Mostrando postagens com marcador popularidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador popularidade. Mostrar todas as postagens

domingo, 24 de setembro de 2017

Cresce popularidade de Lula e rejeição a Moro e Bolsonaro, diz pesquisa do Instituto Ipsos




Jornal GGNMesmo após a delação informal de Antonio Palocci alegando que Lula tinha um "pacto de sangue" com a Odebrecht, a aprovação ao ex-presidente cresceu de novo segundo pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos na primeira quinzena de setembro.
De acordo com o Ipsos, a taxa positiva do petista subiu 32% para 40% e está no maior patamar registrado nos últimos 2 anos de levantamento. Ao mesmo tempo a desaprovação a Lula caiu de 66% para 59%.
Enquanto isso, a desaprovação a Sergio Moro cresceu e está em 45%. O Estadão diz que é o "recorde" negativo registrado desde setembro de 2015.
Jair Bolsonaro sofreu dois revés, segundo a pesquisa: a rejeição saltou de 56% para 63% e a aprovação caiu de 21% para 19%.
Para Danilo Cersosimo, um dos responsáveis pela pesquisa Ipsos, o levantamento atual não colocou Bolsonaro consolidado em segundo lugar na preferência do eleitorado, mas mostrou que Lula alcançou talvez seu maior patamar. “Dificilmente ele passará disso. A rejeição a seu nome é ainda muito grande, difícil de reverter”, avalia.
A desaprovação a Temer alcançou 94%.

sábado, 21 de maio de 2016

Dilma ganha popularidade e atinge marca de 3 milhões de seguidores no Facebook

Mesmo afastada, presidenta mantém página ativa, respondendo dúvidas de internautas e trazendo ministros de sua gestão para comentar a situação do país 

Por Redação
Nesta quinta-feira (19), a presidenta Dilma Rousseff divulgou um vídeo agradecendo pela conquista de três milhões de seguidores em sua página no Facebook. Foram 80 mil novas curtidas na última semana.
Brasília - DF, 10/09/2015. Presidenta Dilma Rousseff durante reunião com Representantes de Movimentos Sociais e de Moradia no Palácio do Planalto. Foto: Ichiro Guerra/PR
Sem acesso à página oficial da Presidência da República, ela tem respondido perguntas de internautas em sua rede social e levado os ministros de sua gestão para comentar as atitudes tomadas pelo governo interino de Michel Temer.
Dilma está afastada do cargo por um período de até 180 dias e poderá retornar após o Supremo Tribunal Federal (STF) apresentar o parecer sobre o processo de impeachment, que deve ser votado em sessão no Senado presidida pelo presidente do STF.

Foto de capa: Roberto Stuckert Filho/ PR