domingo, 18 de janeiro de 2026

O dossiê do GGN sobre o caso Master(envolvendo Ibanês e Tarcísio de Freitas)

 

"Este texto mostra como Tarcísio de Freitas se envolveu inadvertidamente no caso do Master, ilustrando a dimensão política do escândalo e os riscos de promiscuidade entre governo, mercado e instituições financeiras."

Do Jornal GGN:


O dossiê do GGN sobre o caso Master

Uma compilação das investigações, dos envolvidos e das revelações que expõem a maior crise do mercado financeiro brasileiro



O escândalo envolvendo o Banco Master, revelado pelo jornalista Luis Nassif e a equipe do Jornal GGN ao longo de várias semanas, expõe um dos maiores casos de fraude financeira e desrespeito às instituições brasileiras.

Entre pirâmides financeiras, falhas de fiscalização e interesses corporativos e políticos, este dossiê reúne as principais matérias publicadas pelo GGN, oferecendo uma visão detalhada e cronológica dos fatos, dos envolvidos e das investigações em andamento.

Veja a cobertura completa a seguir:

Em maio de 2025, Nassif já alertava sobre a escalada do escândalo do Banco Master e do INSS, apontando que os indícios de irregularidades financeiras poderiam se transformar em um dos maiores casos de fraude da história recente, com impactos sobre beneficiários e o mercado.

19/11 – Master na mira da Fictor
Nesta reportagem, Nassif revela os negócios obscuros da Fictor, uma holding financeira que tentou adquirir o Banco Master. A empresa operou por meio de 17 sociedades em conta de participação, com sócios ocultos e patrimônio líquido negativo, levantando suspeitas sobre transparência, governança e risco de lavagem de dinheiro.

22/11 – Fitch e o golpe do Master
A próxima análise mostra como a agência de classificação de risco Fitch contribuiu, de forma indireta, para o golpe do Master, emitindo ratings que davam falsa credibilidade ao banco, facilitando a atração de investidores e a expansão da pirâmide.

23/11 – Master, BRB e clubes esportivos
Aqui, Nassif expõe os interesses cruzados entre o Banco Master, o BRB e grandes clubes esportivos, revelando como patrocínios e parcerias eram usados para legitimar operações suspeitas e influenciar decisões políticas e financeiras.

26/11 – BC e CVM permitiram pirâmides
Abaixo, uma matéria detalhando como o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários deixaram de agir frente à formação de pirâmides financeiras, permitindo que esquemas fraudulentos se consolidassem sob o olhar omisso das autoridades reguladoras.

02/12 – Tarcísio de Freitas e o Master
Este texto mostra como Tarcísio de Freitas se envolveu inadvertidamente no caso do Master, ilustrando a dimensão política do escândalo e os riscos de promiscuidade entre governo, mercado e instituições financeiras.

26/12 – Pirâmide era óbvia
Aqui, João Pacífico afirma que a pirâmide financeira do Master era evidente e que o mercado já tinha conhecimento das irregularidades, reforçando a suspeita de conivência ou omissão de players estratégicos do setor financeiro.

08/12 – Bobagens sobre advogados e o Master
Esta matéria critica as interpretações equivocadas sobre a atuação de advogados no caso Master, desmontando mitos destacados principalmente pelos jornalões.

11/12 – Fundo Bravo: golpe de R$ 72 bilhões
Nassif revela o esquema bilionário do Fundo Bravo, que se conecta ao Master, detalhando o tamanho do golpe e as implicações para investidores e para a credibilidade do mercado financeiro nacional.

23/12 – Malu Gaspar e reunião sigilosa
A jornalista Malu Gaspar expôs uma reunião que, embora chamada de sigilosa, teve ampla repercussão pública, mostrando a tentativa de encobrir decisões estratégicas relacionadas ao Master.

28/12 – Banco Master e R$ 160 milhões em patrocínio
O banco ligado ao Master destinou R$ 160 milhões em patrocínios à Globo, levantando suspeitas sobre a utilização de recursos ilícitos para fortalecer imagem institucional e influenciar a mídia.

07/01 – Banvox, Fundo Estocolmo e Gafisa
A matéria destaca lacunas nas investigações do Master, apontando que importantes atores financeiros como Banvox, Fundo Estocolmo e Gafisa ainda não haviam sido devidamente investigados, sugerindo omissões relevantes.

08/01 – Modelo Nelson Tanure e controle da Gafisa
Nassif analisa o papel do empresário Nelson Tanure e o controle da Gafisa, revelando a forma como grandes grupos corporativos se beneficiaram da estrutura do Master, ampliando o alcance da fraude.

11/01 – Maior crise institucional do mercado
O texto aponta que o Master representa a maior crise institucional do mercado financeiro brasileiro, afetando a confiança nas instituições, expondo vulnerabilidades regulatórias e revelando uma rede complexa de interesses.

14/01 – Polícia Federal chega a pontos-chave
A Polícia Federal começa a avançar sobre os principais núcleos financeiros do Master, indicando que as investigações estão alcançando agentes centrais e confirmando a dimensão sistêmica do esquema.

14/01 – PF avança contra núcleo financeiro
Complementando a matéria anterior, a PF intensifica ações contra o núcleo financeiro do Master, destacando a atuação coordenada para desmantelar a pirâmide e recuperar ativos desviados.

15/01 – Master, ponta do iceberg
Nassif sugere que o caso Master é apenas a ponta do iceberg, implicando que outros esquemas financeiros e irregularidades similares podem existir no mercado nacional, necessitando de investigações mais amplas.

15/01 – BTG e Vorcaro
O texto revela como o BTG pode facilitar manobras de desvio de patrimônio da liquidação do Master, envolvendo interesses corporativos e financeiros na proteção de ativos questionáveis.

15/01 – Promiscuidade de Brasília
Por fim, Nassif denuncia a promiscuidade institucional em Brasília, mostrando que todos os poderes — Executivo, Legislativo e Judiciário — tiveram algum nível de envolvimento ou omissão no caso Master, amplificando os riscos de impunidade.

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Redação

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