Do Canal UOL:
O colunista do UOL Wálter Maierovitch analisa a alegação final do PGR, Paulo Gonet, durante o julgamento de Jair Bolsonaro e demais réus da trama golpista.
Do Canal UOL:
O colunista do UOL Wálter Maierovitch analisa a alegação final do PGR, Paulo Gonet, durante o julgamento de Jair Bolsonaro e demais réus da trama golpista.
Do Canal UOL:
O colunista do UOL Josias de Souza analisa a alegação final do PGR, Paulo Gonet, durante o julgamento de Jair Bolsonaro e demais réus da trama golpista.
"Parece que já superamos a fase de tentar descobrir o que há por trás do tarifaço do Trump. A fachada de que se trata de rearranjos do comércio internacional ou o alegado crepúsculo da globalização, seguido da alvorada de uma nova ordem mundial, estadunidense turbo, não escondem as motivações políticas e pessoais de tentar deslegitimar as instituições democráticas brasileiras."
A soberania do Brasil não está na mesa de negociações.
As recentes investidas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em relação ao Brasil, geraram um efeito imediato no nosso vocabulário político: o uso extensivo da palavra soberania.
Parece que já superamos a fase de tentar descobrir o que há por trás do tarifaço do Trump. A fachada de que se trata de rearranjos do comércio internacional ou o alegado crepúsculo da globalização, seguido da alvorada de uma nova ordem mundial, estadunidense turbo, não escondem as motivações políticas e pessoais de tentar deslegitimar as instituições democráticas brasileiras.
O movimento golpista 8/1 tentou derrubar a democracia por dentro. Fizeram estragos material, simbólico e institucional. Ainda estamos pautados no debate público por quem não tem qualquer apreço pela democracia. Essa talvez seja a grande ironia que entubamos, anestesiados.
O projeto explícito dos políticos reacionários é eleger a maioria do Congresso Nacional nas eleições de 2026 para derrubar ministros do STF, promover a destituição do Lula caso ele seja reeleito e determinar a anistia ampla e irrestrita aos golpistas de 8/1.
O movimento golpista que visa subverter a democracia brasileira por dentro
Enquanto o tarifaço de Trump representa a demarcação de poder da superpotência nas relações internacionais, no plano nacional, soa como chantagem ao tentar interferir nas decisões do STF sobre o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e em relação a empresas americanas de redes sociais, as chamadas “big techs”.
Assentir ante as chantagens do Trump é eclipsar a soberania da República Federativa do Brasil.
Numa aula introdutória de Ciência Política, enunciamos, superficialmente, as noções da teoria geral do Estado. Seja pela ótica jurídica ou pelo projeto didático, para introduzirmos as concepções de Estado moderno, dizemos que ele é definido como sujeito do direito internacional enquanto constituinte de: (1) população, (2) território e (3) governo.
Posteriormente, no aprofundamento dos cursos, essas noções esquemáticas são problematizadas. Mas não há na literatura consagrada, ao menos que eu saiba, nada de respeitável que abaliza a prática de um governo estrangeiro que usa a chantagem comercial para determinar decisões da Suprema Corte de Justiça ou do Poder Executivo Federal.
Os Estados soberanos são – por definição, natureza e aspiração – independentes.
A soberania interna é demarcada pela condição de Estado Constitucional. As leis que vigoram, ainda que imperfeitas e eventualmente frágeis, são nossos pactos sociais legitimados.
Não faz sentido o Brasil soberano ser regido ou tutelado por leis ou tarifaços ditados por qualquer Estado estrangeiro.
O movimento golpista que visa subverter a democracia brasileira por fora
A respeito da soberania externa, o Brasil, em relação aos demais Estados soberanos, é igual em termos jurídicos.
Não há qualquer possiblidade de vergar ante os atores internacionais que se arrogam a condição de “mais soberanos” que os demais no sistema internacional.
Caso haja, em alguma medida, subordinação ao poder exógeno, por certo, perde-se por inteiro a soberania.
Imagina uma distopia em que atores internacionais, quer organizações, indivíduos ou corporações multinacionais, usem governos de superpotências como laranjas para garantir os seus interesses e negócios à revelia dos Estados soberanos que orbitam num sistema internacional sem núcleo.
O ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, nesta segunda-feira (04), no Itamaraty, por ocasião da sessão solene em celebração aos 80 anos de fundação do Instituto Rio Branco (IRBr), se pronunciou nestes termos: “A constituição cidadã não está e nunca estará em qualquer mesa de negociação. Nossa soberania não é moeda de troca diante de exigências inaceitáveis”.
Em outros termos, nossa bandeira jamais será laranja e nossa soberania não está na mesa de negociações do comércio internacional.
Sem mudanças estruturais, tutela militar continuará sendo ameaça permanente à democracia
Do ICL Notícias:
Por Cleber Lourenço
O julgamento da tentativa de golpe de 2022 é histórico, mas corre o risco de se transformar em apenas um ritual de punição simbólica se o país não encarar a raiz do problema: as Forças Armadas. Não basta condenar Jair Bolsonaro e um punhado de generais cúmplices. Sem mudanças profundas, o Brasil seguirá refém de uma instituição que insiste em se enxergar como tutora da República, posicionando-se acima do povo e da Constituição. O que se vê agora no Supremo é só a face mais visível de um conflito que atravessa nossa história recente: a insistência da farda em ocupar o espaço da política.
É preciso reconhecer que a origem desse problema está na formação dos militares. As academias ainda tratam 1964 como ato redentor, não como ruptura democrática. Oficiais seguem sendo formados em um ambiente onde memoriais e celebrações à ditadura se mantêm como referência. Isso equivale a ensinar que a Constituição é descartável e que a democracia é um adereço que pode ser suspenso conforme conveniências.
Enquanto o golpe de 64 continuar celebrado como marco positivo, a semente da insubordinação seguirá plantada em cada nova turma de oficiais. Quem serve à República não pode venerar a ditadura — esse é o primeiro passo de uma mudança real.
A naturalização da intervenção militar no poder civil precisa ser atacada de frente. Não é apenas questão de símbolos, mas também de práticas concretas. Um exemplo gritante é a sala de assessoria parlamentar dos militares dentro do Congresso Nacional: um espaço oficial de lobby, sustentado com recursos públicos, dedicado a pressionar deputados e senadores.
Trata-se de uma aberração democrática. Não existe “sala do STF” no Congresso, nem um “gabinete do Itamaraty” ali dentro. Por que a farda, que deveria estar subordinada ao poder civil, deve desfrutar de tal privilégio? Esse tipo de anomalia institucional cristaliza a ideia de que os militares não precisam seguir as mesmas regras que todos os outros órgãos do Estado.
Também é urgente desmontar a ideia de que os militares são uma casta especial, intocável e com direitos acima do cidadão comum. Isso passa por uma reforma administrativa que corte privilégios injustificáveis e reveja mecanismos de poder que alimentam a impunidade.
A Justiça Militar é exemplo central: um tribunal paralelo, onde militares julgam militares, perpetuando a lógica corporativa que os protege. É um sistema que garante autopreservação em vez de responsabilização, funcionando como um escudo institucional contra a sociedade civil. Não há democracia madura que aceite esse tipo de tribunal de exceção. Se queremos República plena, é preciso abolir a Justiça Militar.
Mais do que isso, é necessário mexer em estruturas de carreira, rever funções que hoje se confundem com a política e eliminar mecanismos de tutela sobre instituições civis. As Forças Armadas precisam ser recolocadas em seu papel constitucional: defesa do território e da soberania nacional, não gestão de ministérios, fiscalização de urnas ou emissão de pareceres sobre a vida política do país.
O Brasil não pode continuar normalizando a ideia de que um general tem direito a opinar sobre decisões de governo, sobre rumos econômicos ou sobre o funcionamento da Justiça.
O momento é decisivo. O julgamento da tentativa de golpe pode ser um marco de inflexão, mas apenas se for seguido de uma agenda clara de reformas. Condenar Bolsonaro e seus generais mostra que há limites institucionais, mas não resolve a presença de centenas de outros oficiais que compartilham da mesma visão autoritária e ainda ocupam cargos estratégicos.
É preciso cortar o mal pela raiz, e isso só será possível com reformas que ataquem a formação, desmontem privilégios e retirem as Forças Armadas do papel de casta política.
O Brasil carrega há séculos o fardo e a ameaça da tutela militar. A cada crise, ressurge o fantasma da quartelada. A condenação de Bolsonaro pode ser um ponto de virada, mas, sem medidas estruturais, será apenas mais um capítulo de uma longa novela de ameaças e intervenções. O recado precisa ser inequívoco: nunca mais. Nunca mais quartéis ditando o rumo da política, nunca mais generais acima do povo, nunca mais a farda confundida com soberania.
Ou a democracia enquadra as Forças Armadas, ou continuará sendo refém delas.
Do Portal do José:
01/09/2025 Faltam MENOS DE 24 horas para o início do julgamento da orcrim de Bolsonaro! PORTAL DO JOSÉ ACOMPANHARÁ AO VIVO! TRUMP AMEAÇA NOVAMENTE, MAS NÃO SALVARÁ BOLSONARO! Justiça será implacável
Em entrevista exclusiva, testemunha afirma que propina foi enviada ao senador, em Brasília
Do ICL Notícias:
Por Leandro Demori, Cesar Calejon e Flávio VM Costa
Presidente nacional do PP, o senador Ciro Nogueira (PI) recebeu uma sacola de papelão contendo dinheiro vivo enviado a ele por Mohamad Hussein Mourad, o “Primo”, e Roberto Augusto Leme da Silva, o “Beto Louco”. Os dois são, segundo investigação da Polícia Federal, os chefes do esquema criminoso do PCC (Primeiro Comando da Capital) que envolve a gestão de fundos de investimentos na Faria Lima e fraudes bilionárias no setor de combustíveis.
É o que conta, em entrevista exclusiva ao ICL Notícias, uma fonte anônima que teve contato direto com os dois chefes do esquema. A revelação feita ao ICL Notícias foi oficializada em depoimento à Polícia Federal (PF). A pessoa afirma ter ouvido do próprio Beto Louco que uma sacola com dinheiro vivo seria entregue a Ciro Nogueira. Ainda de acordo com a fonte, o encontro ocorreu no ano passado, no gabinete do Senado.
“Sim, ele falou que [a sacola com dinheiro] era para o Ciro Nogueira. Eles estavam indo encontrar o Ciro, em posse dessa sacola”, afirmou a testemunha em conversa gravada com os jornalistas Leandro Demori e Cesar Calejon.
“Era uma sacola de papelão. Era uma sacola grampeada. De uma largura compatível com o tamanho de uma cédula.”
O encontro entre o senador e os chefes do esquema do PCC, quando a sacola de dinheiro vivo foi enviada, ocorreu no mês de agosto de 2024, de acordo com a fonte.
A identidade da testemunha será preservada. Aos agentes da Polícia Federal, a fonte confirmou as mesmas informações reveladas na entrevista gravada ao ICL Notícias.
A propina estaria relacionada à defesa dos interesses dos suspeitos junto à ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) e a projetos de lei que tramitam no Senado. Na ANP, eles tentavam reverter a revogação das licenças da Copape e Aster, as principais empresas envolvidas no esquema criminoso, onde contariam com a interferência do senador
Procurado, o senador Ciro Nogueira respondeu com um ofício encaminhado por ele ao ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, em que chamou o ICL Notícias de “site de pistoleiros”, negou as acusações e colocou seus sigilos à disposição da Justiça;
“Ao informar Vossa Excelência que essas pessoas jamais estiveram em meu gabinete, que por jamais ter tido proximidade de qualquer espécie, e portanto nunca poderia ter advogado em benefício delas e a inaceitável hipótese de que poderiam ter me favorecido financeiramente, de qualquer forma, é absolutamente mentirosa, peço a Vossa Excelência que determine, com a máxima urgência, à Polícia Federal, que solicite os registros de entrada em meu gabinete no ano citado ou em qualquer ano, e que requeira as imagens e os registros de entrada na sede ou nos escritórios dessas pessoas”, afirmou.
“Coloco, por meio deste, TODOS os meus sigilos à disposição (a começar pelos de meu gabinete, de meu telefone e todos os demais) para comprovar que em tempo algum mantive qualquer ligação com qualquer facção criminosa.”
Contactados através de seus advogados, Mohamad Hussein Mourad e Roberto Augusto Leme da Silva também não responderam até o fechamento dessa reportagem. O espaço segue aberto.
Equipes da polícia e da Receita Federal, antes da deflagração da Operação Carbono Oculto
Primo e Beto Louco estão foragidos desde quinta-feira (28), dia em que foi deflagrada a Carbono Oculto, uma megaoperação que reuniu esforços simultâneos da Receita Federal, Polícia Federal e Ministério Público paulista para desbaratar um esquema bilionário que envolve uso de fundos de investimentos sediados na Faria (avenida na zona oeste de São Paulo que reúne os principais operadores financeiros do país), fraudes fiscais no setor de combustíveis e lavagem de dinheiro para o crime organizado. Há suspeita de que houve vazamento dos mandados de prisão, o que possibilitou a fuga dos dois suspeitos.
Os dois suspeitos seriam os verdadeiros donos da Copape e da Aster. Outras empresas envolvidas no esquema seriam o Reag, um dos maiores fundos de investimento do país, que foi usado na compra de empresas, usinas e para blindagem do patrimônio dos envolvidos, e o BK Bank, fintech que movimentava dinheiro com uso das chamadas “contas bolsão” não rastreáveis.
Um dos políticos mais identificados com o Centrão, bancada suprapartidária de orientação conservadora conhecida por seu voraz apetite por verbas e cargos públicos, Ciro Nogueira foi ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro, entre agosto de 2021 e dezembro de 2022. Nogueira é um dos principais defensores dos interesses do mercado financeiro no Congresso Nacional e é defensor ferrenho Jair Bolsonaro, de quem foi ministro.
O senador entrou, recentemente, em uma disputa interna pela indicação da chefia da ANP. Ao lado do líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), apadrinhou a candidatura de Daniel Maia. Mas o escolhido pelo presidente Lula foi o advogado Artur Watt, bancado por Otto Alencar (PSD-BA). O plenário do Senado aprovou a indicação de Watt para a diretoria-geral, no último dia 19.

Senador Ciro Nogueira (PP-PI)
No ano passado, a atuação de Ciro Nogueira foi alvo de críticas de representantes do setor de combustíveis por apresentar emendas a projetos de lei que tramitam no Senado sobre a tipificação e punição do “devedor contumaz”. A avaliação era de que as propostas do senador atrapalham o andamento dos projetos.
O devedor contumaz é uma pessoa jurídica que, de forma reiterada e sem justificativa, deixa de pagar impostos, utilizando a inadimplência fiscal como parte do seu modelo de negócio para obter vantagem competitiva indevida sobre outras empresas que pagam seus tributos em dia. O objetivo dos projetos de lei é o de definir punições a quem recorre a essa prática fraudulenta.
As informações divulgadas sobre a Operação Carbono Oculto demonstram que o modelo fraudulento de negócios das empresas de Primo e Beto Louco é baseado justamente neste tipo de estratagema. Logo, não aprovar o projeto de lei era de interesse dos chefes do esquema do PCC.
Em 18 de junho de 2024, uma terça-feira, Ciro Nogueira apresentou duas emendas ao projeto de lei 125/2022, que tem a relatoria do senador Efraim Filho (União Brasil/PB). Ele rejeitou as duas propostas em seu relatório.
Como mostrou a colunista do UOL, Raquel Landim, a primeira emenda excluía da classificação de “devedor contumaz” os setores com influência estatal na formação de preço, caso dos combustíveis onde operam as empresas alvo da operação. A segunda emenda deixava a cargo da agência reguladora (no caso de combustíveis, a ANP) definir que firma se encaixa, ou não, no critério de “devedor contumaz”.
Em dezembro de 2023, o senador havia apresentado emenda a um outro projeto que trata do mesmo tema. A emenda também foi rejeitada.
Em abril deste ano, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou o projeto de lei. Logo após a deflagração da Carbono Oculto, o presidente do Senado David Alcolumbre (União Brasil-AP) colocou o projeto na pauta de votação do plenário, prevista para ocorrer nesta terça-feira (2).

Instalações da Copape
De acordo com a investigação do MP-SP e da PF, Primo e Beto Louco comandam uma intrincada rede criminosa presente em todas as etapas da cadeia produtiva do açúcar, álcool e combustíveis, e que é formada por uma miríade de empresas que atuam no transporte, fabricação, refino, armazenagem, além de redes de postos de combustíveis e lojas de conveniências.
As empresas Copape e Aster são instrumentalizadas há anos, afirma o MP, “para o desempenho de fraude fiscal estruturada, fraudes contábeis, falsidades diversas e lavagem de capitais.”
As investigações apontam que o grupo criminoso “inflava” artificialmente os preços dos insumos nas transações entre a Copape e a Aster com o objetivo de sonegar impostos e obter créditos tributários indevidos.
O esquema era dividido entre a gestão operacional das usinas e a gestão financeira e patrimonial, utilizando fundos de investimento e empresas de participações para ocultar a origem e destino dos recursos ilícitos.
As suspeitas sobre a Copape e Aster remontam há pelo menos cinco anos, quando as duas empresas experimentaram um crescimento exponencial no mercado de combustíveis.
Em 3 de agosto de 2021, a ANP cancelou autorizações de importação de gasolina e de solventes da Copape. Na época, ocupava a segunda posição no mercado brasileiro.
A Copape é uma formuladora, isto é, compra derivados de petróleo para fabricar gasolina e diesel. Já a Aster, é uma distribuidora de combustíveis.
Uma nota técnica da Secretaria de Fazenda de São Paulo divulgada na época apontou que, no período entre janeiro de 2020 até abril de 2021. a Copape havia sonegado R$ 1,38 bilhão de ICMS para o estado paulista.
O processo na ANP foi marcado por disputa judicial e culminou na revogação definitiva das licenças da Copape e da Aster referendada pela diretoria colegiada da agência, em 29 de novembro de 2024. Uma reunião do colegiado manteve a suspensão, em fevereiro deste ano.
Com a denúncia feita pela fonte ao ICL Notícias, a Polícia Federal abre uma nova linha de investigação sobre o esquema que envolve o principal grupo criminoso no Brasil – desta vez, nos salões da alta política em Brasília. Nossa reportagem segue apurando mais histórias relacionadas ao caso.
Do Canal De Olhos nos Ruralistas:
🚜 O Brasil se esqueceu do “pessoal do agro”? Os fazendeiros citados na delação de Mauro Cid como responsáveis por financiar a tentativa de golpe de Jair Bolsonaro continuam impunes. ⛓️💥 Seus nomes não foram sequer citados nos inquéritos no Supremo Tribunal Federal que resultaram na ação preventiva contra o ex-presidente, hoje de tornozeleira eletrônica. 🪖 De Olho nos Ruralistas mostrou no relatório "Agrogolpistas" os nomes de 142 fazendeiros e empresários do agronegócio envolvidos no financiamento dos atos antidemocráticos. 💰 Spoiler: eles são mega empresários, parceiros de multinacionais e bancos como Syngenta e BTG Pactual. Não se tratam de figuras sem importância, de “vovós do barro” ou cabeleireiras que picham estátuas com batom. 📽 Você já conhecia a participação destes fazendeiros?