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segunda-feira, 28 de novembro de 2022

Gilberto Gil é hostilizado por bolsonarista no Catar e internautas cobram medidas contra o agressor

 

A denuncia foi publicada no Twitter pelo deputado federal André Janones (Avante-MG)


Foto Geledés

Um dos maiores nomes da música popular brasileira, o cantor Gilberto Gil, de 80 anos, foi atacado por um apoiador de Jair Bolsonaro (PL) durante a estreia do Brasil na Copa do Mundo no Catar, na última sexta-feira (25). Internautas pedem a identificação e punição do agressor. 

Em um vídeo que circula nas redes sociais, o ex-ministro da cultura do governo Lula (2003-2008) é visto em um corredor com Flora Gil, sua esposa. Assim que é reconhecido pelo bolsonarista, os ataques começam. 

“Vamo, Bolsonaro. Vamo, Lei Rouanet”, dizia o homem, em tom de ironia. “Vem, vem. Você ajudou o Brasil pra c… Vamo lá. Vai lá. Valeu, Lei Rouanet. Obrigado, filho da p…”, completou o agressor, que vestia uma camisa da seleção brasileira com o nome “Papito Rani”. 

Em nenhum momento, Gil e Flora reagiram, apenas seguiram em frente. Vale ressaltar que a segurança do local nada fez para impedir o ataque.

A gravação foi publicada no Twitter pelo deputado federal André Janones (Avante-MG), que também é membro do governo de transição do presidente eleito Lula (PT).

“A nova onda da extrema direita é cometer crimes. É terrorismo, ameaça, injúria. O crime foi filmado, aparentemente o bandido se orgulha do que fez com Gilberto Gil (80 anos de idade), a quem presto toda a minha solidariedade. Vamos tornar o vagabundo famoso. Lixo humano, escória!”, afirmou o parlamentar.

Repercussão

Nas redes sociais, políticos, intelectuais e artistas prestaram solidariedade ao músico e pedem que o agressor seja identificado para receber a devida. Confira:

Gil se manifesta

Gilberto Gil gravou um vídeo neste domingo (27)  em suas redes agradecendo as mensagens de apoio. 

“Meus agradecimentos, meu e da Flora, por essa rede de solidariedade por conta dessa coisa estúpida. É o terceiro turno na verdade né, os inconformados, querendo manter essa coisa do ódio”, disse. 

domingo, 6 de dezembro de 2015

Cresce a revolta popular esclarecida: Eduardo Cunha é alvo de protesto explítico durante show de Caetano e Gil


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1bpZCIpqaEifbE78u7lWGfUtqhCgN_xAzicWWcl_DvVZNxTGwSa779PbyykaXbjH2usLE39GSjp-TnFdl1JOewNYA54RI3hFCHQb2yHj2q6rXUVWbiYMdmXoSGuVYySAAIblBv2nks34/s640/

Fonte: As Falas da Pólis

Um show de Caetano Veloso e Gilberto Gil, que iniciou na sexta-feira e entrou pela 
madrugada deste sábado, foi palco de um protesto diferente e extremamente voluntário e 
espontâneo, diferente das manifestações de rua convocadas pela grande mídia, através 
dos seus jornais, revistas, rádios e TVs.

O show realizado no Circo Voador, na cidade do Rio de Janeiro, seguida normalmente e 
quando Caetano cantou a música "Odeio Você", o público completou a letra com a palavra 
"Cunha" e depois gritaram "Fora Cunha", fazendo uma clara referência ao sentimento que 
vem sendo alimentado pelo presidente da Câmara dos Deputados, eleito pelo PMDB 
do RJ, Eduardo Cunha.


O protesto não acontece em vão naquela cidade, haja vista que Eduardo Cunha é carioca e o 
distinto público conhece não só as sérias denúncias e as mentiras que conta no presente, como 
seu passado tenebroso.

Indicado pelo ex-presidente Fernando Collor, no início dos anos 90, para presidir 
a Telecomunicações do Estado do Rio de Janeiro (Telerj) – chegou a ser acusado de 

Em Março do ano 2000, Leonel Brizola já alertava a astúcia de Cunha que fazia da presidência 
da Companhia Estadual de Habitação (Cehab), onde foi acusado pelo Ministério Público do 
Rio de Janeiro de, entre outras coisas, direcionar uma licitação para favorecer a Grande Piso, 
uma microempresa que se transformou em construtora e ganhou quatro contratos durante 
os seis meses em que Cunha esteve à frente da companhia. 

A Grande Piso pertencia ao empresário Roberto Sass, que foi do PRN do ex-presidente 
Fernando Collor na mesma época de Cunha, relata amatéria do jornal OGlobo, onde 
ficamos sabendo que o processo foi arquivado sem nem se quer ser julgado, alguns meses antes 
de assumir a presidência da Câmara dos Deputados, de onde pode ser cassado e encerrar sua 
carreira política em uma cela, mas com tanto dinheiro em contas no exterior, vai ver que 
consiga deixar seus processos nas gavetas da justiça por mais alguns anos e assim possa desfrutar 
de sua aposentadoria em liberdade e na tranquilidade que a impunidade confere aos milionários 
deste país.

Bandido bom é assim!

Outro a alertar sobre a coligação do PT com o PMDB e o passado do atual presidente 
da Câmara foi Ciro Gomes, ex-governador do Ceará e ex-ministro de Lula. Em entrevista 
a um programa do seu Estado natal logo após as eleições de 2014, ele não poupou críticas 
a Cunha, chamado por ele de “picareta-mor”.