Do UOL:
Kennedy Alencar fala sobre a ausência de Arthur Lira, presidente da Câmara, e de outros líderes do centrão em evento organizado por Lula para marcar o primeiro ano dos atos golpistas de 8 de janeiro.
Do UOL:
Kennedy Alencar fala sobre a ausência de Arthur Lira, presidente da Câmara, e de outros líderes do centrão em evento organizado por Lula para marcar o primeiro ano dos atos golpistas de 8 de janeiro.
Do UOL:
No Análise da Notícia, José Roberto de Toledo e Kennedy Alencar comentam o depoimento do general Heleno na CPMI dos atos golpistas de 8 de janeiro.
Jornalista se manifestou após a decisão do TRF-1 sobre a farsa das "pedaladas fiscais"

247 – O jornalista Kennedy Alencar cobrou autocrítica dos jornalistas que ajudaram a propagar a farsa das "pedaladas fiscais" e contribuíram para o golpe de estado de 2016, contra a ex-presidente Dilma Rousseff. Confira e saiba mais:
Com a palavra, os jornalistas que apoiaram o golpe parlamentar. Alguma autocrítica? Impeachment sem crime de responsabilidade é golpe. Brasil não é parlamentarista. No presidencialismo, Congresso não pode derrubar presidente só por razão política. https://t.co/cXg6Hrm97V
— Kennedy Alencar (@KennedyAlencar) August 22, 2023
TRF-1 mantém decisão que isenta Dilma, Mantega e Luciano Coutinho das “pedaladas fiscais” e exclui Ação de Improbidade Administrativa
A Corte do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) manteve na tarde de hoje (21/08) a sentença que excluiu a Ação de Improbidade Administrativa que investigava as supostas “pedaladas fiscais” atribuídas a ex-presidenta da República, Dilma Rousseff, ao ex-Ministro da Fazenda, Guido Mantega, e ao presidente do BNDES, Luciano Coutinho. Desta forma, os desembargadores e desembargadoras rejeitaram a apelação do Ministério Público Federal.
A decisão aplicou ao caso a recente interpretação dada pelo STF à Lei de Improbidade Administrativa (LIA), passando a exigir a comprovação de responsabilidade subjetiva para a tipificação dos atos de improbidade administrativa, sendo necessário nos artigos 9º, 10 e 11 da LIA a presença do elemento subjetivo dolo. “A Justiça Federal se mostrou atenta à regularidade dos repasses realizados aos bancos, que tiveram como objetivo impulsionar e recuperar a economia nacional. A decisão reconhece a ausência de dolo na atuação dos gestores públicos, chancelando, em linhas gerais, o recente posicionamento do Supremo quanto à necessidade de se comprovar a presença do elemento subjetivo para que ocorra a responsabilização por meio da Lei de Improbidade Administrativa”, explica o advogado Angelo Ferraro do escritório Ferraro, Rocha e Novaes Advogados e que representa o ex-ministro Guido Mantega.
Ainda de acordo com os advogados Miguel Novaes e Sthefani Rocha, que também representam o ex-ministro Guido Mantega, “a sentença se divide em dois fundamentos: o primeiro consiste na impossibilidade de se atribuir improbidade administrativa a Dilma Rousseff e Guido Mantega em relação a atos praticados no decorrer de seus respectivos mandatos e, em segundo lugar, aponta a inexistência de dolo nas ações investigadas na Ação de Improbidade”.
Histórico
A Ação de Improbidade Administrativa foi apresentada pelo Ministério Público Federal, em dezembro de 2018, em razão da prática daquilo que classificou como suposta “maquiagem das estatísticas fiscais com evidente propósito de melhorar a percepção da performance governamental e ocultar uma crise fiscal e econômica iminente”.
As defesas da ex-presidenta Dilma, de Guido Mantega e Luciano Coutinho pediram a prescrição da Ação de Improbidade Administrativa pois o MPF ajuizou em sequência a Ação Penal nº 1000404-87.2019.4.01.3400, que tratava “das ilicitudes cometidas no contexto das assim chamadas ‘pedaladas fiscais’, praticadas por agentes públicos do alto escalão do Governo Federal nos últimos anos do primeiro mandato da Presidente Dilma Rousseff, especialmente no exercício de 2014”. Isto é, o mesmo escopo da Ação de Improbidade nos termos da jurisprudência do STJ e do TRF-1.
Do programa Análise da Notícia, no UOL:
No Análise da Notícia, José Roberto de Toledo e Kennedy Alencar comentam o caso envolvendo joias e o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Do UOL:
Cobertura do 7 de Setembro: UOL News traz notícias e análises sobre o Dia da Independência comemorado neste 7 de setembro. O colunista Kennedy Alencar comenta
Do UOL News:
O presidente Jair Bolsonaro (PL) comentou indiretamente a pergunta da jornalista Renata Vasconcellos ontem (23) no Jornal Nacional. A apresentadora indagou o candidato à Presidência sobre a postura adotada diante à pandemia. Hoje, durante Congresso Aço Brasil 2022, em São Paulo, Bolsonaro retomou a frase utilizada pela apresentadora. No UOL News, o colunista Kennedy Alencar comenta o assunto.
Do UOL:
A Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil) levou o desaparecimento do indigenista licenciado da Funai Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips, colaborador do The Guardian, ao Tribunal Penal Internacional. No UOL News, o colunista Kennedy Alencar comenta o assunto.
Do UOL News:
No UOL News, o colunista Kennedy Alencar fala sobre a Cúpula das Américas, que acontece nesta semana nos Estados Unidos.
Do Canal UOL:
Propaganda de Bolsonaro na TV: No UOL News, o colunista Kennedy Alencar fala sobre o vídeo divulgado pelo PL e que mostra a inserção de 30 segundos de Bolsonaro ao lado de jovens
Do Brasil de Fato:
O entrevistado desta semana do Brasil de Fato Entrevista é o jornalista Kennedy Alencar, que fala sobre sua trajetória nos principais meios de comunicação do país e analisa também o atual cenário político brasileiro.
Do UOL News:
No UOL News, o colunista de política Kennedy Alencar fala sobre o relatório do TCU que aponta contradições de Sergio Moro sobre os pagamentos de mais de R$ 3,5 milhões recebidos da empresa Alvarez & Marsal, segundo informação da coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo
"Ao tratar como herói um personagem que corrompeu o combate à corrupção no Brasil e que depois aceitou ser ministro da Justiça do presidente que ajudou a eleger, a imprensa volta a normalizar uma conduta absurda, ilegal e antidemocrática, exatamente como fez com Bolsonaro em 2018. Só isso já seria suficiente para que o ex-juiz tivesse outro tratamento no noticiário." - Kennedy Alencar
Segue trecho do artigo do jornalista Kennedy Alencar, no UOL:
Ex-juiz e ex-ministro da Justiça, Sergio Moro desfia em viagens pelo país um rosário de senso comum a respeito do combate à corrupção. Lançou um livro, "Contra o Sistema da Corrupção", no qual busca se distanciar do governo Jair Bolsonaro, ao qual serviu com gosto depois de ter sido um dos principais responsáveis por viabilizar a eleição do genocida em 2018. Moro não tem autoridade moral para falar em combate à corrupção.
O STF (Supremo Tribunal Federal), a Operação Spoofing e a Vazo Jato já forneceram argumentos suficientes para desmascarar esse santo do pau oco.
Num país de corrupção endêmica, Moro e seus cúmplices da Lava Jato cometeram crimes para combater o crime, como disse o ministro do STF Gilmar Mendes.
Além de ter manipulado regras de competência para transformar a 13ª Vara Federal de Curitiba numa espécie de juízo universal para julgar políticos, empresários e operadores políticos, Moro se comportou na fase de instrução como um promotor. A inquirição que fez no testemunho de Lula, na qual procuradores ficaram praticamente calados, era a de um inquisidor e não de um juiz imparcial.
O STF decidiu que Moro não tinha competência para julgar o caso do apartamento no Guarujá. Também confirmou que ele agiu com suspeição em todos os processos do ex-presidente Lula sob a sua guarda. As mensagens da Operação Spoofing e da Vazo Jato mostraram uma combinação de jogo indevida entre juiz e Ministério Público. A imprensa sabe que é verdade esse "bilete".
No entanto, a maior parcela do jornalismo, sobretudo aquela que gosta de se intitular "profissional", finge que Moro é um herói que combate a corrupção. Ora, a Lava Jato morreu por culpa dos crimes e erros de Moro, Deltan Dallagnol e companhia. Delitos pelos quais não foram responsabilizados.
No caso do ex-presidente Lula, não se trata de mero vício formal, como gostam de escrever e falar os democratas de pandemia. Houve a ausência de um juiz imparcial no processo. A Lava Jato montou um tribunal de exceção contra o ex-presidente petista e outros réus.
Um juiz parcial significa que não houve um devido processo legal, algo basilar no estado democrático de direito. Além da decisão do STF sobre Lula, houve determinação recente do STJ (Superior Tribunal de Justiça) para que uma penca de acusados de corrupção e lavagem de dinheiro seja julgada pela Justiça Eleitoral. Em outras palavras, o STJ entendeu que não param em pé as acusações apresentadas pelo Ministério Público. A investigação foi mal feita.
Graças à Operação Spoofing e à Vaza Jato, está claro hoje que reús não foram devidamente acusados pela Lava Jato. Delações foram editadas pelos procuradores ao custo de prisões alongadas e medidas cautelares de espetáculo para mobilizar a opinião pública contra os políticos.
Mais: qual o sentido jornalístico de investigar os rumores de que um escritório de advocacia de Curitiba e um amigão do peito venderiam facilidades de acesso à 13ª Vara Federal de Curitiba e ao Ministério da Justiça?
Jornalistas sabem que é verdade esse "bilete".
Ao tratar como herói um personagem que corrompeu o combate à corrupção no Brasil e que depois aceitou ser ministro da Justiça do presidente que ajudou a eleger, a imprensa volta a normalizar uma conduta absurda, ilegal e antidemocrática, exatamente como fez com Bolsonaro em 2018. Só isso já seria suficiente para que o ex-juiz tivesse outro tratamento no noticiário.
Mas a conta de Moro e da Lava Jato é ainda maior. O ex-juiz e os procuradores da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba investigaram e julgaram as maiores empresas do Brasil sem preocupação com o impacto que seus atos teriam na economia e na vida real das pessoas.
Moro e companhia gostam de dizer que foram recuperados R$ 4 bilhões de dinheiro roubado da Petrobras e que outros R$ 10 bilhões estão processo de recuperação. Mas o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) argumenta que a Lava Jato trouxe danos à economia do Brasil no valor de R$ 172,2 bilhões.
Segundo o Dieese, houve perda de R$ 47 bilhões em impostos que deixaram de ser arrecadados em função da queda da atividade econômica dessas empresas, responsáveis por empregos de maior qualidade. Também deixaram de entrar para a Receita Federal R$ 20,3 bilhões em contribuições sobre a folha de pagamento, alega a entidade sindical.
Nas contas do Dieese, desapareceram R$ 85,8 bilhões em massa salarial. Traduzindo: empregos foram destruídos pela forma como a Lava Jato combateu a corrupção. Isso é um desastre econômico e social que levará muito tempo para se reparado.
Veja o artigo completo de Kennedy Alencar em https://noticias.uol.com.br/colunas/kennedy-alencar/2021/12/06/moro-e-socio-do-desastre-economico-e-social-de-bolsonaro.htm
Do Canal UOL:
O colunista Kennedy Alencar comentou a audiência púbica que debateu em 4 de janeiro a aplicação de vacina contra a covid-19 em crianças de 5 a 11 anos.
Do Canal UOL:
No UOL News, o colunista de política Kennedy Alencar, do UOL, disse hoje que os ex-ministros Santos Cruz e Sergio Moro, recém-filiados ao Podemos, têm potencial para rachar as Forças Armadas, mas que Moro é o bolsonarismo sem Bolsonaro: "Não tem diferença entre Moro e Bolsonaro"
O jornalista critica, esmiuça e narra a trajetória de Sergio Moro e Deltan Dallagnol. E, para ilustrar o que diz, indica o documentário feito pelo Jornal GGN. Veja aqui.
Jornal GGN – Em artigo no Portal Uol, o jornalista Kennedy Alencar critica a atuação da mídia com Sergio Moro e Deltan Dallagnol, passando pano da mesma forma que fez com Jair Bolsonaro em 2018. Aponta que a mídia trata os dois personagens como uma versão moderada do conservadorismo brasileiro.
Para ele, os dois representam o lado perigoso da democracia do bolsonarismo sem Bolsonaro. E lembra que Rosangela Moro já dizia que o ‘conge’ e o ‘genocida’ ‘são uma coisa só’. E vem atrás o Dallagnol como minúsculo apêndice.
Tece críticas e aponta fatos relativos à atuação de Moro e Dallagnol em todo o período da Lava Jato e depois, traçando linha a linha a contribuição dos personagens para o Brasil que temos hoje. Desastre.
Em certo momento, Kennedy oferece ao leitor a possibilidade de conhecer mais dos crimes cometidos para combater o crime do herói da República de Curitiba, Moro, assistindo ao documentário produzido pelo Jornal GGN: “Sergio Moro: A construção de um juiz acima da lei”, de autoria de Luis Nassif, Marcelo Auler, Cintia Alves e Nacho Lemus. Sendo que a Lava Jato foi um repetir em grande escala o caso Banestado, até mesmo para manipulação de competências.
Para ler o artigo na íntegra, clique aqui.
Veja a seguir o documentário do Jornal GGN.
Do Canal UOL:
No UOL News, o colunista Kennedy Alencar fala sobre o pedido de exoneração de Deltan Dallagnol, ex-chefe da Lava Jato. Para ele, o procurador "tira a máscara" e vai fazer política de maneira oficial: "É coerente com carreira política que ele vem tendo"
Para o jornalista, é caso de se pensar se há espaço para terceira via ou se a frente ampla contra o fascismo poderia se dar em torno de Lula
Jornal GGN – Jair Bolsonaro depende de um golpe de Estado para permanecer no poder, avalia o jornalista Kennedy Alencar em sua coluna no UOL desta segunda (6).
Sem competência para gerir a crise econômica, com a família mergulhadas em suspeitas de corrupção, uma pandemia sem previsão para acabar e pesquisas de opinião indicando a vitória de Lula em 2022, não há outra saída para o extremista de direita que não passe por aumentar o tom das ameaças contra as instituições.
Os filhos “têm uma vida patrimonial inexplicável” perante as autoridades e “há farta munição para a Justiça mandar Bolsonaro à prisão”. O medo do cárcere é o que move o presidente, segundo noticia a imprensa há algumas semanas.
Bolsonaro fará de tudo para se manter no poder com um segundo mandato. Mas, na visão de Alencar, o plano autoritário “também tende a fracassar. No Brasil, não há condições objetivas de sucesso devido ao desastre na economia, na política, na área social, no meio ambiente e na pandemia.”
Isso não significa que a parcela da sociedade que defende a democracia pode cochilar ou esperar um refresco após os atos de 7 de setembro. Depois da marcha, “o Brasil viverá em clima de confronto até as eleições de outubro do ano que vem. (…) Nesse cenário, os democratas terão de disputar a política, as redes sociais e as ruas com Bolsonaro e seus fascistas. Não haverá outra forma de salvar a democracia”, sugeriu o jornalista.
Para ele, inclusive, é caso de se pensar se há espaço para terceira via ou se a aliança ampla contra o fascismo poderia se dar em torno de Lula. “Uma união de todos os democratas contra a ameaça autoritária parece ser mais realista.”
+ Xadrez de Bolsonaro e dos preparativos finais para o golpe, por Luis Nassif
Ao contrário do prestígio que tinha há dez anos atrás, Bolsonaro e militares de extrema-direita rebaixam o Brasil a uma república de bananas na visão da comunidade internacional
Do Canal UOL:
Com ironia e comentários sobre o desespero do governo para se manter no poder, a imprensa internacional repercutiu nesta terça-feira o desfile militar organizado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). No UOL News, o colunista Kennedy Alencar comenta a repercussão negativa, diz que Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, "se apequenou com o cargo" ao não resistir aos ímpetos golpistas de Bolsonaro e conclui: "O Bolsonaro é a figura mais despreparada que poderia ter chegado à Presidência da República"
Do Canal UOL:
Em participação no UOL News da noite desta quinta-feira (1º), o colunista Kennedy Alencar critica o presidente da Câmara, Arthur Lira, e o procurador-geral da República, Augusto Aras, são omissos ao não coibirem as atitudes do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que, para Alencar, "tem comportamento de ditador": "Lira é um cúmplice do presidente da República". Sobre a Covaxin, o colunista afirma que o governo dá sinais de que "está longe de explicar": "Quadro político piorou muito para o governo federal"
Segundo o jornalista Kennedy Alencar, "com o governo Biden, serão fortalecidas as condições políticas para a queda de Jair Bolsonaro, seja via impeachment, caminho hoje menos provável, seja por meio de derrota eleitoral em 2022"

247 - "A posse de Biden é uma boa notícia para o Brasil, onde está em curso um projeto de selvageria política, econômica e social", escreve o jornalista Kennedy Alencar em sua coluna publicada no portal Uol.
"Com o governo Biden, serão fortalecidas as condições políticas para a queda de Jair Bolsonaro, seja via impeachment, caminho hoje menos provável, seja por meio de derrota eleitoral em 2022, cenário que parece mais realista diante da omissão de nossas instituições em relação aos crimes de responsabilidade do presidente da República".
Segundo o jornalista, "o perfil conciliador e a experiência de décadas no Congresso fazem de Biden a pessoa certa no lugar certo, e na hora certa". "Há um desejo por normalidade no exercício do poder. Na largada, Biden deverá editar um pacote de ordens executivas, similares às medidas provisórias do Brasil, para desfazer uma série de políticas públicas regressivas dos quatro anos de Trump", diz.
"Adotará estratégia mais sofisticada em relação à China, com menos conflito e mais negociação, o que deve ter efeitos positivos para o comércio global e, por consequência, para o Brasil", acrescenta.
O conhecimento liberta. Saiba mais