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segunda-feira, 10 de outubro de 2022

“Quase comi um índio uma vez. Queria ver o índio sendo cozinhado”, disse Bolsonaro ao New York Times

 

"Cozinha por três dias e come com banana", disse Bolsonaro em vídeo resgatado por internautas nesta quarta, 5 de outubro

Reprodução/Redes sociais

Internautas resgataram nesta quarta-feira (5) um trecho de entrevista de Jair Bolsonaro ao jornal The News York Times, onde o candidato à reeleição revela que pensou em comer a carne de um indígena durante viagem a Surucucu (Roraima).

O adversário de Lula nas eleições 2022 disse que “comeria um índio sem problema nenhum” e gostaria de “ver o índio sendo cozinhado”.

“Estive em Surucucu uma vez. (…) Vi muita gente andando, perguntei o que estava acontecendo. Morreu um índio e eles ‘tão’ cozinhando. Eles cozinham índio. É a cultura deles. O corpo. É para comer. Cozinha por três dias e come com banana. Eu queria ver o índio sendo cozinhado. O cara falou ‘se for, tem que comer’. Eu falei ‘eu como!’ Falei com a comitiva, vamos comigo lá, ninguém quis ir. Como a comitiva não quis ir, porque tinha que comer o índio, não queria me levar sozinho lá. Eu comeria um índio sem problema nenhum. É cultura deles. Eu ia me submeter àquilo.”

Apesar de manifestar o interesse em experimentar carne humana, Bolsonaro afirmou na mesma entrevista que não conseguia comer os alimentos que os índios cozinhavam porque as moscas rondavam as panelas o tempo todo, o que ele considerou falta de higiene.

Também for falta de higiene, Bolsonaro diz ao jornalista que não aceitou o “sexo oferecido” por mulheres indígenas.

A entrevista completa ao jornal estrangeiro está no canal oficial do Bolsonaro no Youtube. A passagem sobre canibalismo fica em torno dos 55 minutos.


segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

VÍDEO: Negacionismo de Bolsonaro choca mídia internacional: “Melhor virar jacaré do que morrer”, diz apresentadora

 

A âncora atribui a Bolsonaro o fato de o Brasil fracassar no distanciamento social, ao exibir imagens de praias cheias no Rio de Janeiro e outros pontos do litoral brasileiro

Jornal GGN:

Jornal GGN – Viralizou nesta segunda-feira (28), nas redes sociais, trechos de uma reportagem da emissora WION – um canal de língua inglesa para a Índia e países da Ásia – que expõe ao ridículo o presidente brasileiro Jair Bolsonaro.

A matéria diz que Bolsonaro está “sozinho”, isolado no mundo, em sua postura negacionista em relação à pandemia do novo coronavírus, pois até seu ídolo, Donald Trump, já reconheceu que não se trata de uma “gripezinha”.

Na verdade, enquanto Bolsonaro exorta seus seguidores a abandonarem as medidas de segurança recomendadas pelas autoridades em saúde, 191 mil brasileiros já vieram a óbito na maior crise sanitária do século.

O vídeo mostra líderes mundiais tomando a vacina em sinal de esperança à população, enquanto Bolsonaro faz movimento oposto, primeiro participando de aglomerações, depois menosprezando as vítimas e, mais recentemente, questionando a segurança das vacinas.

A apresentadora faz questão de expôr a fala em que Bolsonaro sugere que quem tomar a vacina pode virar um crocodilo – ou uma mulher pode ver a barba crescer em seu rosto, ou um homem pode começar a “falar como mulher”, “seja lá o que isso quer dizer”. “Sinais dos tempos loucos que vivemos”, diz a apresentadora.

A âncora atribui a Bolsonaro o fato de o Brasil fracassar no distanciamento social, ao exibir imagens de praias cheias no Rio de Janeiro e outros pontos do litoral brasileiro.

Ao final, ela diz que é melhor ver barba crescer ou até “virar crocodilo”, “do que morrer” de coronavírus.

Assista:

 

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sexta-feira, 25 de setembro de 2020

TV GGN 20hs: Celso de Mello foge da raia para não julgar Moro e Bolsonaro

 

Nesta sexta-feira, 25 de setembro, Luis Nassif comenta a lógica imbatível adotada pelo Supremo Tribunal Federal para não afrontar o poder


O programa começa com a análise dos dados globais da covid-19, avaliando os casos per capita em diversos países. “A África teve mais competência para lidar com essa pandemia do que o Brasil, isso é fruto não só do Bolsonaro mas é fruto da estratégia dos assessores militares do Palácio”.

Na análise da média diária semanal, a segunda onda da Covid-19 na Europa mostra França e Espanha com disparada de casos, embora os indicadores fiquem abaixo do visto no pico da pandemia.

“Um dado interessante é que, hoje em dia, a proporção entre óbitos e casos é menor do que antes, o que significa que o pessoal aprendeu a trabalhar melhor na questão do atendimento hospitalar”.

Na análise dos dados brasileiros, Minas Gerais e Paraná seguem apresentando uma conjuntura mais complicada com relação aos casos registrados. Na análise estadual, cinco Estados tem alto crescimento de casos, 10 tem quadro estável, sete apresentam queda moderada e cinco mostram queda drástica.

Os primeiros trechos do livro do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta foram divulgados. “Segundo ele, o (Paulo) Guedes não tinha o menor interesse em analisar os efeitos da covid-19 sobre a economia. Ele é monofásico, ele não consegue enxergar contextos”.

“O Banco Central ajudou a confirmar a história do Bolsonaro de imunidade de rebanho (…)”, explica Nassif. Quando você faz isso, cria um número tão grande de casos e óbitos que cria um pânico na população e medidas mais rigorosas precisam ser adotadas.

“O puxa-saco é o sujeito que esconde os fatos, e o que o Onyx Lorenzoni fez, segundo Mandetta, foi uma reunião com deputados para discutir as 10 medidas do Sergio Moro, gravou a reunião e começou a chantagear os deputados. Por isso ele (Lorenzoni) ficou sem espaço no Congresso, ele virou um morto-vivo político”

Sobre Sergio Moro, “ele conseguia dentro daquele quadro apoplético do governo ficar totalmente apagado, sem reagir contra nada. Estou curioso para ler o livro”.

Nassif comenta sobre a atuação do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro em torno dos Bolsonaros, e chega no decano Celso de Mello, que anuncia a volta e antecipa a aposentadoria. “Antecipa a volta por questão de vaidade após a decisão do Marco Aurélio, e ao mesmo tempo antecipou por motivos de saúde”

“Ele foge do julgamento da suspeição de Moro. Não teria como ele não votar pela suspeição de Moro

“O único momento em que o STF mostrou grandeza foi quando o Alexandre de Moraes abriu esse inquérito das fake news e enquadrou as maluquices da família Bolsonaro e dos blogueiros, mas logo depois recuaram e passaram a contemporizar de novo”

Para Nassif, a atuação do STF “continua sendo um tribunal eminentemente político”

Sobre a alta do dólar, um ponto a se prestar atenção é a questão da dívida pública brasileira, e a queda de braço entre o Tesouro e as instituições. “É uma guerra em que Paulo Guedes joga contra o Tesouro e a União. Cria-se esse carnaval em torno da lei do teto para enfraquecer o Tesouro no mercado”.

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domingo, 5 de julho de 2020

TV GGN: Luis Nassif conversa com Cristiano Zanin Martins sobre os abusos da Lava Jato de Moro, Dallagnol, FBI e Paludo



Em entrevista exclusiva, o advogado de Luiz Inácio Lula da Silva aborda as ilegalidades ocorridas na operação Lava-Jato e o julgamento do ex-presidente

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quinta-feira, 12 de março de 2020

VÍDEO do Porta dos Fundos pode estimular a reflexão dos que ainda pensam sobre o mal que Lava Jato fez ao Brasil



Do DCM:


VÍDEO do Porta dos Fundos é oportunidade para refletir sobre o mal que Lava Jato fez ao Brasil

 

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Vídeo: O estrago que a Lava Jato fez no Comperj e outras obras no Brasil e América Latina



Com uma investigação que não se preocupou em preservar as grandes empreiteiras do País, a Lava Jato é, ao mesmo tempo, uma "benção e uma maldição" para o Brasil, diz o vídeo do Vox


Jornal GGN – O vídeo acima foi lançado pelo site de notícias estrangeiro Vox em 2018, mas continua atual. Mostra o impacto da Lava Jato na economia brasileira, ao desmantelar a construção civil e o setor de petróleo, eliminando milhares de empregos e paralisando obras que seriam um diferencial para o desenvolvimento do país.
O caso emblemático é o do Comperj, o maior completo petroquímico do Brasil, no Rio de Janeiro, cujas obras foram suspensas em 2015, na esteira do escândalo feito pela Lava Jato.
A cidade de Itaboraí chegou a receber 40 mil pessoas nos últimos anos interessadas em colher os frutos dos postos de trabalho que seriam gerados graças ao empreendimento. Mas tudo se perdeu quando a Petrobras, dona da Comperj, caiu na operação então conduzida por Sergio Moro.
Hoje, a obra foi retomada graças a uma parceria com chineses, mas com muito menos vagas de emprego do que antes.
O vídeo é claro: o problema da Lava Jato é que o caso Comperj não é um “incidente isolado”, mas algo que se repete em outras grandes obras no Brasil e América Latina.
Com uma investigação que não se preocupou em preservar as grandes empreiteiras do País, a Lava Jato é, ao mesmo tempo, uma “benção e uma maldição” para o Brasil, diz o vídeo do Vox.
Uma benção pelo mérito de ter revelado o esquema de corrupção nas entranhas da Petrobras, que serviu para encher o bolso de ex-executivos da empreiteira com contas no exterior, favorecer grandes empresas e financiar campanhas eleitorais. Mas de outro lado, a Lava Jato corroeu a democracia brasileira, pois demonstrou, ao longo dos anos, o viés político que derrubou uma presidenta, prendeu outro e elegeu um terceiro, de extrema-direita, de seu agrado.

O GGN prepara uma série de vídeos explicando a interferência dos EUA na Lava Jato. Quer apoiar esse projeto? Saiba como emwww.catarse.me/LavaJatoLadoB

domingo, 13 de janeiro de 2019

VÍDEO: “Príncipe Charles obedece a xeque islâmico” e outras imbecilidades de Olavo de Carvalho, guru de Bolsonaro

"A Terra é plana".... "A Pepsi usa fetos como adoçantes"... "Os cientistas inventam a realidade que não existe" e outras "pérolas" do grande mentor da extrema-direita brasileira, o ex-astrólogo desescolarizado que se diz filósofo... Olavo de Carvalho

Do DCM:




 
Algumas das inúmeras imbecilidades do mentor desescolarizado da extrema-direita brasileira:
00:00/00:40Diário do Centro do Mundo
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