Mostrando postagens com marcador luciano hang. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador luciano hang. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de maio de 2020

Luciano Hang, o empresário-modelo do bolsonarimo, é um dos alvos da operação do STF contra fake news


O empresário Luciano Hang, dono das lojas Havan, é alvo de uma ação da Polícia Federal nesta quarta-feira (27) que investiga a disseminação de fake news a favor de Jair Bolsonaro. A corporação está na casa dele, em Santa Catarina

Luciano Hang

Luciano Hang (Foto: Romério Cunha/VPR)

247 - O empresário Luciano Hang, dono das lojas Havan, é alvo de uma ação da Polícia Federal nesta quarta-feira (27) que investiga a disseminação de fake news a favor de Jair Bolsonaro. As buscas estão sendo realizadas na casa dele, em Santa Catarina. Ao todo, a operação tem 29 mandados de busca e apreensão depois que as ordens foram expedidas pelo ministro do Suprmeo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, relator do inquérito.
Após publicar fake news no Twitter, Hang já havia sido condenado pela Justiça do estado de São Paulo a indenizar o reitor da Unicamp, Marcelo Knobel, em R$ 20,9 mil. 


quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Bolsonaro critica 13º salário e férias, e defende empresário que coagiu votos




Jornal GGN - Em reunião com as bancadas do DEM, nesta quarta (12), Jair Bolsonaro defendeu que os direitos dos trabalhadores se aproximem da informalidade. Além disso, ameaçou agir contra o atual papel do Ministério Público do Trabalho e defendeu o empresário Luciano Hang, das lojas Havan, do processo com multa de R$ 100 milhões por ter coagido seus funcionários a votar no deputado da extrema direita para presidente. Os relatos foram feitos pelo jornal O Globo.
 
Segundo o diário, Bolsonaro disse que "no que for possível" irá mudar a legislação trabalhista, para que o empresário tenha de pagar menos direitos, aproximando os trabalhadores do que acontece na informalidade. Ele criticou o 13º salário e férias indiretamente, dizendo que são garantias engessadas pela Constituição.
 
"Por exemplo, a legislação trabalhista, no que for possível, sei que está engessado no artigo 7º, mas tem que se aproximar da informalidade", disse. É no artigo 7º da Carta Magna que os trabalhadores têm direito a férias, décimo terceiro salário, seguro desemprego, fundo de garantia, entre outros benefícios.
 
"Outra coisa, o Ministério Público do Trabalho, pelo amor de Deus. Se tiver clima, a gente resolve esse problema. Não dá mais para continuar quem produz sendo vítima de uma minoria atuante. E lá não tem hierarquia, não é batalhão de infantaria, que tem um comandante que vai lá e cumpre ordem, cada um faz o que bem entende", comentou Bolsonaro.
 
"Até vejo um caso aqui, sem querer defendê-lo, o Luciano Hang, lá da Havan de Santa Catarina. Ele está com uma multa de R$ 100 milhões porque ele teria aliciado e obrigado seus funcionários a votar em mim. Como é que os caras conseguem bolar um negócio desses?", disparou.
 
O presidente eleito voltou a dizer que "ser patrão no Brasil é um tormento. Eu não quero. Eu podia ter uma pequena, uma microempresa, com cinco funcionários. Não tenho porque? Porque eu sei das consequências se o negócio der errado, se eu quiser mandar alguém embora. Devemos mudar isso aí."