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sexta-feira, 18 de julho de 2025

sexta-feira, 6 de maio de 2022

Diretor da CIA fez apelo para que Bolsonaro não atentasse contra o sistema eleitoral, noticia Reuters

 

William Burns, único alto funcionário do governo de Biden a manter algum contato com o atual presidente brasileiro, teria feito essa recomendação no ano passado, segundo a agência Reuters


GGN. - O governo de Jair Bolsonaro foi advertido pelo diretor da CIA (Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos) sobre o erro em atentar contra o sistema eleitoral.

A informação surgiu nesta quinta-feira (5/5), em reportagem da agência Reuters, assinada pelos jornalistas Gabriel Stargardter e Matt Spetalnick.

O alerta foi feito durante encontro que teria acontecido em uma reunião a portas fechadas ocorrida em Brasília, em julho do ano passado, quando Bolsonaro recebeu uma comitiva liderada pelo próprio William Burns – que, segundo a matéria da agência estrangeira, além de diretor da CIA é o único alto funcionário do governo de Joe Biden que mantém uma relação de maior proximidade com o atual governo brasileiro.

Fontes anônimas escutadas pelos jornalistas da Reuters, e que tiveram acesso ao conteúdo da reunião, asseguram que, em um determinado momento, a delegação estadunidense teria recomendado aos principais assessores de Bolsonaro que o presidente deveria frear sua campanha para minar a confiança no sistema eleitoral brasileiro.

Na época o presidente brasileiro já promovia sua campanha para questionar a segurança das urnas eletrônicas e exigir o chamado “voto impresso”, que permitiria uma contagem paralela de votos durante a apuração.

A fonte não confirmou se o próprio diretor da CIA foi quem expressou a mensagem, mas afirma que ele era parte da conversa durante a qual ela foi entregue aos representantes do governo brasileiro – os quais seriam, segundo a matéria, o ministro Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Alexandre Ramagem, então diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência).

Durante a mesma visita, segundo a matéria, também houve um jantar, no qual Burns teria conversado com Heleno e com o então ministro da Casa Civil (atual Secretário Geral da Presidência) Luiz Eduardo Ramos, para falar sobre as mesmas preocupações, a respeito do discurso de Bolsonaro contra o sistema eleitoral. A fonte afirma que os ministros tentaram tranquilizar o diretor da CIA, que teria insistido em ressaltar o perigo democrático presente na campanha de Bolsonaro.

“Burns estava deixando claro que as eleições não eram um assunto com o qual eles deveriam mexer”, assegurou a fonte anônima da Reuters, que acessou o conteúdo da reunião.

A reportagem da agência também disse que procurou fontes da CIA, que teriam se recusado a fazer comentários sobre a informação. Também enviou perguntas ao gabinete de Jair Bolsonaro, que sequer deu retorno à solicitação.

A visita de Burns a Brasília, ocorrida seis meses após o ataque de 6 de janeiro ao Capitólio, foi o primeiro gesto de aproximação do atual governo estadunidense, liderado por Joe Biden, com Jair Bolsonaro – que, recordemos, apoiou abertamente a reeleição do ex-presidente Donald Trump, derrotado nas urnas pelo mesmo Biden.

A matéria da Reuters lembra que Bolsonaro é “um nacionalista de extrema direita que idolatra Trump, ecoou as alegações infundadas de fraude do ex-líder dos Estados Unidos nas eleições de 2020. Ele também lançou dúvidas semelhantes sobre o sistema de votação eletrônica do Brasil, chamando-o de passível de fraude, sem fornecer provas. Isso levantou temores entre seus oponentes de que Bolsonaro esteja semeando dúvidas para seguir o exemplo de Trump, e não reconhecer uma possível derrota nas eleições em 2 de outubro”.

“Em várias ocasiões, Bolsonaro aventou a ideia de não aceitar os resultados e atacou repetidamente o tribunal eleitoral do país. Na semana passada, em seu último ataque, Bolsonaro, um ex-capitão do Exército, sugeriu que os militares deveriam realizar sua própria contagem paralela de votos ao lado do tribunal”, escreveram os jornalistas estadunidenses.

A matéria também afirma que duas das fontes escutadas alertaram para uma potencial crise institucional se Bolsonaro perder por uma margem estreita.

Reuters também lembra que Biden e Bolsonaro não realizaram nenhum encontro formal desde a posse do presidente estadunidense, em janeiro de 2021. O brasileiro, ademais, foi um dos últimos líderes mundiais a reconhecer a vitória do líder do Partido Democrata sobre Trump, nas eleições do ano anterior. Se espera que o primeiro contato pessoal entre Biden e Bolsonaro aconteça em junho deste ano, durante a Cúpula das Américas, que acontecerá em Los Angeles.

domingo, 14 de fevereiro de 2021

Senado dos EUA cobram oficialmente Bolsonaro e Ernesto Araújo sobre acusação de ambos de fraude nas eleições que derrotaram Trump e pelo apoio aos ataques ao Capitólio

 



Da CNN Brasil:

Volume 50%

  

A Comissão de Relações Exteriores do Senado dos Estados Unidos quer que o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (sem partido), se posicione contra o ataque ao congresso norte-americano que ocorreu no dia 6 de janeiro. O pedido veio em forma de carta ao Bolsonaro enviada pelo presidente da comissão e senador Robert Menendez, do Partido Democrata.

No pedido, Menendez citou o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, pedindo que ele, juntamente à presidência, condenem a invasão. Segundo o senador democrata, caso não haja uma resposta dos dois representantes rejeitando o ataque, poderá haver prejuízo para a relação entre os países. Ele afirmou, também que, neste caso, o governo brasileiro estaria corroborando a narrativa dos extremistas.

Até as 11h da manhã deste domingo (14), o Ministério das Relações Exteriores do Brasil ainda não tinha se manifestado formalmente sobre a carta.  

No texto, Menendez descreve a invasão como um ato de terrorismo doméstico que resultou em mortes e não um ato de "cidadãos de bem", como teria dito o ministro Araújo. O senador complementou dizendo que o fato de o ministro de Relações Exteriores do Brasil ter defendido esses atos demonstra o quanto ele é desconectado da realidade atual dos Estados Unidos.

O senador também critica Bolsonaro e Araújo por terem endossado os argumentos falsos de que as eleições dos Estados Unidos foram uma fraude. "Isso demonstra um apoio de seu governo a teorias da conspiração furadas e as terroristas domésticos", escreveu. 

terça-feira, 24 de novembro de 2020

Vídeo do Portal do José: Bolsonaro sem rumo! Trump de saída. Direita perde seguidores! Grandes mudanças no horizonte!

"No Brasil, Bolsonaro está sem rumo. Não sabe o que dizer e nem o que fazer. Brasileiros sofrem com o caos. Sem ministro da saúde ou educação, o Brasil é governado apenas para propiciar negócios para o andar de cima."

Do Canal Portal do José:



Trump está a cada dia mais distante da cadeira que ocupa. Mas resiste usando todas as formas permitidas e as não permitidas eticamente. Pouco importa se ficará no cargo. Para seus seguidores, mundo afora, é fundamental manterem a paranoia acesa. No Brasil, Bolsonaro está sem rumo. Não sabe o que dizer e nem o que fazer. Brasileiros sofrem com o caos. Sem ministro da saúde ou educação, o Brasil é governado apenas para propiciar negócios para o andar de cima. Militares cooptados por migalhas colaboram para a entrega da nação. Mas toda luta por libertação não é fácil. Aqui não seria e nem será diferente. Sigamos nossa estrada! #Bolsonaro #Direita #trump Pirou o cabeção da direita? https://www.youtube.com/watch?v=nOvot... Bolsonaro e a energia sem fio para o Brasil https://www.youtube.com/watch?v=u_ccP...