domingo, 3 de maio de 2026

Portal do José: DOMINGÃO. ALERTA GERAL! PSIQUIATRAS EXPLICAM O PATOLÓGICO BOLSONARISMO E DIREITA MUNDIAL! CENAS REVELADORAS!

 

Do Portal do José:




Caso Alexandre de Moraes: a arte de mentir da mídia corporativa, contando meia verdade, por Luís Nassif

 

Com base em duas informações - e no vício da repetição de notícias sem confirmação - formou-se o consenso.

Jornal GGN:

Caso Alexandre de Moraes: a arte da mídia mentir, contando meia verdade, por Luís Nassif

    Foto de Rosinei Coutinho - STF

O Ministro Alexandre de Moraes conspirou para que Jorge Messias não fosse aprovado pelo Congresso. Quem informou isso? Malu Gaspar, com base em 6 fontes. Aliás, a cada notícia nova, Gaspar aumenta o número de fontes. Mas, com base em 12 fontes, digo que a informação é incorreta (para ser elegante). Quem são minhas 12 fontes? Só digo quando a Malu revelar as suas, porque sigilo de fonte é sagrado.

Outros colunistas enveredaram pelo mesmo caminho, dentro do espírito de pool que contamina o colunismo de palpites. Bastam 2 repetições para o rumor tomar forma de verdade. 

Os pontos que ajudaram a formar a convicção:

* Moraes encontrou-se com Davi Alcolumbre na noite anterior à votação.

* Moraes comentou que Messias seria derrotado por 8 votos. Como poderia saber? Só se estivesse articulado com Alcolumbre.

Com base em 2 informações – e no vício da repetição de notícias sem confirmação – formou-se o consenso.

Hoje, Mônica Bérgamo descreve o jantar oferecido por Moraes em sua casa.

O título é para não fugir do espírito de pool da mídia: “Moraes faz jantar com Alcolumbre na véspera de derrota de Messias e Lula desconfia”. 

Mas o que diz a matéria: “Convidados afirmam que encontro, na verdade, homenageou Mário Sarrubbo, amigo de longa data do ministro, tinha apoiadores de Lula entre os presentes e que conversas giraram em torno de amenidades”.

Quem compareceu: “Além de promotores e procuradores, o magistrado convidou para o encontro pessoas que, amigas dele e de Sarrubo, são também próximas de Lula. Estiveram na casa dele o ministro do STF Cristiano Zanin, o superintendente da PF (Polícia Federal) Andrei Rodrigues e o ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski”.

Portanto, a mídia não mentiu quando disse que Moraes encontrou-se com Alcolumbre e soube que Messias seria derrotado por 8 votos. Não mentiu, mas não contou a verdade, Porque meia verdade é uma das formas de mentira.

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Os dois tempos da Lava Jato golpista e o conluio com o jornalismo brasileiro, por Luis Nassif

 

A irracionalidade do antilulismo continua sendo a mola-mestra do apoio da grande mídia aos movimentos de ruptura democrática.

Do Jornal GGN:

Os dois tempos da Lava Jato e o jornalismo brasileiro



    Reprodução

São curiosos os movimentos da imprensa brasileira diante das duas Lava Jatos.

Na primeira, muitos jornalistas experientes mergulharam de cabeça — contaminados pelo moralismo da campanha, mas sobretudo pela visibilidade que o tema proporcionava. Afinal, “limpar o Brasil” era uma bandeira sedutora, mesmo para profissionais que, pela idade e pela experiência, deveriam conhecer de cor a saga dos inúmeros Catões que periodicamente invadem a política brasileira. A unanimidade construída em torno da Lava Jato sufocou todas as vozes dissonantes. Sei, por experiência própria, o preço que se pagou por defender a democracia e o devido processo legal naquele ambiente.

Para entender o que aconteceu, é preciso saber  como funciona o modelo de negócios da mídia. A notícia é um produto estandardizado pela narrativa — pela capacidade do veículo de contar a sua versão dos fatos. Durante décadas, havia nos jornais dois grupos em tensão permanente: o comercial e a redação. Um dos orgulhos das grandes redações era exatamente a “muralha da China” que os separava. O jornal contratava jornalistas para construir um produto com audiência e credibilidade. E era a partir dessa credibilidade que se exercia o verdadeiro negócio da imprensa: a construção ou a destruição de reputações.

Nos veículos bem organizados, o poder dos donos se manifestava por indução, não por ordem direta. Os diretores de redação sinalizavam quais temas mereciam mais ou menos espaço, atendendo aos interesses comerciais da casa — sempre com sutileza suficiente para não comprometer a credibilidade do veículo. A própria Veja, durante certo período, obedecia a essas regras tácitas. O que não impediu a Editora Abril de receber da ditadura uma rede de hotéis Quatro Rodas e outras benesses.

A partir dos anos 2000, esse equilíbrio precário desmoronou. O fim da bonança do jornalismo impresso, a queda das barreiras contra grupos estrangeiros e o baque provocado pela desvalorização cambial — que apanhou os grandes conglomerados de mídia no contrapé, endividados em dólares — criaram uma crise sem precedentes. Diante da ameaça de invasão por grandes grupos internacionais, a fantasia foi rasgada. Roberto Civita importou o modelo Rupert Murdoch, cujos princípios eram brutais: aproximar-se da ultradireita para obter poder político; transformar o veículo na verdadeira oposição, capturando partidos; apelar ao discurso de ódio e às fake news de forma sistemática; e entrar em todo tipo de negócio, confiando no poder de fogo do grupo para resolver os problemas comerciais que surgissem.

Quando começou o jogo do impeachment — conduzido por um bando de alucinados, Serra e Aécio Neves à frente —, o único que enxergou os desdobramentos foi Fernando Henrique Cardoso, com sua frase premonitória: “A gente sabe como começa, não sabe como acaba”. Deu no que deu. A nova dinâmica contaminou irreversivelmente a opinião pública, abriu o campo para as redes sociais e seus algoritmos, colocou a democracia sob ameaça, varreu o PSDB do mapa político e pavimentou o caminho para o bolsonarismo.

Agora, um segundo ato.

A Lava Jato 2 confirma o mote de que a história, quando se repete, se repete como farsa. Desta vez, não há mais unanimidade. Na Globo, por exemplo, convivem os conservadores de sempre, os birutas de aeroporto que giram conforme o vento, os que sonham com a volta da influência que tinham na temporada anterior — e um núcleo duro de bons jornalistas que não embarcaram no jogo e fazem o contraponto. O controle da narrativa se dá agora pelos diretores de redação, responsáveis pelas primeiras páginas — especialmente O Globo — e pelos editoriais alucinados da Folha e do Estadão. A manipulação de títulos e intertítulos ainda causa impacto, sobretudo nas redes sociais. Mas o consenso fascista da primeira Lava Jato não se repetiu.

Ainda assim, a irracionalidade do antilulismo continua sendo a mola-mestra do apoio da grande mídia aos movimentos de ruptura democrática. Mudou o cenário, mudou o elenco, mudou a encenação — mas o roteiro, no essencial, é o mesmo.

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O paradoxo da eterna promessa do materialismo para explicar a consciência, em vídeo daTV NUPES, da Universidade Federal de Juiz de Fora

 

O problema Cérebro, Mente, Materialismo promissório e ambiente cientifico em vídeo do Prof. Dr. Alexander Moreira Almeida pla TV NUPES UFJF:




A lição de Ian Stevenson sobre a falsa associação entre ciência e materialismo em recordação do Prof. Doutor Alexander Moreira Almeida, da Universidade de Juiz de Fora

 ]Do Canal da TV NUPES - UFJF:




sábado, 2 de maio de 2026

MÍRIAN LEITÃO DESMASCARA ALCOLUMBRE E SEU ACORDO COM FLÁVIIO BOLSONARO E DEFENDE O PRESIDENTE LULA - FLÁVIA OLIVEIRA REVELA A REAÇÃO DE LULA A ALCOLUMBRE?

 

Da GloboNews e do Canal Fatos Da Política:

Neste vídeo, analisamos a reviravolta no caso do Banco Master. Até a grande mídia teve que admitir: o esquema é um ninho de bolsonaristas e do Centrão de Ibaneis Rocha e Cláudio Castro. Enquanto eles tentam atacar o governo com CPIs vazias, Lula prepara um contra-ataque de mestre. Flávia Oliveira soltou a letra: a indicação de Jorge Messias para o Ministério da Justiça pode ser o xeque-mate que Alcolumbre e o clã Bolsonaro não esperavam. O "Escorpiano" está pronto para o troco! 🦂 Assista e compartilhe a verdade que a oposição tenta esconder!