Mostrando postagens com marcador promotora bolsonarista. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador promotora bolsonarista. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Toni Dozane: Globo DESMENTE Polícia no Caso Marielle: FALHA SUSPEITA NA INVESTIGAÇÃO!



Do Canal do comentarista político Toni Dozane:



O Jornal Nacional e a Folha de São Paulo mostraram que a Polícia Civil, o Ministério Público do Rio de Janeiro, fizeram confusão com a investigação dos equipamentos da portaria do condomínio Vivenda da Barra, onde mora o presidente Jair Bolsonaro, e que foi citado. O presidente Jair Bolsonaro foi citado pelo porteiro como sendo quem permitiu o acesse a Élcio de Queiroz no dia 14 de Março de 2018, o dia em que Marielle Franco e Anderson Gomes foram executados. Os suspeitos moram ao lado da casa de Jair Bolsonaro do condomínio Vivendas da Barra, na Barra da Tijuca.

Do ConJur sobre parte da Justiça simpatizante da extrema direita: Promotora do MP que desmentiu porteiro no caso Marielle fez campanha a favor de Bolsonaro, o que a desrespeitada Constituição Federal proíbe








De acordo com o artigo 128 da Constituição Federal, é vedado aos membros do MP exercer atividade político-partidária
Do Conjur, republicado pelo GGN
Apesar de a Constituição Federal proibir a atividade político-partidária por membros do Ministério Público, a promotora Carmen Eliza Bastos de Carvalho, que participou da coletiva sobre o caso Marielle Franco, fez campanha em favor de Jair Bolsonaro durante as eleições de 2018.
Imagens de seu perfil no Instagram a mostram vestindo camiseta com a imagem do então candidato e o escrito “Bolsonaro presidente”. Em outras publicações ela comemora a vitória de seu candidato: “O Brasil venceu!!! 57,7 milhões! Libertos do cativeiro esquerdopata”, publicou.
As publicações podem render uma punição à promotora. De acordo com o artigo 128 da Constituição Federal, é vedado aos membros do MP exercer atividade político-partidária.
Em recomendação de 2016, o Conselho Nacional do Ministério Público afirmou que a vedação não se limita à filiação partidária, “abrangendo, também, a participação de membro do Ministério Público em situações que possam ensejar claramente a demonstração de apoio público a candidato ou que deixe evidenciado, mesmo que de maneira informal, a vinculação a determinado partido político”.
O órgão, inclusive, tem punido aqueles que violam a regra. Em 2018, um promotor da Paraíba foi multado por exaltar, em um vídeo gravado dirigido ao povo de Bayeux (PB), a candidatura de Leonardo Micena a prefeito daquele município.
Em decisão mais recente, o CNMP puniu com suspensão não remunerada um procurador da Bahia que publicou um texto criticando Jair Bolsonaro e atacando membros do Poder Judiciário. Na decisão, o CNMP entendeu que o procurador não respeitou a impessoalidade e a isenção em relação à atividade político-partidária, deveres constitucionais dos membros do Ministério Público.
Entrevista coletiva
A promotora Carmen Eliza participou de entrevista coletiva nesta quarta-feira (30/10) sobre o caso Marielle Franco. Na entrevista, o MP-RJ disse que o porteiro do Condomínio Vivendas da Barra mentiu sobre ter ligado, a pedido de Élcio Queiroz, suspeito da morte da vereadora Marielle, para a casa da família do presidente Jair Bolsonaro. A versão do porteiro foi apresentada pelo Jornal Nacional, da TV Globo.
Atendendo a um pedido do ministro da Justiça, Sergio Moro, o procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu que o MPF no Rio instaure inquérito para investigar as declarações do porteiro.