terça-feira, 10 de março de 2026

TV GGN EXCLUSIVO: Como o terrivelmente evangélico e terrivelmente bolsonarista André Mendonça e o delegado do Master espionaram funcionários públicos e intelectuais; confira na TV GGN

 

Parceria neo-lavajatista entre André Mendonça e o delegado Thiago Marcantonio Ferreira no caso Banco Master e contra Fábio Luís Lula da Silva aparece em novas revelações

Do Canal TV GGN:


EXCLUSIVO: Como Mendonça e delegado do Master espionaram funcionários públicos e intelectuais; confira na TV GGN



Nesta segunda-feira (9), no programa TVGGN 20 Horas [confira o link abaixo], o jornalista Luis Nassif revela, com exclusividade, indícios de que o ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça e o delegado da Polícia Federal Thiago Marcantonio Ferreira — que atuam juntos nos desdobramentos do caso do Banco Master e no pedido de prisão de Fábio Luís Lula da Silva — teriam participado da elaboração de um levantamento sobre servidores públicos identificados como antifascistas.

Segundo as informações apresentadas por Nassif, Mendonça e Marcantonio teriam coordenado um relatório que reuniu dados de 579 servidores públicos, entre professores e policiais, sob a justificativa de segurança nacional. O episódio remete a uma controvérsia que ganhou grande repercussão em 2020, durante a passagem de Mendonça pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

À época, reportagens revelaram que a pasta havia produzido um documento com informações sobre servidores ligados a movimentos antifascistas. O material incluía nomes e, em alguns casos, fotografias e perfis em redes sociais dos monitorados, e teria sido compartilhado com diversos órgãos públicos, como a Polícia Federal, a Agência Brasileira de Inteligência e setores de inteligência militar.

Reportagem do portal jurídico Consultor Jurídico (ConJur), publicada em agosto de 2020, relatou que Mendonça admitiu a existência do relatório em reunião reservada com parlamentares da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso. Na ocasião, o então ministro reconheceu o documento, mas rejeitou a classificação de “dossiê”, afirmando que se tratava de atividade regular de inteligência registrada nos sistemas do ministério.

Apesar das explicações, parlamentares da oposição consideraram que houve monitoramento político indevido. O então líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues, declarou após a reunião que as respostas não foram satisfatórias e afirmou estar convencido de que o governo havia atuado de forma irregular ao monitorar opositores.

Agora, com as novas informações apresentadas por Nassif, o caso volta ao centro do debate público ao apontar a possível participação direta do ministro do STF André Mendonça e do delegado da Polícia Federal Thiago Marcantonio Ferreira, que também atuam juntos nos desdobramentos do caso do Banco Master e no pedido de prisão de Fábio Luís Lula da Silva, na coordenação de um levantamento sobre servidores classificados como antifascistas, prática que críticos apontam como possível espionagem política dentro da estrutura do Estado.

Nesta edição (09/03), Luis Nassif recebe o advogado criminal Alexandre Wunderlich para comentar o tema e os riscos de o país enfrentar uma nova Operação Lava Jato. No mesmo programa, o cientista político Pedro Costa Junior analisa ainda a possibilidade de o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho entrarem na mira dos Estados Unidos como organizações terroristas.

Confira pelo link abaixo:

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