segunda-feira, 8 de setembro de 2025

Em várias cidades, o povo foi à rua para se manifestar contra anistia a golpistas que também são pró intervenção dos Estados Unidos

 

Milhares de pessoas ocupam as ruas de diversas cidades do Brasil, neste domingo (7), quando o país completa 203 anos de Independência, em manifestações contra a anistia aos golpistas, pela isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, pela taxação dos super-ricos e o fim da escala 6×1.


Do ICL:


POLÍTICA

Em várias cidades, povo foi à rua para se manifestar contra anistia a golpistas

Maior concentração foi em São Paulo, onde ato de esquerda reuniu 9 mil pessoas



Milhares de pessoas ocupam as ruas de diversas cidades do Brasil, neste domingo (7), quando o país completa 203 anos de Independência, em manifestações contra a anistia aos golpistas, pela isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, pela taxação dos super-ricos e o fim da escala 6×1.

Com o lema “7 de Setembro do Povo – quem manda no Brasil é o povo brasileiro”, as mobilizações se unem ao já tradicional Grito dos Excluídos, realizado anualmente pelas pastorais sociais da Igreja Católica, que terá como tema: Cuidar da Casa Comum e da Democracia é luta de todo dia.

ato

Ato na Praça da República, em São Paulo. (Foto: Elineudo Meira/PT)

Em São Paulo, os manifestantes se reúnem, desde às 9h, na Praça da República, na região central da capital paulista. O ato é organizado por movimentos como o MST e o MTST, e o Fórum das Centrais Sindicais, que engloba os principais sindicatos do país.

Ato

Ato na Praça da República, em São Paulo. (Foto: Elineudo Meira/PT)

Manifestantes exibem cartazes de “Brasil soberano” e “o Brasil é dos brasileiros” em mensagem contra o tarifaço de Trump. Foram confirmadas, no ato da República, as presenças de Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego, e do presidente nacional do PT, Edinho Silva, além de deputados federais da base de Lula, como Guilherme Boulos (PSOL-SP) e Erika Hilton (PSOL-SP).

Ato no Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, a mobilização ocorre no Centro da capital fluminense. O ato conta com a presença de figuras importantes da esquerda carioca e parlamentares, como os deputados Chico Alencar (PSOL-RJ), Benedita da Silva (PT-RJ), Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ).

Ato no Rio de Janeiro.

“O Brasil inteiro se manifesta e vai para a rua dizendo que o ‘Brasil é nosso’, quem manda nesse país é o povo brasileiro. Trump, tire suas botas do nosso país, nós não aceitamos essa agressiva do imperialismo norteamericano aqui. O imperialismo sempre atuou na América Latina, mas fazia isso escondidinho, apoiando golpes militares, empurrando suas agendas contra o Estado. Dessa vez, ele foi aberto e explícito. A tarifa está aí”, disse Jandira.

“Trump, quero lhe dizer: Bolsonaro vai preso, vai para a cadeira, que é o lugar de quem atenta contra a democracia brasileira”, completou, em recado ao presidente dos Estados Unidos.

Em discurso, Pastor Henrique Vieira destacou o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e os demais réus pela trama golpista. “Nesta semana, provavelmente viveremos um momento histórico para este país. Generais, ex-ministros e o genocida Jair Bolsonaro responsabilizados penalmente por uma tentativa de golpe de Estado. Isso é fundamental para a memória, verdade, justiça e defesa da democracia. Eu lembro daqueles e daquelas que foram torturados na ditadura militar, deram seu suor, corpos e sangue para a gente resgatar uma democracia neste país”.

Ato no Rio de Janeiro.

“Está chegando a hora de Bolsonaro ir para a cadeia. Quem pensa que o bolsonarismo acabou, não acabou. Eles estão aí matutando para 2026 com quase absoluta certeza de que eles vão conseguir dar uma boa rasteira na esquerda. Nós estamos demonstrando, com este ato, que é importante termos a unidade da esquerda, dos movimentos sociais e todos que defendem a democracia”, destacou Benedita da Silva.

As mobilizações contam com pontos de coleta de votos do Plebiscito Popular, que consulta a população sobre a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e maior taxação sobre os super-ricos; fim da escala 6×1 e redução da jornada sem redução salarial.

Mobilização se espalha pelo país

Os atos também se espalharam por outras regiões do país, com mobilizações no Norte, Nordeste, Sul e Centro-Oeste. Grupos se reúnem em cidades como Brasília, Mossoró, no Rio Grande do Norte, Belo Horizonte, em Minas Gerais, Salvador, na Bahia, Belém, no Pará, dentre outras. Veja imagens:

Ato em Belo Horizonte.

Ato em Mossoró (RN)

Grito dos excluídos

Conhecido como “Grito dos Excluídos”, o ato ocorre há 20 anos e é organizado por frentes sociais. Desde que o ex-presidente Bolsonaro passou a utilizar os desfiles de 7 de Setembro como parte de sua bandeira política, o ato ligado à esquerda ganhou também conotação de oposição política ao bolsonarismo.

Na noite deste sábado (6), em pronunciamento nacional, o presidente Lula (PT) defendeu a soberania e mandou recados para o seu antecessor e para o presidente dos EUA, Donald Trump.

A bandeira da soberania tem sido adotada pelo governo federal nas últimas semanas em reação às determinações de Trump de impor sobretaxa de 50% a produtos brasileiros e às sanções americanas a autoridades brasileiras, usando como justificativa o julgamento de Bolsonaro.
“Não somos e não seremos novamente colônia de ninguém. Somos capazes de governar e de cuidar da nossa terra e da nossa gente, sem interferência de nenhum governo estrangeiro”, disse Lula.

Ele afirmou que o Brasil tem relações amigáveis com todos os outros países, mas “não aceitamos ordem de quem quer que seja”. “O Brasil tem um único dono: o povo brasileiro”, afirmou.

A organização do ato da esquerda deste domingo envolve a Frente Povo Sem Medo, que reúne movimentos como o MST e o MTST, e o Fórum das Centrais Sindicais, que engloba os principais sindicatos do país.

A CUT (Central Única dos Trabalhadores) evita falar em números de participantes e diz que os sindicalistas vão às ruas defender a “pauta da classe trabalhadora”, que inclui soberania, isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000, taxação dos super-ricos, fim da escala 6×1, redução da jornada de trabalho sem redução de salário e contra pelotização irrestrita.

*Com Folhapress

Tarcísio de Freitas, um extremista oportunista nada patriota que repete o radicalismo de Bolsonaro

 No desfile de 7 de setembro de 2025, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, recuperou a retórica que marcou o discurso de Jair Bolsonaro no mesmo feriado, quatro anos antes. Em meio a um público mobilizado, Tarcísio declarou: “Não vamos aceitar a ditadura de um Poder sobre o outro. […] Ninguém aguenta mais tirania de um ministro como Moraes. Nós não vamos mais aceitar que nenhum ditador diga o que a gente tem que fazer”. O tom inflamado e a escolha da data remetem diretamente ao estilo de mobilização bolsonarista que transformou o feriado nacional em um palco político.

Do ICL Notícias:

POLÍTICA

BOLSONARISTA E NADA PATRIOTA

Governador repete radicalismo de Bolsonaro


Por Cleber Lourenço

No desfile de 7 de setembro de 2025, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, recuperou a retórica que marcou o discurso de Jair Bolsonaro no mesmo feriado, quatro anos antes. Em meio a um público mobilizado, Tarcísio declarou: “Não vamos aceitar a ditadura de um Poder sobre o outro. […] Ninguém aguenta mais tirania de um ministro como Moraes. Nós não vamos mais aceitar que nenhum ditador diga o que a gente tem que fazer”. O tom inflamado e a escolha da data remetem diretamente ao estilo de mobilização bolsonarista que transformou o feriado nacional em um palco político.

A fala guarda paralelos claros com a manifestação de Bolsonaro em 2021, quando o então presidente declarou em São Paulo que não cumpriria mais decisões do ministro Alexandre de Moraes, e chegou a chamá-lo de “canalha”. Naquele ano, Bolsonaro ainda afirmou que “só Deus” poderia tirá-lo de Brasília, em um recado explícito de enfrentamento direto ao Supremo Tribunal Federal. A semelhança não está apenas nas palavras, mas também na estratégia de transformar o embate com o Judiciário em instrumento de mobilização da base mais radical.

Outro elemento simbólico das manifestações foi o uso de bandeiras dos Estados Unidos por apoiadores de Bolsonaro e Tarcísio. A exibição desses símbolos estrangeiros no Dia da Independência do Brasil evidencia alinhamento político-ideológico com pautas externas e demonstração de desprezo pelo sentido histórico da data. Para analistas, a cena reforça o caráter paradoxal do bolsonarismo, que mistura nacionalismo retórico com referências internacionais para sustentar sua narrativa

Assim como Bolsonaro, Tarcísio escolheu o 7 de setembro para ampliar o tom de confronto institucional. Em 2021, o ato foi a antessala da tentativa de golpe que se construiria nos dois anos seguintes. Ministros reagiram em discursos públicos e a crise só foi atenuada após recuos posteriores do próprio Bolsonaro. Em 2025, as declarações de Tarcísio soam como continuidade dessa mesma estratégia, mas agora deslocadas para um governador que tem ambições nacionais e que se movimenta de maneira cada vez mais aberta no tabuleiro eleitoral rumo a 2026.

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em ato em Copacabana. . (Foto: Mauro Pimentel/AFP) Bolsonarista

Tarcísio de Freitas repete discurso golpista de Bolsonaro em 2021 (Foto: Mauro Pimentel/AFP)

O discurso tem efeitos políticos claros: reforça a ligação com a base bolsonarista mais radical, mantém o STF como alvo simbólico de mobilização e posiciona Tarcísio como herdeiro da narrativa de confronto contra o Judiciário. Ao repetir quase literalmente as falas de Bolsonaro, o governador sinaliza que pretende ocupar esse espaço político no processo que antecede a eleição presidencial. Para aliados, o gesto mostra que ele está disposto a consolidar sua imagem como sucessor natural do bolsonarismo. Para críticos, é mais uma evidência de que a retórica autoritária não apenas sobrevive, mas se fortalece em figuras que aspiram à Presidência.

A comparação das duas falas não deixa claro o ataque institucional ao Judiciário. Em 2021, Bolsonaro foi apenas um pouco mais direto: “Dizer a vocês, que qualquer decisão do senhor Alexandre de Moraes, esse presidente não mais cumprirá. A paciência do nosso povo já se esgotou, ele tem tempo ainda de pedir o seu boné e ir cuidar da sua vida. Ele, para nós, não existe mais”, afirmou, na ocasião.

“Ou esse ministro [Alexandre de Moraes] se enquadra ou ele pede para sair. Não se pode admitir que uma pessoa apenas, um homem apenas turve a nossa liberdade. Dizer a esse ministro que ele tem tempo ainda para se redimir, tem tempo ainda de arquivar seus inquéritos. Sai, Alexandre de Moraes. Deixa de ser canalha. Deixa de oprimir o povo brasileiro, deixe de censurar o seu povo. Mais do que isso, nós devemos, sim, porque eu falo em nome de vocês, determinar que todos os presos políticos sejam postos em liberdade”, berrou Bolsonaro, então.

A repetição do roteiro também levanta alertas sobre riscos institucionais. Em 2021, a radicalização da retórica presidencial ajudou a tensionar a relação entre os Poderes e precedeu a escalada golpista de 8 de janeiro de 2023. Agora, em 2025, a retomada desse discurso em data simbólica reacende temores de que a insubordinação aberta ao STF continue sendo utilizada como ativo eleitoral. A escolha de repetir o mesmo enredo quatro anos depois reforça a percepção de que o bolsonarismo encontrou em ataques ao Judiciário um eixo central de sua mobilização política, seja pela voz de Bolsonaro ou pela de Tarcísio.

Analistas políticos avaliam que o discurso pode produzir dividendos eleitorais entre a base mais fiel, mas também tende a gerar novos embates institucionais. O Supremo já demonstrou no passado que não recua diante de ataques, e a insistência de governadores e líderes nacionais nesse tipo de retórica amplia o risco de crises prolongadas. O cenário se agrava porque, em um ambiente de pré-campanha presidencial, cada gesto é lido como sinal de posicionamento e de estratégia. Ao repetir a cartilha de Bolsonaro, Tarcísio reforça tanto a adesão à base mais radical quanto a aposta no confronto como instrumento de ascensão política.

Assim, o 7 de setembro de 2025 acaba funcionando como uma reedição do 7 de setembro de 2021: a mesma data, os mesmos alvos, a mesma retórica de desafio ao Supremo. A diferença central está na voz: em vez do presidente em exercício, é um governador em ascensão quem assume a linha de frente do embate. O efeito, no entanto, é semelhante — reacender os conflitos institucionais e testar os limites da democracia brasileira em pleno ciclo eleitoral.

sexta-feira, 5 de setembro de 2025

Bolsonaro e seus crimes Expostos AO VIVO no Canadá: Brasileira fala de Julgamento de Bolsonaro na TV Canadense

  

Do Canal Canadá Diário:

Neste vídeo vamos ver a brasileira Bruna Santos, diretora do Brazil Program no Inter-American Dialogue, falando ao vivo na TV canadense sobre o julgamento de Jair Bolsonaro. Este é um momento histórico para a democracia brasileira e internacional. O ex-presidente Bolsonaro está diante da justiça, acusado de tentar um golpe contra as eleições, e os olhos do mundo, Canadá, Estados Unidos e Europa, estão atentos ao desfecho desse processo! Aqui você confere as análises dos maiores especialistas, dados exclusivos, citações impactantes e críticas contundentes ao populismo antisistema que une Bolsonaro a nomes como Donald Trump. Veja por que o colapso desses ídolos autoritários é uma vitória da democracia mundial! Assista, comente e compartilhe para que este vídeo viralize e ajude a informar e combater as fake news extremistas.



O NORDESTE - com os investimenos da China - pode mudar o futuro do Brasil – e do mundo!

 

Do Canal Mundo em Resumo:

O NORDESTE do Brasil está no centro de uma disputa que pode mudar o futuro do país – e do mundo. Portos, ferrovias e bilhões em investimentos transformaram a região em peça-chave do comércio global. De um lado, a China, que avança com força em energia renovável, logística e infraestrutura. Do outro, os Estados Unidos, preocupados em perder influência no Atlântico Sul. A Ferrovia Transnordestina, os portos de Pecém e Suape e os projetos bilionários em energia limpa são apenas a ponta do iceberg. Estamos diante de uma verdadeira guerra silenciosa pelo controle do futuro brasileiro. Mas a grande questão é: o Brasil saberá aproveitar essa oportunidade histórica ou vai se transformar apenas em um campo de batalha entre superpotências? Assista até o fim e entenda por que o Nordeste pode ser o trunfo que vai reposicionar o Brasil no mapa geopolítico mundial.



quinta-feira, 4 de setembro de 2025

O Julgamento de Bolsonaro segundo a IMPRENSA INTERNACIONAL pode mudar a DEMOCRACIA MUNDIAL 😱 🇧🇷. Vídeo importante extraído do canal Canadá Diário

 

Do Canal Canadá Diário:

Descubra porque o julgamento histórico de Jair Bolsonaro está chocando o mundo e mudando o futuro da democracia! Cobertura internacional inédita mostra Bolsonaro enfrentando acusações de golpe de Estado, tentativa de assassinato e ataques ao Supremo Tribunal Federal. Trump tenta intervir, ameaçando a justiça brasileira e polarizando ainda mais a política global. Neste vídeo, você encontrará análises das principais mídias mundiais, dados exclusivos, opiniões internacionais e vídeos virais em inglês sobre o caso. Entenda como o STF, Lula, a imprensa dos EUA, BBC, CNN, Al Jazeera e líderes europeus avaliam a crise do Brasil e a possível condenação de Bolsonaro a mais de 40 anos de prisão. Não perca os bastidores, frases de efeito, links de vídeos das maiores redes internacionais e todo o contexto do conflito democrático que já está repercutindo nos quatro cantos do planeta. Inscreva-se, compartilhe e participe dos debates nos comentários!



2º dia de julgamento de Bolsonaro e sua ORCRIM VIRA PESADELO na direita (VÍDEO). Por Samuel Borelli

 

Do Canal de Samuel Borelli: