O Golpe salta aos Olhos do Mundo...
Mostrando postagens com marcador Telesur. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Telesur. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 26 de janeiro de 2018
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
A mídia brasileira, com a Rede Globo à frente, está desacreditada no mundo inteiro, como mostra esta reportagem da internacional Telesur
Veja a reportagem sobre a tendenciosidade e golpismo da mídia, feita pela Telesur, uma empresa de televisão multi-estatal, presente em vários países:
Fonte: Contexto Livre
Marcadores:
crise,
crítica,
Direita,
golpismo,
grande imprensa,
Grande Mídia,
interesses,
mídia tendenciosa,
midiático,
PiG,
Rede Globo,
reportagem,
Telesur,
televisão,
terrorismo
sábado, 25 de julho de 2015
Ex-diretor do "Le Monde Diplomatique", o jornalista Ignacio Ramonet afirma que o maior desafio para os governos progressistas na América Latina é a batalha contra o "golpe midiático"
“Nos últimos 15 anos, todos os governos progressistas que chegaram ao poder democraticamente na região vêm sendo mantidos por via eleitoral. Nenhum deles foi derrotado nas urnas. Por isso, a resistência à mudança vem sendo cada vez mais brutal, apelando para novos tipos de golpes, alguns com fachada judicial, parlamentar, e sempre com forte ajuda da mídia”, disse o jornalista espanhol, radicado na França, Ignacio Ramonet, lembrando os casos do Paraguai, Honduras e investidas recentes na Argentina e no Brasil.
![]() |
| Ex-editor do 'Le Monde Diplomatique', Ignacio Ramonet é jornalista e professor espanhol radicado na França |
Ao abrir evento que comemora os dez anos de existência da emissora Telesur, jornalista espanhol radicado na França, ex-diretor do Le Monde Diplomatique, falou sobre comunicação, o golpismo da mídia, democratização das comunicações e avanço da esquerda na região que tem de enfrentar os barões que detém o poder e uso da grande mídia interessada em derrubar governos progressistas
O texto original sobre a apresentação de Ramonet foi publicado pelo Opera Mundi e pelo Contexto Livre:
O maior confronto enfrentado na América Latina atualmente é “a batalha midiática”, desde pelo menos o ano de 2002, quando a tentativa frustrada de derrubar Hugo Chávez na Venezuela deu início a um novo tipo de golpe de Estado, o “golpe midiático”, transferindo aos meios de comunicação privados o papel de partido político nas oposições aos governos da “guinada à esquerda”.
A avaliação foi feita pelo jornalista e professor Ignacio Ramonet, ex-editor do jornal Le Monde Diplomatique, na palestra de abertura do congresso “Comunicação e Integração Latino-Americana”, realizado entre os dias 22 e 23 de julho em Quito, capital do Equador.
Organizado pelo Ciespal (Centro Internacional de Estudos Superiores da Comunicação para a América Latina), o evento comemora nesta sexta-feira (24/07) os dez anos de fundação da Telesur, canal multinacional de televisão mantido por diversos governos da região. Fundada por iniciativa de Chávez três anos após o golpe fracassado, a emissora nasceu com o papel de promover uma alternativa na cobertura das notícias latino-americanas, feita por jornalistas e comunicadores da própria região.
“Nos últimos 15 anos, todos os governos progressistas que chegaram ao poder democraticamente na região vêm sendo mantidos por via eleitoral. Nenhum deles foi derrotado nas urnas. Por isso, a resistência à mudança vem sendo cada vez mais brutal, apelando para novos tipos de golpes, alguns com fachada judicial, parlamentar, e sempre com forte ajuda da mídia”, disse Ramonet, lembrando os casos do Paraguai, Honduras e investidas recentes na Argentina e no Brasil.
Ao lado de Ramonet, a presidente da empresa, Patricia Villegas, lembrou que as principais coberturas do canal até agora foram justamente em países que não participam do consórcio, como a campanha militar contra a guerrilha das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e o golpe contra o presidente Manuel Zelaya, em Honduras, em 2009.
“Naquele momento, o mundo só pôde acompanhar o que acontecia em Honduras, minuto a minuto, graças ao sinal da Telesur. Porque as emissoras privadas globais ou não estavam lá, e as que estavam preferiam ignorar”, disse.
Para Ramonet, o grande mérito da Telesur ao longo dessa década foi oferecer “uma outra leitura” sobre os acontecimentos da América Latina e do mundo, fugindo das perspectivas de redes privadas como CNN e Fox News que, para ele, seguem praticamente a mesma linha.
“Estou convicto de que a CNN vai desaparecer, não por falta de capital, mas por falta de audiência”, previu Ramonet, falando por teleconferência desde Caracas para a plateia de jornalistas, intelectuais e estudantes reunida no auditório equatoriano. “A Telesur não tem concorrência. Esse é o sonho de qualquer canal. Porque as outras fazem mais ou menos a mesma coisa”.
'Convergência digital'
Segundo o jornalista — que é espanhol mas vive radicado na França desde 1972 —, a maior mudança na comunicação nos últimos dez anos foi a integração das várias plataformas, a chamada “convergência digital”: smartphones, tablets e computadores, que roubaram da televisão o posto de tela principal da mídia. E, se antes as inovações tecnológicas estouravam primeiro nas cidades ricas da Europa e dos EUA, aponta Ramonet, agora já são disseminadas simultaneamente nas grandes metrópoles da América Latina e de outras regiões em desenvolvimento.
“As novas plataformas abandonam a continuidade que obrigava o espectador a assistir tudo linearmente; agora ele pode ver o que quiser, na ordem que quiser. Os canais que se adaptarem melhor são os que têm mais chance de sobreviver”, aponta.
Patricia Villegas enfatizou que a adaptação às novas plataformas é uma de suas maiores preocupações da Telesur. “Não adianta fazer conteúdos-espelho, que se repetem de forma idêntica na TV, na web, no Facebook, no Twitter. Os conteúdos precisam ser complementares e diferentes, porque o público os consome de formas diferentes”, disse ela.
| Congresso intitulado 'Comunicação e Integração Latino-Americana' acontece em Quito, capital equatoriana |
Além do décimo aniversário, completado nesta sexta-feira, dia 24 de julho, a Telesur celebra também um ano desde o início da produção de conteúdos em inglês. “Não estamos traduzindo informações, mas produzindo diretamente em inglês”, enfatizou Patricia Villegas. Segundo ela, a entrada na esfera anglófona sinaliza a intenção da empresa em ampliar sua presença global. Por enquanto restrita ao site e às redes sociais, a Telesur em inglês espera iniciar em breve transmissões também como canal de televisão, com sede em Quito.
Sul geopolítico
“Na América Latina, vários intelectuais e lideranças políticas têm o vício de só ver a relação regional com o 'gigante do norte', os Estados Unidos. Mas também é extremamente importante considerar nossa relação com a China, a África, o Oriente Médio. A Telesur tem a tarefa de transportar a missão progressista da América Latina para o resto do mundo”, disse Ramonet.
Justamente por isso, Villegas diz que o canal continua expandindo seu universo de pautas para outras regiões, como o ataque da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte, a aliança militar ocidental) na Líbia, em 2011, e mais recentemente na crise financeira da Grécia, quando o canal enviou jornalistas para Atenas e investiu na cobertura ao vivo. “Às vezes perguntam aos nossos repórteres: 'O que vocês estão fazendo aqui?'. Estamos aqui porque a nossa ideia de 'sul' não é apenas geográfica, mas principalmente geopolítica. Enxergamos a informação como um serviço, e não como mercadoria”.
“Durante muito tempo na América Latina, o jornalismo era um privilégio das emissoras privadas, e as TVs públicas ficavam relegadas à programação educativa, cultural e folclórica. Daí a importância de investir em produzir informação numa tela pública. Não se trata de um monólogo do Estado, mas de dar voz também aos grupos comunitários, como indígenas e afrodescendentes, contra a folclorização dessas comunidades”, concluiu Patricia Villegas.
Da teoria à prática
A proposta do congresso em Quito é ser não apenas acadêmico, mas também proporcionar a troca de experiências práticas em jornalismo e gestão de mídia voltada para a integração regional, ambos sob uma perspectiva crítica. A ideia é que professores, intelectuais e estudantes de fato dialoguem com jornalistas, diretores de emissoras e agências de notícias e gestores públicos do setor.
“É fundamental a teoria que reflete sobre a prática para dar-lhe sentido e compreender melhor a realidade para fazer diferente”, comentou Ramonet.
O diretor do CIESPAL, o espanhol Francisco Sierra, lembrou na fala de abertura que a tentativa de descrédito sobre a Telesur e outras mídias públicas, assim como contra as iniciativas de regulação e democratização da mídia pelos governos da “guinada à esquerda”, lembra muito o ataque da mídia privada feito contra a campanha da Nova Ordem Mundial da Informação e Comunicação (NOMIC) e o Relatório MacBride da Unesco (Órgão da ONU para Educação, Ciência e Cultura), entre os anos 70 e 80.
Ele recordou o legado do comunicólogo boliviano Luis Ramiro Beltrán, falecido na semana passada, que não apenas teorizou sobre a comunicação latino-americana, mas ajudou a promover fóruns e encontros internacionais para criar iniciativas práticas de alternativas midiáticas na região naquela mesma época.
Nos dois dias do evento, que reuniu mais de 400 pessoas, também estarão presentes outros nomes do pensamento crítico da região, como o argentino Atilio Borón, do Clacso (Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais), e o colombiano Omar Rincón, do Ceper (Centro de Estudos de Jornalismo, em espanhol). Mais de 100 trabalhos acadêmicos foram inscritos para apresentação. Entre eles, o do geógrafo André Pasti, doutorando pela Universidade de São Paulo, que discutirá a trajetória das lutas pela democratização da comunicação no Brasil.
“É importantíssimo aprendermos e nos inspirarmos com os processos de democratização da comunicação em curso em outros países da América Latina. O congresso permite esse diálogo”, disse Pasti a Opera Mundi.
Leia abaixo a carta que o líder cubano Fidel Castro enviou à Telesur em comemoração ao décimo aniversário da emissora:
No Opera Mundi
Marcadores:
batalha midiática,
democratização da comunicação,
falsa liberdade de imprensa,
Folha de São Paulo,
golpismo,
Ignacio Ramonet,
Mídia,
mídia tendenciosa,
Rede Globo,
Revista Veja,
Telesur
sábado, 14 de março de 2015
Site da Telesur, TV Americana, destaca a tentativa de Golpe da Rede Globo contra Dilma Rousseff
texto de
Carlos Antonio Fragoso Guimarães
O modo como a grande mídia, com especial ênfase na Rede Globo, por meio de intensiva manipulação tenta dar um golpe no Brasil contra a Presidente democraticamente reeleita, Dilma Rousseff, e o poder de uma única empresa nos meios de comunicação foram destacados pela Telesur, rede de televisão norte-americana, a partir do impacto mundial do Hashtag #GloboGolpista como tópico mundial (trends topics) mais debatido no Twitter desde meados da quinta-feira até todo o dia de ontem. Confira a exposição original da Telesur clicando aqui. Uma tradução em português pode ser acessada aqui.
A Telesur faz um levantamento, a partir das postagens no Twitter e em fatos, dos vários envolvimentos das Organizações Globo em tentastivas e golpes anteriores, antes mesmo da Rede Globo, enquanto sistema de televisão, existir. Através de O Globo, por exemplo, Roberto Marinho teve papel importante na crise que abateu Getúlio Vargas e na orquestração do Golpe Militar de 1964. Também as controversas e conhecidas manipulações jornalísticas das Organizações Globo foram citadas na matéria da Telesur, indo da Edição do "debate" Lula e Collor às vésperas das eleições presidenciais de 1989 (e que foi decisivo na vitória deste último), à atuação do poderoso direitor de jornalismo da empresa, Ali Kamel, que persegue blogueiros que o criticam (como o fez, por exemplo, com Miguel do Rosário, também citado no artigo da Telesur). Outro diretor da Rede Globo, Erick Bretas, também é lembrado, especialmente por terr expliciticamente divulgado que participará das manifestações contra Dilma, no dia 15 de março. A atuação da Globo, em conluio com empresários, como Paulo Jorge Lemman, para derrubar o governo também é lembrada pela Telesur
Marcadores:
#GloboGolpista,
13 de março,
Ali Kamel,
Dilma Rousseff,
Erick Bretas,
golpismo,
Hashtag,
manifestações,
manipulação,
Marinhos,
Paulo Jorge Lemman,
Quarto Poder,
Telesur,
twitter
Assinar:
Postagens (Atom)
