadas pelo governo e organizações ideológicas de extrema direita.
Até eventos realizados dentro da Casa Branca foram envolvidos na polêmica.
Uma competição do UFC realizada nos jardins da residência presidencial recebeu exposição de empresas ligadas aos negócios da família Trump. Lutadores também receberam prêmios em uma moeda digital emitida por uma dessas empresas.
A Casa Branca, símbolo máximo do poder público estadunidense, passou a funcionar como palco político, vitrine comercial e ferramenta de valorização da marca Trump.
A imprensa internacional também revelou negócios ligados à família presidencial na Arábia Saudita, no Catar, nos Emirados Árabes Unidos, na Romênia e em outros países.
Governos e investidores estrangeiros passaram a manter relações financeiras com empresas ligadas ao presidente enquanto negociavam tarifas, tecnologia, segurança, comércio e decisões diplomáticas com Washington. Neste vídeo, reunimos informações publicadas por Reuters, Associated Press, The Guardian, The Wall Street Journal, The Washington Post e outros veículos internacionais para compreender como Donald Trump transformou o cargo mais poderoso do planeta em um ativo extremamente lucrativo.
Também analisamos o papel da extrema direita nesse processo. O populismo trumpista promete combater as elites, enfrentar o sistema e devolver o poder ao povo. Na prática, construiu uma estrutura em que o líder, seus familiares, seus aliados e seus financiadores concentram dinheiro, influência, contratos e acesso político. A bandeira virou produto. A Casa Branca virou vitrine. A Presidência virou marca. O aniversário dos Estados Unidos virou oportunidade de negócios, coleta de dados e propaganda ideológica.
Do Jornal GGN:
Carta de Marco Rubio revela promessa de alinhar equipe de transição a Washington antes do pleito; oposição vê traição à pátria

A correspondência oficial enviada pelo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, ao senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) expôs uma postura de profunda submissão política e diplomática por parte do parlamentar brasileiro, abrindo uma nova frente de debate na campanha eleitoral de 2026. No documento, Rubio menciona e agradece uma “generosa oferta” feita pelo filho 01 de Jair Bolsonaro (PL): a promessa antecipada de colocar uma equipe de transição de governo à inteira disposição de Washington caso ele vença as eleições presidenciais de outubro.
A referência, que não havia sido divulgada anteriormente pelo senador e só veio a público na resposta oficial do governo norte-americano, provocou indignação e forte reação nos bastidores de Brasília. Lideranças partidárias acusaram formalmente o senador de “traição à pátria” e de submeter a soberania nacional e as decisões estratégicas do Estado brasileiro aos interesses diretos do governo de Donald Trump.
No rito democrático tradicional, o governo de transição é um mecanismo estritamente institucional, soberano e interno. Trata-se do período compreendido entre a divulgação do resultado das urnas e a posse do novo mandatário, cujo objetivo principal é garantir a continuidade administrativa do Estado sem solavancos e sem ingerência estrangeira.
No modelo brasileiro, o processo é amparado por legislação federal específica e prevê regras claras:
Historicamente, os presidentes eleitos mantêm contatos diplomáticos com governos estrangeiros e investidores antes da posse para debater comércio e cooperação. No entanto, não é prática institucional conhecida colocar formalmente uma equipe de transição brasileira à disposição de uma potência estrangeira.
Ao oferecer essa estrutura para os Estados Unidos antes mesmo da eleição, Flávio Bolsonaro rompe o preceito básico de autodeterminação nacional e transforma um instrumento republicano de diagnóstico em um balcão de negócios internacionais.
A gravidade do aceno político ganha contornos de humilhação diplomática diante do contexto econômico real. A menção feita por Rubio reproduz um compromisso que já constava da carta enviada pelo próprio Flávio ao secretário de Estado no início de junho, na qual o senador afirmava estar confiante na vitória e preparado para acionar sua equipe para fechar um amplo acordo de comércio. O aceno foi uma tentativa desesperada de conter o desgaste provocado pela proposta americana de aplicar um tarifaço de 25% sobre produtos importados do Brasil.
Flávio inclusive se inscreveu para depor como testemunha em uma audiência pública da Seção 301 do Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), agendada para 6 de julho, sob o pretexto de mitigar os impactos da sobretaxa.
Contudo, a resposta escrita por Marco Rubio sinalizou que Washington manterá a linha dura em relação às barreiras comerciais impostas ao Brasil. O secretário de Estado americano apenas registrou a oferta de alinhamento do brasileiro e deixou claro que a agenda protecionista de Donald Trump não será flexibilizada por conta da subserviência antecipada do candidato.
O documento público limita-se ao registro da oferta e não traz qualquer compromisso ou contrapartida assumida pelo governo norte-americano, além da protocolar disposição de trabalhar com o líder legitimamente eleito pelo povo brasileiro.
O episódio unificou o discurso das forças governistas e de setores independentes na defesa da soberania nacional. Integrantes do governo Lula (PT) passaram a sustentar que a iniciativa reforça as críticas de que a família Bolsonaro busca estreitar a interlocução com Washington em temas considerados estratégicos e sensíveis para a política brasileira. O ex-ministro José Dirceu classificou a carta de Rubio como uma “confissão” de que a campanha de Flávio está diretamente umbilical ao interesse estrangeiro, afirmando que “dependência política significa dependência econômica, tecnológica e militar“, escreveu nas redes sociais.
Analistas políticos apontam que nem mesmo nos períodos mais agudos de alinhamento internacional o Brasil testemunhou um candidato oferecer o controle técnico e informacional de seu futuro governo a uma potência estrangeira antes do crivo das urnas.
Enquanto aliados de Flávio tentam minimizar o episódio alegando “antecipação de negociações comerciais e diplomáticas” sem participação estrangeira na condução do governo, o documento oficial expõe o que críticos chamam de abdicação antecipada da autonomia brasileira na formulação de suas próprias políticas de Estado.
