Do UOL:
Em entrevista ao UOL News, o senador Omar Aziz falou sobre a crise no GSI que levou à demissão do ministro Gonçalves Dias.
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Em entrevista ao UOL News, o senador Omar Aziz falou sobre a crise no GSI que levou à demissão do ministro Gonçalves Dias.
"O Brasil espera uma resposta muito grande, com celeridade, para aqueles que cometeram crimes, que não fiquem impunes perante a nação brasileira", afirmou o presidente da CPI da Pandemia

247 – O senador Omar Aziz (PSD-AM) fez uma cobrança pública ao procurador-geral Augusto Aras, que foi reconduzido ao comando do Ministério Público no Brasil pelo Congresso. "Dr. Aras, no dia da sua eleição, nós do Senado aprovamos o seu nome. O Brasil espera uma resposta muito grande, com celeridade, para aqueles que cometeram crimes, que não fiquem impunes perante a nação brasileira", disse ele. "As 570 mil vidas perdidas não merecem que isso não seja tratado com celeridade. Acreditamos que o Ministério Público Federal vai agir, e vai agir com rigor", prosseguiu. Confira abaixo:
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Jornal GGN – A prevaricação cometida pelo presidente Jair Bolsonaro “é um fato”, uma vez que o presidente deixou de informar às autoridades a denúncia sobre suspeitas no contrato da compra de vacinas produzidas pela indiana Covaxin.
Em entrevista ao jornal O Globo, esse fato se comprova uma vez que ele recebeu a denúncia do deputado federal Luis Miranda (DEM) e seu irmão, o servidor público Luis Ricardo Miranda, ao final do mês de março, e o inquérito só foi aberto pela Polícia Federal na última quarta-feira.
“Ele não encaminhou nem para a CGU, nem para a Abin. É um fato (…) Ele teve a oportunidade de encaminhar para a Polícia Federal ou para o Ministério da Saúde”, disse Aziz, ressaltando que ele recebeu um deputado da sua base de apoio, que levou tais denúncias, e nenhuma providência foi tomada.
Aziz não só garante que a CPI ainda tem muito a investigar, e que os recentes ataques de
Bolsonaro aos trabalhos da comissão mostram a ineficiência do governo dele, e os “fortes indícios” de corrupção no governo dele o deixam “louco”.