sexta-feira, 1 de março de 2024

Portal do José: FALOU! GENERAL DEPÔS NA PF. BOLSONARO: APÓS EUFORIA, PAPUDA MAIS PERTO! ISRAEL: LULA AUMENTA O TOM!

 

Do Portal do José:

01/03/24 - DIA MOVIMENTADO AQUI NO BRASIL E NO EXTERIOR. POPDEMOS ESTAR DIANTE DE MUDANÇAS SIGNIFICATIVAS. SIGAMOS.



Sob patrocínio americano - que via como ameaça o pensamento crítico-social da Teologia da Libertação -, segue em curso o plano de poder neopetencostal de extrema direita no Brasil: a Teologia do Domínio

 

Da TV GGN:




Reinaldo Azevedo: O Massacre covarde de Israel sobre Gaza assombra o mundo; e o grave alerta de um especialista

 

Da Rádio BandNews FM:




ICL: ATAQUE de ISRAEL CONTRA PALESTINOS NA FILA DA AJUDA HUMANITÁRIA EM GAZA CHOCA O MUNDO E, NO BRASIL, AVANÇA OS PLANOS DE PODER TEOCRÁTICO DOS NEOPENTECOSTAIS

 

Do Canal ICL:




O Tribunal de Contas da União - TCU - faz mega denúncia contra Jair Bolsonaro

 

Do Blog da Cidadania, citando diversos jornais:

ribunal aponta avalanche de fraudes, superfaturamento e propina na gestão Bolsonaro após investigar contratos milionários com a gestão passada



terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

Bolsonaro confessa crime da “minuta”. E ameaça: “Teria muito a falar, tem quem sabe que eu falaria”. O avanço da inbecildiade fascistóide em análise em vídeo de Bob Fernandes

 

Do Canal de Bob Fernandes:




O fascismo desfila na Paulista. Artigo de Márcia Tiburi

 

"Fascistas precisam odiar e atacar a quem odeiam, porque não conhecem o amor", diz Marcia Tiburi

Ato bolsonarista na Avenida Paulista

Ato bolsonarista na Avenida Paulista (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

Alguns vêm chamando o fascismo brasileiro de “bolsonarismo”. É um termo circunstancial que não chega a estar errado, mas ameniza o maior problema expresso justamente pelo termo fascismo quando dito sem mascaramentos. Bolsonaro passará – e se for preso passará ainda mais rápido -, o fascismo não. 

Podemos dizer que o sujeito do fascismo é um “não sujeito”, um corpo esvaziado de subjetividade, em ação automática, movido por codificações estéticas. Daí a constante prova de insensatez, a burrice presente nos discursos das pessoas na Paulista no último domingo. 

Personalidades democráticas se perguntam como é possível que tanta gente venha a aderir ao fascismo. Freud já se perguntava sobre como as pessoas abandonam sua liberdade para aderir às massas. Adorno tentou explicar falando do papel da propaganda na manipulação das massas. Mas há outros elementos, como a função mimética na manipulação das massas. 

Por exemplo, há tempos, as cores verde e amarela vêm sendo elementos de adesão mimética. A mimetização tem a principal função psicopolítica no processo, pois todo sujeito fascista está morto de medo e busca um lugar para se sentir seguro. Assim, mimetizar-se à massa na qual busca se proteger, é o caminho. 

Criar a massa é a tarefa dos agitadores e líderes em geral. Os líderes sabem que não há massa sem estímulo e todo estimulo é, principalmente, estético, a saber, imaginário e vazio. A miséria estética - visual, musical, coreográfica - é sintoma. Ao mesmo tempo, a verdade da extrema direita está exposta nesse sintoma. 

Os fascistas sofrem com a miséria sintomática. Eles gostariam de ter expressão, mas só alcançam a caricatura. Nesse sentido, curioso é o uso da histórica música de esquerda “Para Não dizer que não falei de Flores” (1968) de Geraldo Vandré no ato da Paulista. Imitar é preciso para quem não tem autenticidade. E essa é a tragédia do fascismo, o desejo de expressão que se faz como caricatura da expressão - que depende da performance e da cena estimulante para criar a massa odienta. 

Sempre é bom lembrar que fascistas são aquelas pessoas que se podem definir como personalidades autoritárias. Sua principal característica é a submissão ao líder autoritário com o qual se identificam. A agressividade é parte disso. Ela é efeito do medo. Dirigida contra aqueles que podem ocupar o lugar de vítimas, ela expõe o ódio ao diferente: a mulher, o negro, o gay, o comunista, o judeu, o palestino, o indígena, o pobre, etc, mas também a projeção no outro daquilo que se teme e odeia em si mesmo. 

Fascistas precisam odiar e atacar quem odeiam, porque não conhecem o amor. Não tiveram uma experiência densa com esse fenômeno, algo que não se alcança no conservadorismo e no autoritarismo. 

Nas mulheres idosas que, na Paulista, portavam bandeiras de Israel afirmando que Israel era cristão, havia, além da admiração pelo Estado autoritário, praticamente um ato falho anti-semita que escapou nas palavras de ignorância prepotente dessas pessoas. A falta de amor se disfarçava em cristianismo, um cristianismo caricato que caricaturizava Israel. A ignorância sobre a diferença histórica e teológica entre cristianismo e judaísmo aparecia como a caricatura da própria opinião. 

No meio de tudo, o show da verdade exposta para quem quiser ver. 

O perigo fascista segue e o governo deveria se responsabilizar minimamente por isso. 

A RELIGIÃO (SEM ESPIRITUALIDADE, MAS COM PLANO DE PODER) ENTRA DEFINITIVAMENTE NA POLÍTICA

 

Da TVG GGN:

O jornalista Luis Nassif conversa com Gilberto Maringoni, coordenador do Observatório de Política Externa e com João Cezar de Castro Rocha, autor do livro "Bolsonarismo: Da guerra cultural ao terrorismo doméstico", para uma análise do pós ato de Bolsonaro na Avenida Paulista, em São Paulo.



Reinaldo Azevedo: Malafaia, o confronto e prisão de Bolsonaro como uma glória

 

Da Rádio BandNews FM: