Do Canal Buenas Ideias:
Do Canal Mundo Imaginário Produções Cinematográficas:
Anauê! O Integralismo e o nazismo na região de Blumenau Anauê! é resultado de vários anos de viagens e pesquisas em acervos de cidades do Vale do Itajaí e Vale do Itapocu, região de forte colonização alemã. O tema central são os movimentos Integralista e Nazista em Santa Catarina antes, durante e pós Segunda Guerra Mundial. Um dos destaques do filme são as entrevistas com acadêmicos, protagonistas, moradores da região e militares, que falam sobre o que de fato aconteceu em Blumenau. É um retrato que contribui para se compreender o cenário dos dias atuais. “Com o filme, quero estimular a discussão sobre a importância do diálogo num momento em que a intolerância cresce em todo o mundo”, afirma Zeca Pires.
Do Canal do Instituto Vlademir Herzog:
Do Canal Meteoro Brasil:
A participação dos militares na tentativa de golpe em 08/01 é inegável, assim como suas condições de promover um revival do episódio. Vai acontecer de novo e vamos expor as razões.O colunista do UOL Leonardo Sakamoto fala sobre a conivência do Exército brasileiro com os golpistas do 8 de janeiro de 2023.
Do Canal de O Globo:
Na estreia da série de entrevistas e reportagens do GLOBO sobre os ataques do 8 de Janeiro, que estão prestes a completar um ano, o ministro Alexandre de Moraes, relator das investigações sobre a investida golpista no Supremo Tribunal Federal (STF), detalha, em entrevista, os desdobramentos das apurações sobre o episódio. O magistrado, que também preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), conta que a investigação desvendou três planos contra ele, que envolviam até homicídio.
Do Canal Blog da Cidadania:
Você achou que Bolsonaro ficaria impune pelo maior de todos os seus crimes? Pois comemore: ele vai responder por milhares de ASSASSINATOS
Do Canal Meteoro Brasil:
"Eu tenho muita clareza: quem está do lado dos rejeitados vai ser rejeitado também. Quem está do lado dos descartados será descartado também."
Do Jornal GGN:

“Quem está do lado dos descartados será descartado também”, disse o Padre Júlio Lancellotti ao GGN, uma semana antes da notícia de que ele será alvo de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Câmara de São Paulo. A Arquidiocese de São Paulo afirmou que está “perplexa” com essa possibilidade.
O sacerdote é amplamente reconhecido por sua atuação voluntária e incansável a favor de pessoas em situação de rua e mais pobres. Há uma semana, Lancellotti deu entrevista ao GGN e narrou os desafios da sua luta histórica.
Com décadas de experiência como uma das principais vozes da “igreja popular”, que trabalha com o povo e comunidades eclesiais de base, Lancellotti lançou luz para o que se vive hoje: “Nunca a população em situação de rua foi tão grande quanto é agora. Isso gera muita raiva, muito ódio, gera muita dificuldade de entendimento.”
E como se prenunciasse a atual investida de parlamentares contra ele em CPI, afirmou: “Eu tenho muita clareza: quem está do lado dos rejeitados vai ser rejeitado também. Quem está do lado dos descartados será descartado também.”
A Arquidiocese de São Paulo, no qual o padre é vigário episcopal trabalhando em seu projeto “para o Povo da Rua”, escreveu em nota a incredulidade sobre a investida de vereadores contra ele.
“Padre Júlio não é parlamentar”, afirmou.
“Perguntamo-nos, por quais motivos se pretende promover uma CPI contra um sacerdote que trabalha com os pobres, justamente no início de um ano eleitoral?”, questionou, ainda, a entidade religiosa.
Leia a nota completa:

Andrei Rodrigues ainda revelou que dados de brasileiros espionados pela Abin estavam armazenados em Israel

BRASÍLIA (Reuters) - A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) monitorou ilegalmente 30 mil pessoas que seriam contrárias ao governo durante a gestão do então presidente Jair Bolsonaro, disse o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, em entrevista à GloboNews nesta quinta-feira.
Segundo Rodrigues, as investigações realizadas pela PF sobre o caso descobriram que dados monitorados estavam armazenados em Israel em uma nuvem -- forma remota de armazenamento de dados. "A investigação tem apurado que de fato houve o monitoramento de muitas pessoas -- estima-se em 30 mil pessoas -- clandestinamente, ou seja, de maneira ilegal", afirmou.
"Fizemos já prisões, buscas e apreensões e há análise de todo esse material sendo feito, inclusive, recuperamos dados de nuvem, e aqui veja a gravidade, esses dados de monitoramento dos cidadãos brasileiros estavam sendo armazenados em nuvens em Israel, porque a empresa responsável por essa ferramenta ela é israelense", reforçou.
O diretor-geral disse que a situação é inaceitável e que se espera, com a investigação, apontar os responsáveis pelos monitoramentos para responderem perante a Justiça.
Rodrigues se refere à operação deflagrada em outubro passado pela PF que apura um suposto uso ilegal de um software de geolocalização pela Abin durante o governo Bolsonaro, em que culminou com a prisão preventiva de dois servidores e 25 ações de busca e apreensão. Na ocasião, por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, foram afastados dos seus cargos cinco servidores da agência.
O diretor-geral da PF considerou que o uso indevido dessa ferramenta de monitoramento de pessoas é de "extrema gravidade". "Estamos aqui falando de fragilidade do sistema de comunicação do país a partir do uso ilegal de uma ferramenta que, em nenhuma hipótese, poderia estar sendo usado por uma agência que não tem atribuição legal", afirmou.
"Monitoramento de comunicações ou de telefone só pode ser feito em investigação criminal e autorizada pela autoridade judiciária, o que não foi o caso", acrescentou.
Procurada pela Reuters, a Abin não respondeu de imediato a pedido de comentário.