quarta-feira, 11 de março de 2026

Bolsonarista Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi destaque em evento da Globo, ligada aos interesses da direita e do mercado financiero, em Nova York

 

Participação no Summit Valor Econômico Brazil-USA, patrocinado pelo Master, projetou o empresário no cenário internacional antes de investigações e prisão


 Daniel Vorcaro foi destaque em evento da Globo em Nova York (Foto: Divulgação)

247 - O banqueiro mineiro Daniel Vorcaro ganhou projeção internacional em maio de 2024 ao participar como destaque do Summit Valor Econômico Brazil-USA, realizado em Nova York. O encontro reuniu empresários, investidores e representantes do sistema financeiro em um dos principais eventos voltados às relações econômicas entre Brasil e Estados Unidos.

As informações foram publicadas originalmente na coluna de Cláudio Magnavita, no jornal Correio da Manhã. Vorcaro foi um dos protagonistas do encontro organizado pelo jornal Valor Econômico, pertencente ao grupo Globo, e patrocinado pelo Banco Master, instituição financeira comandada pelo empresário.

Banco Master patrocinou o encontro

O evento ocorreu em 15 de maio de 2024, no Hotel Plaza, em Nova York, e marcou o início das comemorações dos 25 anos do Valor Econômico. Na ocasião, Vorcaro foi o primeiro palestrante e representou o principal patrocinador do encontro.

De acordo com informações divulgadas pelo próprio site do jornal, a estrutura do evento contou com diversos patrocinadores e parceiros institucionais. A apresentação institucional indicava:

“O Summit Valor Econômico - Brazil-USA é apresentado por Banco Master, tem o patrocínio máster de Gulf e JBS, patrocínio de Gerdau, JHSF, Cedae, Copel e AEGEA, além do apoio da cidade de São Paulo, governo de São Paulo, governo do Mato Grosso, governo do Pará, governo de Goiás e Invest.Rio. As companhias aéreas oficiais são Latam e Delta Airlines. A realização é do Valor Econômico.”

Segundo o relato da coluna, o público era composto por executivos de grandes empresas brasileiras, representantes do sistema financeiro e investidores internacionais com atuação no Brasil.

Discurso e recepção do empresário

Durante a abertura do encontro, a diretora de redação do Valor Econômico, Maria Fernanda Delmas, destacou que o summit celebrava os 200 anos de relações diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos e também inaugurava o ciclo de comemorações do aniversário do jornal.

Antes da apresentação de Vorcaro, o evento exibiu um vídeo institucional com indicadores de desempenho do Banco Master, incluindo avaliações de agências de risco e dados sobre produtos financeiros da instituição.

A participação do banqueiro chamou a atenção de empresários e representantes de escritórios jurídicos presentes no encontro, que buscaram contato com o executivo após sua fala.

Presença em outro evento empresarial

Na mesma data, Nova York também sediou o Jantar de Gala do Prêmio Personalidade do Ano, que homenageou o empresário Alexandre Birman, do grupo Arezzo. O evento ocorreu no espaço The Glasshouse e reuniu mais de mil lideranças empresariais, financeiras e diplomáticas.

Segundo o relato publicado na coluna, Vorcaro também participou da cerimônia e foi cumprimentado por empresários e representantes do setor financeiro presentes na celebração.

Entre os patrocinadores do jantar estavam instituições financeiras como Banco do Brasil, Bank of America, BTG Pactual, J.P. Morgan, Itaú e UBS, além do próprio Banco Master.

Mudança de cenário meses depois

De acordo com a análise apresentada na coluna, o cenário envolvendo Vorcaro mudou significativamente cerca de um ano e meio após o evento em Nova York. O banqueiro acabou preso ao tentar embarcar para Dubai, enquanto o Banco Master foi alvo de medidas do Banco Central.

O episódio passou a ser citado em debates sobre o papel de instituições financeiras, empresas de auditoria, agências de classificação de risco e intermediários do mercado na avaliação e distribuição de produtos financeiros ligados ao banco.

Reinaldo Azevedo - Assessor de Trump na cela do condenado golpista Jair Bolsonaro prova que EUA já interferem em eleições

 

Da Rádio BandNews FM:


Congresso Exposto: A Fantástica Fábrica de Rachadinhas - Dossiê Flávio Bolsonaro (Parte 1)

 

Do Canal Congresso Exposto:



De um simples Gol 1.0 a mansões de luxo e uma polêmica loja de chocolates. Como o "Filho 01" e hoje Senador da República construiu um patrimônio milionário vivendo exclusivamente da política? ​Neste primeiro episódio do nosso Dossiê Especial, o canal Congresso Exposto faz um raio-x detalhado na evolução patrimonial de Flávio Bolsonaro até 2016. Cruzamos dados oficiais, relatórios do COAF e as revelações explosivas de seu ex-sócio, Alexandre Santini, para entender como o "doce sabor do sucesso" pode esconder contas muito amargas. ​🔍 O que você vai descobrir nesta Parte 1: ​A Onipresença: Como ele conciliava a vida em Brasília com estágios e estudos no Rio de Janeiro? ​O Salto Imobiliário: A estratégia por trás de transações que desafiaram a lógica do mercado. ​A Franquia de Ouro: Por que o Ministério Público acredita que uma loja de chocolates foi a peça-central no esquema das "Rachadinhas". ​O Elo Queiroz: O fluxo financeiro que conectou o gabinete ao submundo carioca. ​⏳ O QUE VEM POR AÍ... ​Este é apenas o começo da nossa investigação. Enquanto a Parte 1 foca na engenharia financeira e no comércio de chocolates, a Parte 2 mergulhará nas sombras. Vamos explorar as origens, as relações perigosas com as milícias e como o poder foi consolidado no estilo "O Poderoso Chefão". Não perca a conclusão desta série.


Bob Fernandes: Os "patriotas" Dudu Bananinha e Flávio Bolsonaro atiçaram, EUA querem Brasil na lista do terror para que possa atacar o país. E elos entre Tarcísio, o Master e Sabesp

 

 

Do Canal do analista político Bob Fernandes:




Lava Jato 2: Sergio Moro e os infiltrados lavajatistas na PF e PGR

 Lava Jato 2.0: o golpe contra a Democracia Continua com mentoria de Moro e Mendonça junto ao PiG da Globo e dita grande mídia, com os mesmos métodos já conhecidos dos vazamentos selecionados e manipulados visando derrubar Lula atacando o STF, especialmente Alexandre de Moraes...

Do Canal TV GGN:




Portal do José: MANIPULAÇÃO INACEITÁVEL! GLOBO ENTRA NO GOLPE 4.0 E FAZ AMEAÇA VELADA A LULA! TRUMP: BRAVATAS CONTRA IRÃ FALHAM

 

 

Do Portal do José:

10/03/26 INACEITÁVEL! MERVAL PEREIRA FAZ ADVERTÊNCIA GOLPISTA A LULA! DIA MOVIMENTADO - PROGRESSISTAS PRESOS NAS PAUTAS DA DIREITA COMO PREVISTO PELO PORTAL DO JOSÉ… ATAQUE A MORAES: ACABARAM MUNIÇÕES! DATAFOLHA: ALGO INACEITÁVEL NO AR



terça-feira, 10 de março de 2026

TV GGN EXCLUSIVO: Como o terrivelmente evangélico e terrivelmente bolsonarista André Mendonça e o delegado do Master espionaram funcionários públicos e intelectuais; confira na TV GGN

 

Parceria neo-lavajatista entre André Mendonça e o delegado Thiago Marcantonio Ferreira no caso Banco Master e contra Fábio Luís Lula da Silva aparece em novas revelações

Do Canal TV GGN:


EXCLUSIVO: Como Mendonça e delegado do Master espionaram funcionários públicos e intelectuais; confira na TV GGN



Nesta segunda-feira (9), no programa TVGGN 20 Horas [confira o link abaixo], o jornalista Luis Nassif revela, com exclusividade, indícios de que o ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça e o delegado da Polícia Federal Thiago Marcantonio Ferreira — que atuam juntos nos desdobramentos do caso do Banco Master e no pedido de prisão de Fábio Luís Lula da Silva — teriam participado da elaboração de um levantamento sobre servidores públicos identificados como antifascistas.

Segundo as informações apresentadas por Nassif, Mendonça e Marcantonio teriam coordenado um relatório que reuniu dados de 579 servidores públicos, entre professores e policiais, sob a justificativa de segurança nacional. O episódio remete a uma controvérsia que ganhou grande repercussão em 2020, durante a passagem de Mendonça pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

À época, reportagens revelaram que a pasta havia produzido um documento com informações sobre servidores ligados a movimentos antifascistas. O material incluía nomes e, em alguns casos, fotografias e perfis em redes sociais dos monitorados, e teria sido compartilhado com diversos órgãos públicos, como a Polícia Federal, a Agência Brasileira de Inteligência e setores de inteligência militar.

Reportagem do portal jurídico Consultor Jurídico (ConJur), publicada em agosto de 2020, relatou que Mendonça admitiu a existência do relatório em reunião reservada com parlamentares da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso. Na ocasião, o então ministro reconheceu o documento, mas rejeitou a classificação de “dossiê”, afirmando que se tratava de atividade regular de inteligência registrada nos sistemas do ministério.

Apesar das explicações, parlamentares da oposição consideraram que houve monitoramento político indevido. O então líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues, declarou após a reunião que as respostas não foram satisfatórias e afirmou estar convencido de que o governo havia atuado de forma irregular ao monitorar opositores.

Agora, com as novas informações apresentadas por Nassif, o caso volta ao centro do debate público ao apontar a possível participação direta do ministro do STF André Mendonça e do delegado da Polícia Federal Thiago Marcantonio Ferreira, que também atuam juntos nos desdobramentos do caso do Banco Master e no pedido de prisão de Fábio Luís Lula da Silva, na coordenação de um levantamento sobre servidores classificados como antifascistas, prática que críticos apontam como possível espionagem política dentro da estrutura do Estado.

Nesta edição (09/03), Luis Nassif recebe o advogado criminal Alexandre Wunderlich para comentar o tema e os riscos de o país enfrentar uma nova Operação Lava Jato. No mesmo programa, o cientista político Pedro Costa Junior analisa ainda a possibilidade de o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho entrarem na mira dos Estados Unidos como organizações terroristas.

Confira pelo link abaixo:

segunda-feira, 9 de março de 2026

TV Afiada: CAIU A FARSA! JOGO SUJO DO PIG (Globo, Folha, Estadão) CONTRA MORAES E LULA É EXPOSTO - BOLSOMASTER DESMASCARADO

 

Da TV Afiada

A verdade veio à tona! O jogo sujo do PIG contra Moraes e Lula é exposto e a farsa começa a desmoronar. BOLSOMASTER é desmascarado e os bastidores dessa história chocam a internet.


Créditos: Canal Ronny Teles.


Reinaldo Azevedo: alucinações bolsonaro-lavajatistas sobre a prisão de Lulinha. Delação de Vorcaro?

 

Da Rádio BandNews FM:




Condução do caso Master por Mendonça (o terrivelmente evangélico e bolsonarista) gera críticas e comparações com a Lava Jato no STF

 

Ministros do STF criticam condução do inquérito, classificam exposição de mensagens pessoais como “absurdo” e avaliam cenário de imprevisibilidade

Condução do caso Master gera críticas e comparações com a Lava Jato no STF

    Alexandre de Moraes (Foto: Luiz Silveira/STF)

A divulgação de mensagens atribuídas ao banqueiro Vorcaro e relacionadas à investigação sobre fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) provocou forte apreensão entre integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF). Ministros da Corte têm manifestado críticas à forma como o chamado caso Master vem sendo conduzido e avaliam que o episódio entrou em uma zona de imprevisibilidade, com potenciais impactos institucionais difíceis de medir. As informações são da  jornalista Daniela Lima, do UOL.

Um conjunto de mensagens de Vorcaro foi encaminhado à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga irregularidades no INSS por determinação do Supremo, o que acabou levando à circulação pública de trechos das conversas nas redes sociais.

Entre os pontos mais sensíveis citados por integrantes do tribunal está o vazamento de mensagens íntimas atribuídas ao banqueiro Vorcaro, trocadas com sua ex-noiva e outras pessoas. Para dois ministros do STF ouvidos pela coluna, a divulgação desse conteúdo representa um grave problema.

Um dos magistrados classificou o episódio como um “absurdo” e destacou o impacto da exposição pública. “Em última instância”, afirmou, “trata-se de uma mulher, uma mãe, que teve sua intimidade absolutamente devassada para o país inteiro, passou a ser alvo de chacota e assédio às vésperas do 8 de março, sem que haja indício, até aqui, da eventual participação dela em qualquer ilícito”.

Nos bastidores do tribunal, ministros apontam que caberia ao relator do processo, André Mendonça, definir as diretrizes para que a Polícia Federal realizasse o envio do material à comissão parlamentar. A avaliação de alguns integrantes do STF é que a condução do procedimento abriu espaço para questionamentos e ampliou a repercussão do conteúdo das mensagens.

O episódio também despertou comparações internas com o período da extinta Operação Lava Jato. Nos corredores da Corte, voltou à pauta o debate sobre o que ministros classificam como possíveis “vazamentos seletivos”, tema que já foi alvo de críticas durante investigações anteriores de grande impacto político.

A preocupação ganhou força porque, até o momento, dois ministros do Supremo já teriam sido citados nos dados extraídos das mensagens de Vorcaro. A possibilidade de novos desdobramentos passou a gerar inquietação sobre os efeitos do caso na imagem institucional do STF e na trajetória pública de magistrados influentes, entre eles o ministro Alexandre de Moraes.

Um integrante da Corte resumiu o clima interno com uma metáfora: “Está todo mundo com um gosto de guarda-chuva na boca”. O mesmo ministro acrescentou que a situação é marcada por incerteza. “Nós estamos no terreno do imponderável. Jogaram um míssil cujo raio de ação ninguém conhece”, afirmou.

Como o processo tramita sob sigilo, as versões apresentadas por Alexandre de Moraes a respeito de mensagens que teria trocado com Vorcaro ainda não puderam ser confrontadas de maneira ampla pelos demais integrantes do tribunal. Assim, segundo relatos de ministros, o debate acabou reduzido a uma disputa de narrativas — o que dificulta uma avaliação mais conclusiva do episódio.

Até a noite da última sexta-feira, de acordo com a coluna do UOL, Moraes ainda não havia discutido o tema de forma aprofundada com colegas do plenário do Supremo. A falta de conversas diretas também contribuiu para ampliar o clima de cautela e especulação dentro da Corte.

A possibilidade de convocação de uma nova reunião reservada entre ministros para tratar do caso tampouco foi recebida com entusiasmo por todos. Questionado sobre a hipótese, um magistrado respondeu com ironia: “Com ou sem gravação?”. A frase fez referência à suspeita, mencionada nos bastidores, de que uma reunião anterior — realizada quando o ministro Dias Toffoli estava no centro de questionamentos — possa ter sido gravada.

Além das críticas internas, alguns ministros também avaliam de forma negativa a maneira como o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem se posicionado sobre o caso. “Há, na minha avaliação, um erro de análise. O Planalto achou que poderia colar o caso no bolsonarismo, mas não é o que está acontecendo e a fatura está caindo no colo do Lula”, afirmou outro integrante do tribunal.