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sexta-feira, 28 de setembro de 2018
Sobre favoritismo de Fernando Haddad no 2º Turno e o significado do #elenão em vídeo comentário de Joaquim de Carvalho
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sábado, 25 de fevereiro de 2017
Escândalo Yunes prova que a propina da Odebrecht pagou 140 deputados que votaram pelo golpe, afirma o jornalista Alex Solnik
247. - O depoimento de José Yunes à Procuradoria Geral da República no dia 14 último e sua entrevista à “Veja”, que traz a chamada “Fui mula de Padilha”, é o mais contundente e isento testemunho não só de que Padilha recebeu 4 milhões de reais da Odebrecht em forma de propina, mas que ao menos 140 dos 367 votos do impeachment foram comprados.
A palavra não é de nenhum oposicionista, mas de um homem que fez até há pouco parte do governo Temer, ao lado de Padilha.
Segundo Yunes, Padilha lhe telefonou, em 2014, perguntando se ele poderia receber um pacote com documentos em seu escritório; depois uma outra pessoa passaria lá para pegá-lo. Yunes concordou.
Eis o que aconteceu depois, segundo a “Veja”:
“Pouco tempo depois, Yunes estava em seu escritório de advocacia em São Paulo quando, diz ele, a secretária informou que um tal de Lúcio estava ali para deixar um documento. “A pessoa se identificou como Lúcio Funaro. Era um sujeito falante e tal. Ele me disse: ‘Estamos trabalhando com os deputados. Estamos financiando 140 deputados’. Fiquei até assustado. Aí ele continuou: ‘Porque vamos fazer o Eduardo presidente da Casa’. Em seguida, perguntei a ele: ‘Que Eduardo?’. Ele me respondeu: ‘Eduardo Cunha’.
Temer já confirmou ter tido conhecimento do encontro de Funaro com Yunes em São Paulo.
A denúncia ajuda a entender que o impeachment foi resultado de uma conspiração; que a conspiração começou ainda na eleição de Cunha à presidência da Câmara e que os 140 deputados financiados para eleger Cunha também votaram a favor do impeachment.
As questões que se colocam são: 1) se esses 140 votos precisaram ser comprados é porque os deputados não estavam convencidos de que o impeachment se sustentava; 2) sem esses 140 votos não teria havido impeachment; 3) comprovando-se a existência dessa compra não seria o caso de anular o impeachment?
Alex Solnik é jornalista. Já atuou em publicações como Jornal da Tarde, Istoé, Senhor, Careta, Interview e Manchete. É autor de treze livros, dentre os quais "Porque não deu certo", "O Cofre do Adhemar", "A guerra do apagão" e "O domador de sonhos"
Alex Solnik é jornalista. Já atuou em publicações como Jornal da Tarde, Istoé, Senhor, Careta, Interview e Manchete. É autor de treze livros, dentre os quais "Porque não deu certo", "O Cofre do Adhemar", "A guerra do apagão" e "O domador de sonhos"
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sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Temer destrói a Rede Pública de Televisão e investe pesado (com dinheiro público) na Globo
Vídeo extraído do Canal Notícias Comentadas
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terça-feira, 7 de junho de 2016
New York Times: ‘impeachment de Dilma é para afastar investigação de corrupção’
do Brasil 247
No texto, intitulado “A Medalha de Ouro do Brasil para Corrupção”, o New York Timesquestiona a firmeza do compromisso do presidente interino Michel Temer com o combate à corrupção e pede que ele se posicione contra o fim da imunidade parlamentar para ministros e congressistas acusados de corrupção.
“As nomeações reforçaram as suspeitas de que o afastamento temporário da presidenteDilma Rousseff no mês passado, por acusações de maquiar ilegalmente as contas do governo, teve uma segunda intenção: afastar a investigação (de corrupção)”, escreve o jornal.
A reportagem lembra as renúncias do ex-ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB-RR), e posteriormente do ex-ministro da Transparência, Fabiano Silveira, que indicaram em conversa telefônica estar tramando para atravancar o avanço da Operação Lava Jato.
“Isto forçou Temer a prometer, na semana passada, que o Executivo não interferirá nas investigações na Petrobras, nas quais estão envolvidos mais de 40 políticos. Considerando os homens de quem Temer se cercou, a promessa soa oca”, destaca.
sexta-feira, 27 de maio de 2016
PSDB diz que PSDB mencionado por Jucá não é ele
"Quatro senadores foram citados, mas o senador Aécio Neves o foi por quatro vezes neste diálogo. Segundo Jucá, a ficha dos tucanos caiu, percebendo que a investigação alcançaria a todos. Disse também que Aécio seria o primeiro a ser "comido"."
Por Lourdes Nassif
Por Lourdes Nassif
Jornal GGN - O PSDB citado não é o PSDB, diz o PSDB em nota. Isso significa que o que o Jucá falou em áudio divulgado hoje não representa o partido. O senador e agora ministro licenciado sugere, na conversa, que se trave a investigação da operação Lava Jato e cita quatro senadores do partido. Daí o motivo do PSDB soltar nota avisando que, mesmo citando quatro, não existe qualquer acusação contra parlamentares na conversa.
A nota que desmente os áudios saiu no Estadão online, nesta tarde. A assessoria do presidente do PSDB, senador Aécio Neves e candidato derrotado às eleições de 2014 para a presidência, e também citado na conversa entre Jucá e o presidente da Trasnpetro, Sérgio Machado, avisa que "não existe nos diálogos nenhuma acusação ao PSDB e aos senadores citados".
Quatro senadores foram citados, mas o senador Aécio Neves o foi por quatro vezes neste diálogo. Segundo Jucá, a ficha dos tucanos caiu, percebendo que a investigação alcançaria a todos. Disse também que Aécio seria o primeiro a ser "comido".
Machado, da Transpetro, pergunta ao Jucá: "Quem não conhece o esquema do Aécio? Eu, que participei de campanha do PSDB..." E o PSDB retruca, na nota, minimizando esta referência ao senador, dizendo que a menção está relacionada ao apoio do PSDB à eleição de parlamentares do PMDB na presidência da Câmara e do Senado. Está na nota.
Quanto ao que se menciona sobre Aécio na presidência da Câmara dos Deputados, em 2001, é só sobre entendimento político pelo qual o PSDB apoiou o candidato do PMDB para presidente do Senado e o PMDB apoiou o candidato do PSDB para presidente da Câmara".
Na gravação revelada pela Folha, Jucá e Sérgio Machado vão longe na conversa. Jucá sugere a existência de um pacto para obstruir a Lava Jato e diz que é necessário "estancar a sangria". Sugere ainda que a solução para travar a operação se daria com o impeachment da presidente Dilma Rousseff e com Michel Temer assumindo a presidência. Jucá, como se sabe, é um dos principais aliados de Temer e o grande articulador do golpe.
A notícia no Estadão pode ser lida por este link: Em nota, PSDB diz que áudio de Jucá não traz acusações ao partido
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