Do Canal de Felipe Durante:
Da TV 247:
O jornalista Leonardo Attuch entrevista o analista geopolítico Pepe Escobar para debater os grandes temas internacionais.
"Estados Unidos à beira de uma guerra civil? Milhares tomam as ruas dos EUA contra Trump enquanto a violência eclode em solo americano e repercute globalmente. Protestos crescentes por injustiça social se cruzam com ameaças de intervenção internacional. O que realmente está acontecendo e por que a Casa Branca parece incapaz de controlar o caos?"
Do Canal Canadá Diário:
Estados Unidos à beira de uma guerra civil? Milhares tomam as ruas dos EUA contra Trump enquanto a violência eclode em solo americano e repercute globalmente. Protestos crescentes por injustiça social se cruzam com ameaças de intervenção internacional. O que realmente está acontecendo e por que a Casa Branca parece incapaz de controlar o caos?
Os Estados Unidos vivem um dos momentos mais perigosos de sua história recente. Protestos gigantes tomam as ruas após mais um episódio de violência estatal, enquanto Donald Trump responde com repressão, forças federais e retórica incendiária.
Neste vídeo, analisamos com dados, números e informações verificadas em múltiplas fontes internacionais o que está por trás da explosão de protestos nos EUA em janeiro de 2026. Milhares de manifestações, dezenas de milhares de pessoas nas ruas, uso crescente de forças federais contra civis e um país cada vez mais dividido.
Trump enfrenta uma crise interna sem precedentes em seu segundo mandato. Ao mesmo tempo, ameaça o Irã em meio a protestos sangrentos no Oriente Médio, levantando suspeitas de que uma escalada externa possa servir como cortina de fumaça para o caos doméstico.
Os EUA estão à beira de uma guerra civil? Ou já entraram em um processo de colapso democrático lento e perigoso?
Aqui você encontra uma análise crítica, profunda e baseada em reportagens da imprensa internacional de confiança como Reuters, The Guardian, Associated Press e Al Jazeera. Sem propaganda, sem torcida, apenas fatos, contexto e leitura política realista.
Assista até o final para entender por que o trumpismo se tornou um fator de instabilidade global e por que os próximos meses podem definir o futuro da democracia americana.
Economista diz que ação na Venezuela simboliza uma nova fase no imperalismo liderado por Trump, marcado pela força e desprezo ao direito
Do Jornal GGN:
Joseph Stiglitz, economista e vencedor do Nobel. Foto: Reprodução/IPD - Initiative for Policy Dialogue, Columbia University
Os Estados Unidos entraram em uma nova era de imperialismo, marcada pelo uso da força, pelo desprezo ao direito internacional e pelo enfraquecimento do Estado de Direito, segundo Joseph Stiglitz, economista e vencedor do Nobel.
Em artigo publicado no Project Syndicate, ele avalia que a intervenção americana na Venezuela simboliza uma mudança profunda na política externa do país, com consequências negativas tanto para os EUA quanto para a estabilidade global.
Segundo Stiglitz, a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro violou normas constitucionais americanas e princípios básicos do direito internacional, ao ignorar mecanismos como a extradição e a necessidade de aval do Congresso.
Para o economista, ações desse tipo refletem uma lógica em que “a força faz o direito”, afastando-se de valores democráticos historicamente defendidos por Washington.
O autor também critica declarações do presidente norte-americano Donald Trump sobre controlar a economia venezuelana e se apropriar do petróleo do país, interpretando-as como sinais claros de um projeto imperialista movido por interesses econômicos e não por princípios.
Esse comportamento, alerta Stiglitz, pode estimular retaliações globais, como disputas por áreas de influência e o uso de instrumentos econômicos como armas geopolíticas.
No plano interno, o economista argumenta que o enfraquecimento dos freios e contrapesos institucionais nos EUA favorece a corrupção e a busca de rendas, prejudicando o crescimento econômico. Para ele, sociedades dominadas por interesses rentistas não geram prosperidade sustentável, pois dependem do Estado de Direito e da previsibilidade institucional.
Diante desse cenário, Stiglitz defende que Europa, China e outras regiões não podem depender exclusivamente dos Estados Unidos e devem construir estratégias de contenção e cooperação alternativa. Resistir ao novo imperialismo americano, conclui, tornou-se essencial para preservar a paz e a prosperidade globais.

Do Portal do José:
ALGUMAS REFLEXÕES IRÃO DEIXAR BOLSONARISTAS TRISTES...
DOCUMENTÁRIO -'ASSASSINOS ECONÔMICOS"
• Descubra os Segredos de um Assassinos Econ...
Do Canal do economista e analista político José Koburi:
O Ataque à Venezuela e a Nova Ordem Mundial. O que está por trás dessa ação e quais os impactos na geopolítica global? Neste vídeo, José Kobori analisa o episódio como um teste decisivo da nova ordem mundial.
Do Canal Glenn Diesen Português:
O Prof. Jeffrey Sachs, da Columbia University, discute a invasão dos Estados Unidos à Venezuela e o sequestro do presidente Maduro.
Do Canal do Analista Geopolítico Pepe Escobar:
Não existe um "milagre" chinês. É planejamento e trabalho duro. Próxima etapa: inovação sem limites.
Do Canal Mundo em Resumo:
O NORDESTE do Brasil está no centro de uma disputa que pode mudar o futuro do país – e do mundo. Portos, ferrovias e bilhões em investimentos transformaram a região em peça-chave do comércio global. De um lado, a China, que avança com força em energia renovável, logística e infraestrutura. Do outro, os Estados Unidos, preocupados em perder influência no Atlântico Sul. A Ferrovia Transnordestina, os portos de Pecém e Suape e os projetos bilionários em energia limpa são apenas a ponta do iceberg. Estamos diante de uma verdadeira guerra silenciosa pelo controle do futuro brasileiro. Mas a grande questão é: o Brasil saberá aproveitar essa oportunidade histórica ou vai se transformar apenas em um campo de batalha entre superpotências? Assista até o fim e entenda por que o Nordeste pode ser o trunfo que vai reposicionar o Brasil no mapa geopolítico mundial.
Está claro a instrumentalização das big techs por Trump, exigindo que se aliem contra a China, Irã e adversários internos.
Do Jornal GGN:
Imagem: reprodução/internet
O National Intelligence Council (NIC) é o órgão responsável por produzir análises estratégicas de longo prazo sobre ameaças globais, tendências geopolíticas , tecnológicas e econômicas. Ele é o principal centro de inteligência analítica estratégica da Comunidade de Inteligência dos Estados Unidos.
Em 26 de janeiro de 2005, o Global Policy Forum divulgou o documento do NIC intitulado “Mapping the Global Future: Report of the National Intelligence Council’s 2020 Project”.
Ele já previa o declínio relativo do poder americano, a emergência de um sistema multipolar, a perda da hegemonia econômica e financeira. E recomendava uma reorientação da estratégia para a política externa, equilibrando poder militar com engajamento diplomático
O relatório antecipou a emergência de disputas geoeconômicas crescentes com a China, União Europeia e outras potências.
O relatório tinha um capítulo sobre o Brasil.
Previa um crescimento econômico comparável à Europa, prevendo que até 2020 Brasil e Indonésia poderiam superar todas as economias europeias em tamanho e desenvolvimento econômico.
Previa um aumento da influência regional do Brasil, consolidando-se como grande potência emergente, mas nada comparável à China e sem condições de moldar a política global de forma independente. Mas seria um ator relevante nos grandes arranjos internacionais estruturados em torno de governança coletiva e integração regional.
O segundo Global Trends montou projeções até 2025. A fatia de poder global dos EUA cairia de 22% para 18%, o da China subiria para 16%. O da Índia chegaria próximo a 10% e a União Europeia perderia participação proporcionalmente.
Arriscava cenários para o período 2025-2040, tentando estimar as tendências a partir de 2024. Analisava as macro-tendências em cima de cinco cenários possíveis:
Um cenário em que as democracias abertas ressurgem com força, lideradas pelos Estados Unidos e seus aliados, promovendo cooperação internacional, inovação e crescimento inclusivo.
2. Um Mundo à Deriva
Um cenário caracterizado por um ambiente internacional desordenado, caótico e polarizado, sem liderança clara e com aumento da competição e fragmentação entre Estados.
3. Coexistência Competitiva
Um mundo onde as grandes potências competem intensamente (especialmente EUA e China), mas evitam conflito direto, mantendo uma coexistência tensa, com disputas geopolíticas, tecnológicas e econômicas.
4. Fusão
Um cenário em que Estados, empresas e sociedades se unem para enfrentar desafios globais, como mudança climática e pandemias. Há cooperação internacional intensa e governança compartilhada.
5. Silos Separados
Um mundo fragmentado em blocos regionais ou ideológicos, com pouca interdependência econômica e infraestruturas digitais, tecnológicas e comerciais desconectadas, semelhante a uma “balcanização” da globalização.
O relatório antecipa que, a partir de 2025, o Brasil deverá consolidar-se como uma potência emergente em energia limpa e tecnologia, mas também enfrentará pressões internas e ambientais significativas (como desigualdade, crises hídrica e transição energética). Seu papel regional será relevante, especialmente em governança e integração regional, embora limitado se comparado a países como China e EUA, o que requer cooperação multilaterais reforçadas.
A partir dessas conclusões, o relatório propõe parcerias institucionais para “fortalecer a democracia”. O Brasil é apontado como ator-chave no combate às mudanças climáticas, nas energia renováveis e no controle de emissões do setor agropecuário.
Há uma recomendação para contrabalançar a influência chinesa. A recomendação está longe do padrão Trump. Recomenda-se que os EUA ofereçam alternativas atraentes de financiamento, investimento e infraestrutura verde.
Está claro a instrumentalização das big techs por Trump, exigindo que se aliem contra a China, Irã e adversários internos.
A retórica trumpista atual inclui uma revalorização das big techs como vetores da soberania digital americana.
Isso significa apoio às suas operações desde que estejam em sintonia com os objetivos de segurança nacional, como:
A lógica de segurança digital se estendeu ao campo digital. Exemplo é a pressão contra empresas chinesas (TikTok, Huawei e Alibaba).
Ao mesmo tempo, houve um enfraquecimento de regimes multilaterais regulatórios, dificultando a cooperação do Brasil com Europa e outros parceiros democráticos e induzindo a acordos bilaterais assimétricos com os EUA.
As formas de atuação das big techs já estão definidas.
Também os investimentos e transferências tecnológicas, via empresas americanas, estarão condicionados ao alinhamento diplomático com os EUA e adoção de políticas subordinadas aos padrões regulatórios e geopolíticos americanos.
Haverá dificuldade para implementar modelos soberanos de governança da internet, proteção de dados e IA. E riscos de boicote velado a iniciativas nacionais (como Lei Brasileira de Inteligência Artificial, soberania da Anatel, e obrigações de transparência das plataformas).
Trump defende imunidade quase total para plataformas digitais nos EUA (Seção 230). A Seção 230 é um dispositivo legal dos Estados Unidos que protege as empresas de tecnologia (como Google, Meta/Facebook, Twitter/X, YouTube e outras plataformas online) de serem responsabilizadas legalmente pelo conteúdo postado por seus usuários.
Isso se traduz em oposição aberta à regulação brasileira, como o PL das Fake News, a regulação da IA ou exigências de moderação de conteúdo e combate à desinformação climática e eleitoral.
1. Lobby institucionalizado
Exemplo: em 2023, a Google Brasil foi denunciada pelo TSE e pelo Ministério da Justiça por usar sua homepage e o YouTube para campanhas contra o PL das Fake News (PL 2630/20) — mobilizando usuários a pressionarem seus deputados.
2. Financiamento indireto de parlamentares e think tanks
3. Mobilização social e pressão digital
Exemplo: durante a tramitação do PL 2630, o Google publicou links contrários ao projeto em sua página inicial, o que o governo classificou como abuso de poder econômico e manipulação do debate público.
| Projeto de Lei / Tema | Influência exercida |
| PL 2630/2020 (Lei das Fake News) | Forte oposição; lobby para suprimir regras de moderação e rastreabilidade |
| PL 2338/2023 (IA e regulação de algoritmos) | Pressão para excluir obrigações de transparência e responsabilização |
| Reforma do Marco Civil da Internet | Defesa da imunidade das plataformas (modelo da Seção 230 dos EUA) |
| Tributação de serviços digitais | Pressão contra a criação de um “imposto digital brasileiro” |
| Proteção de dados e LGPD | Atuação para limitar o poder da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados) |
Nos relatórios mais recentes, o NIC destaca que:
Isso é discutido em profundidade no capítulo sobre “Global Information Ecosystems” (Global Trends 2030 e 2040).
Por isso, os relatórios defendem que os EUA devem equilibrar competitividade tecnológica com mecanismos democráticos de controle, para não comprometer sua legitimidade internacional.
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